A medida, que ainda precisa ser sancionada pelo prefeito, atinge cerca de 4 mil alunos de 12 escolas.
Especialistas ouvidos pela Folha de S. Paulo afirmam que o projeto é inconstitucional, pois fere a liberdade de crença.
Benjamin Vieira de Souza, prefeito de Nova Odessa, não confirmou se vai sancionar ou vetar a medida. "O projeto não é ruim. A Bíblia é um dos livros mais lidos no mundo. Só a parte da obrigatoriedade é que acaba criando um transtorno".
Via Bondenews


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