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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Sabia que é possível ver da Terra passar a Estação Espacial Internacional?

É o terceiro objecto mais brilhante do espaço e pode ser observado facilmente a olho nu. Só precisa de saber o local e a hora exatos, mas disso trata a NASA

Sabia que é possível ver passar a Estação Espacial Internacional?

O serviço de localização da Estação Espacial Internacional (EEI) é disponibilizado pela agência espacial norte-americana e permite a qualquer pessoa saber qual o momento ideal para olhar para o céu e avistar a estação espacial, a partir de uma lista de milhares de locais no mundo inteiro. Considerado como o terceiro objecto espacial mais brilhante do espaço, pode ser avistado por qualquer pessoa, sem recurso a qualquer equipamento. 
 
Para isso, basta consultar a tabela disponibilizada pela NASA ou registar-se (gratuitamente) no programa Spot The Station  e escolher a cidade mais próxima de si. Depois, horas antes do possível avistamento, o serviço envia um alerta diretamente para o seu telemóvel, através de SMS, ou através e-mail.

Vista cá de baixo, o aspeto da EEI é semelhante ao de um avião em movimento muito rápido no céu, embora, na realidade, esteja a uma altitude dezenas de vezes superior e se desloque a milhares de quilómetros por hora - completa uma órbita a cada 90 minutos. Segundo a NASA, é tão brilhante que pode ser visto até no meio de uma cidade.
A EEI encontra-se a cerca de 300 quilómetros da Terra e é tripulada por seis astronautas de cada vez.


Via Visão


quinta-feira, 23 de julho de 2015

Telescópio da Nasa descobre planeta 'primo da Terra'

O Telescópio Espacial Kepler, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), divulgou nesta quinta-feira (23) a existência do primeiro planeta semelhante à Terra na "zona habitável", ou seja, em torno de uma estrela semelhante ao Sol e com possibilidade de abrigar água líquida. O planeta foi chamado de 'uma outra Terra" pela Nasa.

Ilustração produzida pela Nasa compara a Terra (à esquerda) ao novo planeta chamado Kepler-452b, cujo diâmetro é 60% maior do que o da Terra
Ilustração produzida pela Nasa compara a Terra (à esquerda) ao novo planeta chamado Kepler-452b, cujo diâmetro é 60% maior do que o da Terra


O exoplaneta Kepler-452b tem diâmetro 60% maior do que o da Terra e, por isso, acredita-se que ele também tenha formação rochosa, embora sua massa e sua composição ainda não estejam determinados. O Kepler-452 tem 6 bilhões de anos, 1,5 bilhão mais velho do que o nosso Sol, e com órbita completada em 385 dias. O Kepler-452b está localizado a 1.400 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Cygnus.

"Podemos pensar o Kepler-452b como um primo mais velho, maior que a Terra, que fornece uma oportunidade para entender e refletir sobre o ambiente em evolução da Terra", disse Jon Jenkins, diretor do Centro da Nasa na Califórnia.

"Hoje estamos anunciando a descoberta de um exoplaneta que podemos dizer que é um primo muito próximo da Terra. É o mais próximo até agora. É Terra 2.0", disse John Grunsfeld, da Nasa.

Hoje sabemos que a Terra é apenas uma das centenas de bilhões de planetas de nossa galáxia, sendo que já é sabido que existem centenas de bilhões de galáxias no universo. O recém-descoberto Kepler-452b aumenta o número total de planetas descobertos pelo telescópio Kepler para 1.030.

Vida


Para o diretor da Nasa, há indícios de que o planeta tenha condições de habitar vida dentro dele.

"É inspirador considerar que este planeta gastou 6 bilhões de anos na zona habitável de sua estrela, mais do que a Terra. É uma oportunidade substancial para a vida surgir, devem existir todos os ingredientes e as condições de vida necessárias neste planeta.", disse.

A câmera do Kepler detecta planetas utilizando um sistema de busca por trânsitos, ou seja, o equipamento identifica quando uma estrela distante escurece ao ser obscurecida pela passagem de um planeta.

Quanto menor for o planeta, o brilho da estrela é menos escurecido. Para manter essa precisão, a sonda deve manter um localizador constante e estável -- por isso a necessidade de corrigir o problema com a roda de reação.

Lançado em março de 2009, o satélite Kepler é a primeira missão da Nasa realizada com o intuito de detectar planetas do tamanho da Terra orbitando estrelas distantes próximas da zona habitável.

O telescópio, desde então, confirmou mais de mil planetas e mais de 3.000 candidatos a planetas que abrangem uma ampla gama de tamanhos e distâncias orbitais, incluindo aqueles na zona habitável.

Na missão K2, que começou oficialmente em maio de 2014, o telescópio já observou mais de 35 mil estrelas, além de obter dados sobre aglomerados, regiões densas de formação de estrelas, e vários objetos planetários recolhidos dentro do nosso próprio sistema solar.



Via UOL


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Data exata da chegada a Plutão foi prevista em 1993

Esta semana, a sonda New Horizons enviou as primeiras imagens nítidas de Plutão para a Terra. Parece que estamos a viver o futuro. De certa forma, é verdade: estamos a viver o futuro de 1993, quando saiu a notícia publicada acima do jornal brasileiro Estadão de São Paulo, em que a NASA previa para 2015 a chegada de naves ao então planeta mais distante do sistema solar.


Data exacta da chegada a Plutão foi prevista em 1993


A matéria já previa alguns detalhes da viagem, como o uso do campo gravitacional de Júpiter para catapultar a sonda em direcção a Plutão. No entanto, o texto fala sobre um lançamento em 2002, quatro anos antes de a sonda New Horizons partir de facto. O texto não explicita qual o nome da missão responsável por enviar as naves para Plutão, mas menciona um «par de naves gémeas», o que deve se referir ao Pluto Fast Flyby - um dos vários projectos para explorar o planeta que foram cancelados até ao lançamento da New Horizons. O nome de Alan Stern, o astrónomo que comanda a missão New Horizons, também é mencionado.


Também chama a atenção que, em 1993, o astrónomo Clyde Tombaugh, responsável pela descoberta do planeta, ainda estava vivo e em actividade - morreu em 1997, e a sonda New Horizons carrega as suas cinzas. Vários objectos do Cinturão de Kuiper ainda estavam a ser descobertos e, obviamente, Plutão ainda não havia sido rebaixado à categoria de planeta-anão. Mas, apesar dos desvios de trajectória, chegamos ao futuro previsto - agora só falta receber todos os dados sobre Plutão e as suas luas.




Via Diário Digital


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Administrador da Nasa acredita na existência de extraterrestres e diz que a Área 51 é real




area 51



Existem extraterrestres em algum lugar do universo, mas com certeza eles não estão na Área 51, que realmente existe. Quem disse isso foi ninguém menos do que o administrador da Nasa, o Major Charles Bolden. As declarações foram dadas durante uma conversa com crianças inglesas, promovida por um programa de televisão local.

Perguntado por uma menina de 10 anos se ele acreditava em alienígenas, Bolden foi direto: "Acredito que iremos encontrar um dia outras formas de vida, se não em nosso Sistema Solar, então em outro sistema solar — algum dos bilhões de sistemas solares do universo".

O major Bolden também admitiu que a Área 51, base onde o governo americano supostamente mantém extraterrestres capturados, realmente existe. Mas, segundo ele, o que acontece lá é menos empolgante do que se imagina.

"Existe uma Área 51", Bolden disse. "Mas não é o que muitas pessoas pensam. Já estive em um lugar com esse nome, mas era apenas um centro de pesquisa e desenvolvimento convencional. Eu nunca vi alienígenas ou espaçonaves quando estava lá".

Em 2013, a CIA revelou a exata localização a Área 51 em Nevada, dentro de uma série de documentos divulgados pela agência americana.

Ainda segundo os documentos, a base foi criada na Segunda Guerra Mundial, como estoque de armas para a Força Aérea. Mais tarde, se tornou um depósito de lixo nuclear e base de testes para aviões espiões.

Durante a conversa com as crianças inglesas, o major Bolden também afirmou que uma das principais razões pelas quais os seres humanos ainda não pousaram em Marte foi por causa da ausência de banheiros adequados nas espaçonaves.

"Nossas capacidades técnicas ainda não estão onde queremos. Precisamos de melhores suportes de vida, precisamos de um banheiro que não quebre no caminho e que continue funcionando quando pousarmos em Marte. Banheiros são coisas importantes", disse.

Por fim, as crianças perguntaram se a chegada do homem à Lua foi forjada, como afirma uma das teorias da conspiração mais famosas. "Não tenho dúvidas que fomos para a Lua e não tenho dúvidas que iremos até Marte enquanto vocês estiverem vivos", disse Bolden.






Fonte:
The Independent


Via Abril


sábado, 18 de abril de 2015

Cápsula não tripulada Dragon chegou à Estação Espacial Internacional com provisões


Samanatha Cristoforetti, astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) que integra a atual tripulação da EEI, "apanhou" a cápsula com um braço robótico cerca das 10:55 horas GMT (9:55 em Lisboa), quando a estação espacial se encontrava sobre o norte do Pacífico, segundo a NASA.
"Houston, a captura (da cápsula) foi terminada", declarou Terry Virts, astronauta da NASA, após a operação ser bem-sucedida.

A acoplagem final da Dragon, lançada da Florida na terça-feira, será realizada durante o dia de hoje.

A cápsula vai fornecer à EEI duas toneladas de provisões, uma máquina de café expresso, assim como material destinado a experiências científicas em microgravidade.

Depois de cinco semanas acoplada à EEI, a Dragon deixará a estação espacial e voltará à Terra carregada com material de experiências científicas, resíduos e equipamentos usados.

Esta é a sexta missão de reabastecimento da EEI realizada pela Spacex para a NASA, num total de 12 viagens no quadro de um contrato de 1,6 mil milhões de dólares (1,48 mil milhões de euros).
Fonte : acorianooriental



terça-feira, 14 de abril de 2015

Rússia enviará homens à Lua em 2029, anuncia agência


A Rússia planeja enviar astronautas do país à Lua em 2029, há exatamente 60 anos do desembarque de norte-americanos.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (14) por Igor Komarov, diretor da agência espacial russa Roscosmos.

— Temos que começar a trabalhar agora para fazer isso.

De acordo com ele, a missão humana, prevista para o biênio 2029-2030, será precedida por um vôo não-tripulado em 2028.

Durante a Guerra Fria, a Rússia e os Estados Unidos protagonizaram uma corrida espacial, a qual servia para demonstrar superioridade tecnológica e ideológica de cada país. A corrida espacial começou com o lançamento do satélite artificial soviético Sputnik 1, em outubro de 1957. Doze anos depois, a missão norte-americana Apollo 11 fez astronautas pousarem na Lua.


Via R7


domingo, 12 de abril de 2015

Nasa estipula 10 anos para provar existência de vida extraterrestre



Existe vida fora da Terra? Aparentemente sim, e poderíamos descobrir sua existência na próxima década. Segundo a cientista-chefe da Nasa, Ellen Stofan, teremos registros de alienígenas que vivem em outros planetas até 2025.


Stofan acredita que serão encontrados sinais de vida fora da Terra em até 10 anos, e provas definitivas disso em até 20 anos. "Nós sabemos onde procurar. Então sabemos como procurar", disse, em um debate transmitido na Nasa TV sobre a possibilidade de encontrar outros "mundos habitáveis".

"Na maiorida dos casos, nós temos a tecnologia e estamos no processo de implementá-la. Então acreditamos que estamos definitivamente no caminho certo para isso."

O que e onde?
As primeiras descobertas de vida fora da Terra provavelmente estão mais perto do que imaginamos, mas não serão homenzinhos verdes em naves espaciais e, sim, alguma espécie de plâncton ou de alga.

Existe muita água no Sistema Solar. É quase certo que existam oceanos de água salgada sob as conchas geladas das luas de Júpiter, Europa e Ganymede, assim como na lua de Saturno, Enceladus.

A água é mantida líquida pela gravidade intensa dos planetas gigantes onde as luas orbitam, que os deforma e contribui para o aquecimento de seus núcleos.

Acredita-se que Enceladus tenha atividade vulcânica nas profundezas de seu oceano, o que manteria a água aquecida a uma temperatura de 93º.

Acredita-se que todas as três luas têm mais água em seus oceanos do que todos os oceanos da Terra juntos. Ainda não é possível saber se há vida lá, mas são ótimos lugares para começar a procurar.

E também há Marte, é claro. É quase certo que o planeta vermelho teve oceanos algum dia, e há evidências fotográficas sugerindo que ainda existe muita água escondida sob a superfície. Às vezes ela borbulha e forma rios temporários.

O rover Curiosity da Nasa – veículo destinado a explorar a superfície de Marte – recentemente descobriu "moléculas orgânicas que contêm carbono". Isso significaria "blocos de vida em construção". É deles que nós somos feitos.

No entanto, água e moléculas não significam vida.

Confiança na descoberta
O próximo rover que será lançado com direção à Marte em 2020 irá buscar sinais de que pode ter existido vida no planeta.

A Nasa também tem como objetivo enviar astronautas para Marte em 2030, um passo que cientistas como Ellen Stofan acreditam que será "chave" para procurar sinais de vida, porque mesmo com câmeras ultratecnológicas, encontrar fósseis usando o veículo é muito difícil – às vezes é preciso procurar embaixo da pedra, não nela em si.

"Sou uma geóloga. Eu saio a campo e abro rochas para procurar por fósseis", disse Stofan no painel.

"Isso é difícil de encontrar. Então eu acredito fortemente que será necessário, em algum momento, colocar humanos na superfície de Marte – geólogos, astrobiólogos, químicos – para buscar provas da existência de vida que eles possam trazer de volta para a Terra para cientistas analisarem."

A Nasa também está planejando uma missão para a Europa, uma das luas de Júpiter, que deverá ser lançada em 2022.

O principal objetivo dessas missões,que custarão cerca de US$ 2,1 bilhões (R$ 6,4 bilhões), é estudar se a lua congelada tem potencial habitável e, ao fazer isso, procurar também sinais de vida nas nuvens de vapor de água que aparentemente irrompem do polo sul da Europa.

E a vida em torno de outras estrelas? O telescópio espacial James Webb, que será lançado em 2018 e custará US$ 8,8 bilhões (R$ 26,8 bilhões), é tão poderoso que pode analisar gases na atmosfera de planetas em volta de outras estrelas, buscando sinais de vida.

Missões a Marte pretendem explorar melhor a superfície do planeta em busca de resposta sobre a possibilidade de vida no planeta.


Via Olhar Direito



sábado, 28 de março de 2015

Rússia planeja construir estação espacial com a Nasa


A Rússia anunciou neste sábado (28) planos de construir uma estação espacial orbital com a Nasa, para substituir a Estação Espacial Internacional (ISS), que irá operar até 2024.

Rússia e Nasa concordaram recentemente em continuar financiando e operando na ISS até 2024, mas futuros planos espaciais conjuntos continuavam sendo dúvida, devido à relação tensa entre Rússia e Estados Unidos por causa do conflito na Ucrânia.

"A Roscosmos, juntamente com a Nasa, irá trabalhar em uma futura estação orbital", afirmou o diretor da agência espacial russa, Igor Komarov, citado pela agência de notícias Interfax.

Komarov fez o anúncio na companhia do representante da Nasa Charles Bolden, na base de Baikonur, Cazaquistão.

"Concordamos que o grupo de países que fez parte do projeto da ISS irá trabalhar em um projeto futuro de uma nova estação orbital", informou Komarov.

"O governo russo estudará os resultados das conversas entre Roscosmos e Nasa. As decisões serão tomadas em breve", publicou o vice-premier russo, Dimitri Rogozin, em sua conta no Twitter.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Nasa revela que asteroide que passou perto da Terra tem minilua

 As primeiras imagens do asteroide 2004 BL86, que passou perto da Terra entre a noite desta segunda-feira e a madrugada desta terça (27), revelaram que o objeto tem uma pequena lua.

Cientistas trabalhando na antena da Rede de Espaço Profundo de Goldstone, da
Nasa, observaram nas imagens de satélite a presença da minilua de cerca de 70 metros orbitando ao redor do asteroide, que tem cerca de 325 metros de diâmetro.
O astro passou a uma distância de 1,2 milhões de km da Terra, ou 3,1 vezes a distância da Terra à Lua. No Brasil, o asteroide ficou mais visível entre 23h de segunda e 4h da madrugada de terça. Mas era preciso ter um pequeno telescópio ou binóculo para ver o asteroide.

A Nasa já tinha divulgado que, apesar do tamanho do asteroide e de sua proximidade com a rota da Terra, não havia perigo de colisão. "Embora não represente uma ameaça à Terra num futuro próximo, é uma abordagem relativamente perto de um asteroide relativamente grande, o que nos proporciona uma oportunidade única para observar e aprender mais", disse em comunicado o astrônomo Don Yeomans, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena

Animação mostra a órbita do asteróide 2004 BL86 em reçlação à órbita da Terra, representada em azul  (Foto: NASA/JPL-Caltech)Animação mostra a órbita do asteróide 2004 BL86 em reçlação à órbita da Terra, representada em azul (Foto: NASA/JPL-Caltech)



O asteroide, que orbita o Sol a cada 1,84 ano, foi descoberto há 11 anos pelo telescópio Linear (Lincoln Near-Earth Asteroid Research), localizado no Estado do Novo México. De acordo com a Nasa, o 2004 BL86 deve ser o maior asteroide a passar tão perto da Terra até a chegada do 1999 AN10 em 2027.

A Nasa atualmente rastreia mais de 11 mil asteroides em órbitas que passam relativamente perto da Terra. A agência espacial norte-americana diz ter localizado mais de 95% dos maiores asteroides, aqueles com diâmetro de 900 metros ou mais, com órbitas que os levam relativamente perto da Terra.



Via G1


sábado, 27 de setembro de 2014

Cientistas russos descobrem asteróide perdido

Cientistas russos detectaram um novo asteróide que pudesse colidir com a Terra. Todavia, os cálculos escrupulosos de astrônomos vêm afastando tal cenário pessimista. Na opinião de especialistas, o robô-telescópio móvel da rede MASTER, produzido na Rússia, conseguiu “enxergar” um asteróide “eclipsado” há 16 anos.


O novo corpo celeste se encontra na constelação de Pegasus (Cavalo Alado) que se vê muito bem no período de outono. Foi igualmente detectado pelo telescópio russo MASTER, instalado no vale Tunkinskaya, na região do lago Baikal na Sibéria Oriental. A sigla russa MASTER significa o Sistema Astronômico Móvel de Telescópios-Robôs. A aparelhagem dessa série desempenha um papel de supervisor, incumbido de observar e registar ameaças procedentes do espaço. Foi assim que o telescópio tinha visto um perigo iminente nesse corpo celeste, razão pela qual tinha de precisar logo sua órbita.

Uma análise de sua trajetória mostra ter sido descoberto um corpo que se perdera nos confins do Universo em 1998.

Os observatórios perderam-no de vista devido à alteração de sua órbita, explica o dirigente do projeto astronômico, professor catedrático da MGU (Universidade Estatal de Moscou), Vladimir Lipunov. “O asteróide se viu numa outra parte do céu se comparar com os cálculos relativos a ele, feitos há 16 anos”, frisou adiante.

Pois, em 1998, um enorme corpo de 170-320 metros em diâmetro, foi observado durante 4 dias e depois se desvaneceu. Num ponto mais distante do Sol, o asteróide atravessa a órbita de Marte e, num ponto mais próximo, se aproxima do Sol à distância 1,5 vezes maior do que o planeta Vénus. O período de sua rotação em torno do Sol é igual a 449 dias.

Mas a principal questão que se coloca hoje é de saber até que ponto ele seria perigoso para a Terra. Os algoritmos especiais permitem definir o perigo, constata um participante do projeto, astrônomo Serguei Yazev. “A distância mínima em que o asteróide poderá passar ao lado da Terra constitui 3 milhões km, o que é 8 vezes maior do que a que nos separa da Lua”, realçou. “Por isso, não há perigo real”, disse. Entretanto, a descoberta foi um verdadeiro sucesso. Curioso será referir que, nos dias 8-9 de setembro, o asteróide se aproximava da Terra sem ter sido visto por astrônomos. No céu diurno, o corpo celeste se deslocava com uma elevada velocidade. Quando, em meados de setembro, entrou no céu noturno, era dificilmente detectado por causa da Lua brilhante.

Nos últimos três anos, o telescópio da rede MASTER vem detectando o terceiro asteróide. Como se pode depreender, o engenho desempenha muito bem um papel de supervisor, podendo ainda avisar sobre hipotéticos perigos, disse a finalizar o perito contactado pela Voz da Rússia.



terça-feira, 29 de julho de 2014

Veja registro da chuva de meteoros no Rio Grande do Sul

ZH Notícias





Uma chuva de meteoros pôde ser avistada entre a noite passada e a madrugada desta terça-feira nos hemisférios Norte e Sul. O fenômeno que iluminou o céu é relativamente comum nesta época do ano e fica mais visível em áreas escuras, sem luz artificial e com céu limpo. O auge do evento ocorre nos primeiros dias de agosto — ou seja: ainda há chance de conferir o céu brilhoso nos próximos dias.


Em Passo Fundo, o tempo aberto possibilitou o registro do chamado Delta Aquarídeas. O fenômeno ocorre anualmente entre julho e agosto — época rica em meteoros, que são partículas como restos de cometas e asteroides procedentes do espaço. Conforme o Planetário da UFRGS, a chuva costuma ser discreta e nem sempre de fácil observação.

Neste ano, como a lua está na fase chamada nova, a noite está mais escura, o que facilita a visualização dos meteoros.


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Intensa tempestade solar quase fez a humanidade entrar em colapso


A população mundial mal soube do grande risco que correu há dois anos. Em 2012, aconteceu uma erupção no Sol tão poderosa que poderia fazer a civilização moderna voltar para o século 18.

As tempestades solares acontecem por causa de erupções na superfície da estrela. Esse tipo de fenômeno ocorre por mudanças repentinas no campo magnético do Sol – as manchas solares – e emite uma enorme quantidade de energia no espaço.

Segundo o Phys.org, a Nasa, agência espacial americana, afirmou que o clima espacial extremo que atravessou a órbita da Terra em 23 de julho de 2012 foi o mais poderoso em 150 anos. No entanto, a população mundial nem soube o que estava acontecendo.

Segundo Daniel Baker, professor de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, se a erupção no Sol tivesse acontecido uma semana antes, o desastre na Terra teria sido grande. Os cientistas analisaram os dados coletados e concluíram os estragos teriam sido parecidos com o da tempestade solar de 1859, conhecido como o evento Carrington.

O evento de 155 anos atrás é o mais poderoso já registrado. Na manhã de 1 de setembro de 1859, o astrônomo Richard Carrington viu um clarão enorme que rompeu da superfície do Sol e emitiu um fluxo de partículas na Terra e viajou mais de 4 milhões de quilômetros por hora.

Na tempestade de 1859, postos de telégrafo pegaram fogo, as redes tiveram grandes interrupções. Também foram registrados distúrbios no campo magnético da Terra.

Em nota, Baker disse que os estudos recentes o convenceram de que nunca a Terra e os seus habitantes tiveram muita sorte quando a erupção de 2012 aconteceu. Segundo a Academia Nacional de Ciências, o impacto econômico de uma tempestade como de 1859 poderia custar à economia moderna mais de dois trilhões de dólares e causar danos que podem levar anos para serem reparados.

Uma tempestade solar intensa pode destruir computadores, derreter os circuitos integrados e causar falhas massivas de discos rígidos. Também pode acontecer um colapso nos sistemas de comunicação, nos automóveis e na aviação.

O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo aconteceu em 2013. As tempestades são causadas pelas manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol.

Normalmente, as tempestades solares não representam grandes riscos para a humanidade. A energia liberada pelo Sol pode interferir em satélites, sistemas de telecomunicações e aparelhos eletrônicos na Terra. Mas esse tipo de fenômeno não causa riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Apenas os astronautas fora da estação espacial e pilotos de aviões de caça ou de voos com rota transpolar podem ser prejudicados.

INFO Online


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Hubble localiza halo da galáxia Centaurus A

Astrônomos descobriram que as estrelas deste halo continha uma proporção maior do que a encontrada na Via Láctea

O telescópio espacial Hubble localizou o halo de uma galáxia "com mais precisão do que nunca", anunciou a Agência Espacial Europeia (ESA).

Durante uma exploração na galáxia elíptica Centaurus A, os astrônomos chegaram até uma distância de 25 vezes o raio da galáxia e analisaram uma região de 450.000 anos-luz de comprimento e 295 mil anos luz de largura.

Além desta distribuição desigual, os pesquisadores descobriram que as estrelas deste halo continha uma proporção maior do que a encontrada na Via Láctea e de outras galáxias próximas.



Via Band


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Emirados Árabes Unidos criam estação espacial para chegar a Marte


Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta quarta-feira a criação de uma agência espacial e um projeto de sonda para pousar em Marte em 2021, ano do 50º aniversário deste rico Estado federal do Golfo.
Emirados Árabes Unidos criam estação espacial para chegar a Marte
"Desta forma, os Emirados entram na exploração espacial", comemorou a agência oficial WAM, ao anunciar as duas notícias.

"Chegar ao planeta Marte é um grande desafio e o escolhemos porque nos motiva", destacou o xeque Mohamad Ben Rashed al Maktum, vice-presidente dos Emirados e soberano de Dubai.

Citado pela WAM, o xeque Mohamad afirmou que os investimentos do país no âmbito espacial já alcançavam os 20 bilhões de dirhames (US$ 5,44 bilhões).
Ele acrescentou que a nova agência englobará vários organismos que já trabalham no âmbito espacial, como o Dubaisat, especializado em satélites, e deverá obter alianças internacionais.

A sonda Marte dos Emirados levará nove meses para percorrer 60 milhões de quilômetros para chegar ao planeta vermelho, informou a agência.

Os Emirados Árabes Unidos, uma federação criada em 1971 com a união de nove emirados do Golfo, será o 9º país do mundo a explorar o planeta Marte, acrescentou a agência WAM.




quarta-feira, 9 de julho de 2014

Dois planetas semelhantes à Terra não existem, diz estudo

Cientistas americanos informaram nesta quinta-feira que dois planetas fora do Sistema Solar anunciados como muito semelhantes à Terra não existem. Em estudo publicado no site da revista Science, pesquisadores da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, refizeram os cálculos astronômicos e descobriram que os sinais que foram percebidos como planetas podem ser, na verdade, resultados de manchas ou erupções estelares.

A revelação chega ao final de uma temporada de recuos científicos. Na última quarta-feira, a revista Nature assumiu que pesquisa revolucionária sobre células-tronco continha erros. Em junho, já havia publicado em seu site uma notícia citando duas análises em que cientistas da Universidade de Princeton e da Universidade da Califórnia em Berkeley questionam seriamente a detecção das ondas gravitacionais produzidas pelo surgimento do universo, anunciadas em março, que seriam um avanço na confirmação do Big Bang.

Planetas de mentira — O par dos supostos planetas orbitaria a estrela anã Gliese 581, localizada na constelação de Libra, a cerca de 22 anos-luz da Terra (cada ano luz corresponde a 9,46 trilhões de quilômetros). Ela recebeu muita atenção em 2007, quando os cientistas anunciaram que, ao seu redor, existia o primeiro planeta fora do Sistema Solar localizado em zona habitável, uma faixa nem muito próxima nem muito distante da estrela, o que faz com que suas temperaturas não sejam extremas. Isso significa que planetas nessa área podem abrigar água na forma líquida, condição fundamental para a existência de vida em sua crosta.

Era do caso de Gliese 581d, anunciado em 2007 como provável irmão da Terra, e de Gliese 581g, anunciado em setembro de 2010. Este último nunca havia ultrapassado o estado de candidato — para efeito de comparação, sozinha, a sonda Kepler, lançada em março de 2009 pela Nasa para detectar planetas parecidos com o nosso, conta com 4 234 candidatos a planetas, dos quais 977 foram confirmados pelos astrônomos.

Todos eles estão muito distantes para serem observados sem o apoio de telescópios e são descobertos por meio de duas técnicas. Uma delas é a usada pela missão Kepler, em que os astrônomos medem a quantidade de luz que chega ao instrumento e, se ela diminui em intervalos iguais, isso indica a existência de um possível planeta. É assim que os cientistas são capazes de estimar informações como seu tamanho ou composição.


Outra forma é uma técnica chamada “velocidade radial Doppler”, usada no estudo da Science. Com ela, os pesquisadores captam a luz estelar e analisam seus comprimentos de onda. O método pode, inclusive, revelar a massa de um planeta.

Com ele, os cientistas mostraram que, além de planetas, outras atividades cósmicas podem gerar a alteração registrada pelos telescópios. Em outras palavras, os campos magnéticos ou as manchas solares podem ter interferido no sinal que os astrônomos estavam interpretando.

"O que acreditávamos anteriormente que fosse um sinal planetário foi causado por uma atividade estelar", disse Suvrath Mahadevan, um dos autores do estudo, professor assistente do departamento de Astronomia e Astrofísica da Universidade do Estado da Pensilvânia.

Mahadevan disse que são necessários mais pesquisas e análises para determinar quantos planetas semelhantes à Terra descobertos poderiam ser, apenas, sinais equivocados.


(Com AFP)

Via Veja


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Astrônomos descobrem planeta 'potencialmente habitável'

Batizado de Gliese 832 c, novo planeta tem cinco vezes a massa da Terra.
É o 3º planeta conhecido mais parecido à Terra, e está a 16 anos-luz.




Um grupo de astrônomos de vários países afirmam ter descobertos um planeta "potencialmente habitável" a 16 anos-luz da Terra, segundo o Laboratório de Habitabilidade Planetária (PHL, na sigla em inglês) da Universidade de Porto Rico, em Arecibo. Segundo os especialistas, essa "Super-Terra" está perto da estrela anã vermelha Gliese 832, conhecida por ter, em sua órbita, um planeta semelhante a Júpiter, conhecido como Gliese 832 b.

De acordo com o PHL, a equipe de astrônomos é liderada por um especialista da Austrália, e o novo planeta descoberto foi batizado de Gliese 832 c.

Esse planeta tem uma órbita que dura 36 dias e massa pelo menos cinco vezes maior que a da Terra. Ele recebe da estrela a mesma energia média que a Terra recebe do Sol, e pode ter temperaturas parecidas com as terrenas, apesar de estações mais extremadas.

Caso o novo planeta tivesse uma atmosfera mais densa, isso faria com que as temperaturas fossem altas demais para permitir condições de vida. Um planeta com essas características poderia parecer-se mais com Vênus do que com a Terra.


Os especialistas categorizam esses planetas segundo um Índice de Semelhança com a Terra (ESI, na sigla em inglês). Nesse caso, o Gliese 832 c chegou a um ESI de 0.81, e ficou atrás apenas do Gliese 667C c (com ESI 0.84) e do Kleper-62 (com ESI 0.83). Mas o Gliese 832 c é mais próximo da Terra, e se tornou um objeto de interesse para futuras observações.

Há ainda outras características a serem observadas sobre a habitabilidade do planeta, como sua composição e atmosfera. Até agora, os dois planetas encontrados na órbita da estrela Gliese 832 são uma versão em menor escala do Sistema Solar, com um planeta potencialmente parecido à Terra e outro semelhante e Júpiter. Ainda não se sabe se esse planeta gigante exerce na estrela a mesma função exercida por Júpiter no Sistema Solar. Mas, segundo o PHL, de Porto Rico, a arquitetura encontrada na Gliese 832 é rara entre os outros sistemas exoplanetários já conhecidos.


Via G1



domingo, 29 de junho de 2014

Asteroide pode se chocar com a Terra em 2032

Quem gosta de divulgar previsões apocalípticas tem um novo fato para citar.Astrônomos ucranianos alertam que um asteroide com 410 metros de diâmetro pode atingir a Terra em 2032.

Chamado 2013-TV135, o asteroide foi descoberto pela equipe do Observatório de Astrofísica da Criméia, na Ucrânia. Ele já passou perto da Terra há um mês e prosseguiu em direção a Júpiter em sua longa trajetória pelo sistema solar.

Voltará a se aproximar da Terra daqui a 19 anos. Um artigo publicado ontem no site da NASA informa que a probabilidade de ele se chocar com o planeta é de apenas 1 em 63 mil. Há incerteza sobre isso porque os astrônomos determinaram a trajetória do asteroide com base em apenas uma semana de observações.

“É uma descoberta nova. Com mais observações, espero que possamos reduzir ou até eliminar a probabilidade de impacto num futuro visível”, diz Don Yeomans, gerente do programa de monitoramento de objetos próximos à Terra da NASA.

Yeomans inverte o cálculo da probabilidade para mostrar que quase não há razão para preocupação: “Dizendo de outra forma, a probabilidade de não haver choque em 2032 é de 99,998%”.

Caso um choque aconteça, ele será devastador. A energia liberada no impacto seria equivalente a 2.500 milhões de toneladas de TNT. É mais de 50 vezes a energia da mais potente bomba nuclear já detonada, informa a agência de notícias russa RIA Novosti.


sábado, 28 de junho de 2014

Astronauta filma incrível tempestade de raios do espaço

Esta semana nos EUA está sendo considerada a “semana da consciência e prevenção contra raios” e, por conta disso, o astronauta norte-americano Reid Wiseman publicou no Vine o pequeno vídeo que você confere a seguir.
As imagens foram capturadas quando a estação espacial internacional esteve sobre Huston, no estado norte-americano do Texas.
No momento, havia uma tempestade naquela região e o astronauta resolveu capturar as imagens pela janela da estação e publicar no Vine. Os raios acontecem de maneira quase aleatória, porém em duas áreas específicas, como você pode conferir.



Apesar de as imagens terem sido feitas sobre os Estados Unidos, o país mais afligido por raios no mundo é o Brasil. Anualmente, cerca de 60 milhões de descargas elétricas atmosféricas são registradas no país e, infelizmente, mais ou menos 500 pessoas são atingidas por ano. Em média 130 dessas casualidades acabam sendo fatais. Há inclusive um documentário feito pela jornalista Iara Cardoso chamado Fragmentos de Paixão que retrata acontecimentos relacionados à ocorrência de raios no Brasil.



Cientistas descobrem colossal oceano próximo ao núcleo da Terra.

A Terra é um lugar com bastante água, mas não é o local mais ''aguado'' do sistema solar. Porém, se levarmos em conta que 71% de nosso planeta é coberto por água, aí entendemos o quão aguado nosso planeta é.
Certamente, onde há água há vida, logo a descoberta de água próximo ao núcleo da Terra é extremamente excitante.

A descoberta foi anunciada recentemente por Cientistas da Universidade de Northwestern, em Evanston, Illinois, no anuncio foi dito que, há uma quantidade de água três vezes maior que a de todos os oceanos escondida abaixo da superfície do planeta.

Essa água está à 700 km abaixo de nossos pés.Notavelmente, esta descoberta pode ajudar a explicar a origem da água do nosso planeta. Especificamente, ele pode nos ajudar a determinar onde os mares da Terra vieram. Além disso, poderia nos ajudar a compreender melhor a vida em nosso planeta.

Segundo algumas teorias, a água na Terra teve origem fora do sistema solar, e foi ''entregue'' através de cometas ou asteroides, uma vez que, a luz ultravioleta do então jovem Sol quebraria as moléculas de água, e absorveria o hidrogênio.

Esta descoberta é coerente a esta teoria, uma vez que as evidências sugerem que os oceanos escorriam gradualmente para fora do interior da Terra primitiva. Além disso, a descoberta indica que as moléculas de água ficam presas no interior dos minerais no manto das rochas abaixo da superfície da Terra, e então gradualmente voltam devido ao movimento das placas tectônicas. O geofísico Steve Jacobsen, que foi um dos cientistas responsáveis ​​pela descoberta, afirma,

"Acho que estamos finalmente vendo evidências de um ciclo de água de toda a Terra, o que pode ajudar a explicar a grande quantidade de água em estado líquido na superfície do nosso planeta habitável. Os cientistas têm procurado este profundo água que faltava para décadas ".

É importante notar que a água reside dentro de uma rocha azul chamado "ringwoodite." Esta rocha existe no manto de nosso planeta, que é a camada de rocha quente entre a superfície da Terra e seu núcleo. Isto significa que o "oceano" recém-descoberto não é um vasto reservatório de água agitada azul. Em vez disso, a água está contida (presa) na estrutura molecular de minerais que se encontra no interior do manto de rocha da Terra.

"O ringwoodite é como uma esponja, absorvendo água, há algo muito especial sobre a estrutura cristalina do ringwoodite que lhe permite atrair hidrogênio e separador de água. Este mineral pode conter uma grande quantidade de água em condições de o manto profundo."

Até agora, Jacobsen só tem provas de que a rocha aguado senta-se abaixo os EUA. Ele agora quer descobrir se ele envolve todo o planeta. Se isso acontecer, ele poderia acrescentar muito para a nossa compreensão da Terra e dos processos que regem a vida na Terra.




quinta-feira, 26 de junho de 2014

NASA previne sobre buracos em campo magnético

Cientistas da NASA declaram que o nosso planeta pode transformar-se num Marte sem vida nos próximos tempos. A causa consiste em que, no campo magnético, começaram a aparecer buracos, através dos quais passa radiação solar mortal, que representa perigo para tudo o que é vivo.


Na NASA declaram que, depois de 2008, na magnitosfera do nosso planeta começaram a aparecer buracos que não desaparecem durante muito tempo. Através desses buracos no nosso planeta penetram livremente enormes quantidades de radiação solar e isso pode constituir um sério problema para a vida biológica. Se os buracos continuarem a se formar, consideram na NASA, o nosso planeta poderá transformar-se num deserto dentro em breve, dentro de ano e meio.

Na organização espacial americana apontam para um cenário marciano. Segundo eles, antes, a atmosfera do Planeta Vermelho era mais compacta do que hoje. Mas, depois, os campos magnéticos do planeta simplesmente desapareceram e o vento solar rapidamente soprou de Marte parte da cobertura gasífera. A pressão atmosférica no planeta tornou-se muito baixa e os oceanos, que antes cobriam parte significativa de Marte simplesmente evaporaram.