Eles querem a rejeição do texto do PNE que inclui nesse percentual os gastos com isenção, financiamentos, bolsas e outras parcerias com a iniciativa privada – programas como Prouni, Fies, Ciência sem Fronteiras, Pronatec, creches conveniadas, entre outros. PSB e PDT apresentaram destaque para retirar esse ponto.
Ivan Valente disse que a aplicação de 10% do PIB em educação pública é “a alma” do Plano Nacional de Educação. “Só existe um plano de metas se há financiamento para garantir essas metas e prazos. Quem votar contra esse destaque está tirando dinheiro da educação pública para dar para o setor privado”, disse.
Distorção
Vieira da Cunha afirmou que, como está, o texto distorce a meta de alcançar 10% do PIB em educação pública em 2024. “Permitir o uso desse dinheiro para isenções fiscais, bolsas de estudo e subsídios em financiamento é inadmissível, é retroceder em relação ao que avançamos”, declarou.
O presidente da Comissão de Educação, deputado Glauber Braga (PSB-RJ), também defendeu a retirada das parceiras privadas dos 10% de investimento. “Esses programas podem ser mantidos, podem até ser ampliados, mas defendemos que os 10% sejam investidos em educação pública. Só desse jeito a gente vai garantir possibilidade concreta de uma ampliação de oferta e qualidade de educação”, disse.
Via Jornal do Brasil


0 comentários:
Postar um comentário