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sábado, 1 de agosto de 2015

Bilhete da Zona Azul passou a ser R$ 3,50 a partir deste sábado em Campinas

Zona Azul em Campinas (SP) (Foto: Marina Ortiz)
O novo valor de R$ 3,50 do Estacionamento Rotativo (Zona Azul) em Campinas (SP) passa a vigorar neste sábado (1º). A tarifa foi reajustada em 9,37%,, um aumento de R$ 0,30 em relação ao antigo valor. O decreto sobre o aumento foi publicado no Diário Oficial no dia 24 de julho.

Segundo a Empresa Municipal de Desenvolvimento (Emdec), o reajuste da tarifa acontece por conta da inflação. A empresa informou que está realizando um estudo para ampliar o número de vagas e com isso a cidade passará a ter cerca de 9 mil vagas. A expectativa da administração municipal é de abrir o processo licitatório neste trimestre.

A Zona Azul na cidade tem atualmente 1.902 vagas distribuídas na região central e no Jardim Guanabara, região que concentra grande número de clínicas médicas e escritórios e localizada ao lado do centro. Cada cartão funciona como se fosse uma “raspadinha”.O usuário precisa raspar os espaços referentes ao dia, mês, hora e minutos correspondentes e deixá-la em local visível para os fiscais. O motorista pode adquirir em locais credenciados, que estão listados no
site da Emdec.

Áreas da Zona Azul
 

Os estacionamentos rotativos estão nos trechos que compreendem as ruas Júlio de Mesquita, Dr. Moraes Salles, Irmã Serafina, Aquidabã, João Jorge, Andrade Neves, Orosimbo Maia, Anchieta e Barreto Leme, no centro e ; na região do Guanabara, em vias do quadrilátero entre Av. Barão de Itapura e ruas José Paulino, Prefeito Passos e Barão de Parnaíba, Praça Mauá e Rua Mário Siqueira. Dependendo do local, há um tempo determinado de permanência, que pode ser de 1h, 2h ou 5h.
Estacionar irregularmente, não portando o cartão de Zona Azul nas vagas regulamentadas, é infração leve (três pontos na carteira), com multa de R$ 53,20 e remoção do veículo.

Na região


 O valor da tarifa em
Campinas é o maior entre as cidades da região. Em Piracicaba (SP), onde há 4.467 vagas, o cartão de 2h custa R$ 2. Já em Limeira (SP), que possui 1.681 vagas, o valor do cartão de 1h30 é de R$ 1,50. Em Indaiatuba (SP) a tarifa custa R$ 1,60 por 1h e em Americana (SP) o valor do cartão é de R$ 2 por 2 horas.


Via G1


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Prefeitura de Campinas dobra repasse para empresas do transporte coletivo

Ônibus em terminal da região do Ouro Verde, em Campinas (Foto: Fernando Pacífico / G1 Campinas)

Campinas (SP) elevará de R$ 2,5 milhões para R$ 5 milhões o subsídio mensal às empresas de ônibus, de julho a dezembro, segundo decreto publicado nesta sexta-feira (31) em Diário Oficial. Com isso, o município somará neste ano despesa total de R$ 45 milhões.
 
A elevação do aporte às concessionárias significa alta de 275% em relação à previsão de gastos anunciada em janeiro pelo Executivo, de R$ 12 milhões (repasse mensal estimado em R$ 1 milhão), quando o preço da tarifa subiu de R$ 3,30 para R$ 3,50. À época, a empresa responsável pelo gerenciamento do transporte (Emdec) defendeu equilíbrio do sistema.

Justificativas
 

A justificativa para o aumento do subsídio, segundo decreto assinado pelo prefeito Jonas Donizette (PSB), é a compensação dos reflexos provocados pela alta do índice de inflação. Entre eles, diz o texto, estão elevação de preços do óleo diesel e insumos para a prestação do serviço; a perda do poder aquisitivo da renda do trabalhador, em especial da população mais carente; além da "necessidade de manutenção da integridade do sistema de transporte".
 
"O subsídio mensal em 2013 era de R$ 4,1 milhões. Se você dividir os R$ 45 milhões em 12 meses, o valor atual será inferior. Por outro lado, a inflação acumulada no período foi de 20,6%, segundo o IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo]", defendeu o secretário de Transportes, Carlos José Barreiro, ao mencionar tgambém que os preços do óleo combustível, pneus, peças e acessórios dos veículos também subiram neste intervalo.
O presidente da Emdec alegou, ainda, que no período houve investimentos no setor, incluindo a troca de 326 coletivos, e que a alta no subsídio evita um repasse direto dos gastos à população. Ao ser questionado sobre possíveis novas mudanças até dezembro, ele resumiu que não há expectativa.
 
"A preservar as condições vigentes, não vamos mexer na tarifa. Digo isso porque pode acontecer algo que não imaginamos, como descontrole da inflação", disse. Em relação ao valor total que será repassado às empresas até o fim do ano, R$ 6 milhões serão destinados ao Programa de Acessibilidade Inclusiva (PAI), segundo a administração. "Dobramos o número de vans para o serviço, passaram de 25 para 50", afirmou Barreiro.

Histórico da tarifa
 

O valor cobrado pelo transporte público mudou quatro vezes durante o atual governo. Depois que os protestos de 2013 começaram a surgir em São Paulo e outras cidades do estado, Donizette baixou o preço duas vezes, de R$ 3,30 para R$ 3,20; e posteriormente para R$ 3.
 
Em julho do ano passado, a Emdec voltou a tarifa para o patamar de R$ 3,30. De acordo com a Prefeitura, para o valor chegar a R$ 3 foi necessário um subsídio mensal de R$ 6 milhões às empresas. No patamar de R$ 3,30, em meados de 2014, o aporte era de R$ 3,6 milhões.
 
Em janeiro, a Emdec anunciou que a verba mensal seria de R$ 1 milhão às concessionárias do transporte até dezembro e o secretário de Transportes, Carlos José Barreiro, garantiu que também haveria melhorias no serviço. Contudo, o valor do aporte foi alterado em março para R$ 2,5 milhões, diante da necessidade de compensar gastos e "equilibrar o sistema".


Via G1


Crise econômica traz reflexos negativos para varejo e indústria da RMC

Rua 13 de Maio, em Campinas (Foto: Arquivo)
Um balanço divulgado pela Federação do Comércio de São Paulo apontou que no primeiro quadrimestre deste ano, a região de Campinas apresentou o pior desempenho do estado, com retração de 15,5% nas vendas. O segmento de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos foi o mais afetado, com queda de 70% na comercialização de produtos, seguido do setor automobilístico, que retraiu 24% no comparativo anual.
Em relação às empresas constituídas e canceladas no primeiro semestre deste ano, a Junta Comercial do Estado de São Paulo apresentou um balanço, que foi considerado positivo pela ACIC. De janeiro a junho, foram abertas 1657 empresas e outras 1015 deixaram de existir. O balanço ficou negativo apenas no mês de fevereiro, quando foi implantado o Via Rápido Empresa em Campinas, que apresentou problemas e dificultou a execução do serviço. Com isso, apenas 67 novas empresas conseguiram se registrar na cidade, enquanto 128 fecharam as portas. De acordo com a presidente da ACIC, Adriana Flosi, a crise atingiu primeiramente as indústrias, com as demissões, que agora começam a acontecer no comércio da cidade. Segundo ela, a situação não é tão grave quanto parece para o comércio varejista, já que houve um número bom de abertura de empresas no primeiro semestre.
Na indústria da região, a situação é mais complicada. Além do cenário econômico, o setor foi afetado por outros problemas, como a crise hídrica, aumento dos impostos e as dificuldades na implantação do Via Rápido Empresa. O presidente do sindicato dos contabilistas de Campinas, Dagoberto Silvério, disse que a falta de água afastou a possibilidade de muitas empresas se instalarem na região.
Sobre a situação do Via Rápida Empresa, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo informou que entre janeiro e julho a plataforma registrou a abertura de 7.452 novas empresas, sendo 93% delas por Micros Empreendedores Individuais. Em 2014, esse número foi de 7.712, o que significa que, apesar da crise, o nível de atividade à abertura de novas empresas em Campinas continua.


Por Henrique Bueno,
Via CBN Campinas


Taxistas protestam contra circulação de carros da Uber em Campinas

Táxis fazem protesto em frente à Prefeitura de Campinas (Foto: Reprodução / EPTV)

Cerca de 300 taxistas de Campinas (SP), segundo a Polícia Militar, fazem uma carreata pelas ruas da região central da cidade nesta sexta-feira (31) em protesto contra a circulação de carros do aplicativo Uber. De acordo com o sindicato da categoria, o ato é contra o transporte remunerado de passageiros em carros sem licença. A Emdec informou que o serviço do aplicativo é clandestino.
O aplicativo da empresa Uber tem a finalidade de conectar motoristas autônomos e passageiros em busca de transporte. A empresa informou que não opera em Campinas.
O protesto começou por volta das 10h40 e o destino dos taxistas que participam da manifestação é o prédio da Prefeitura. Da sede do sindicato no bairro Bonfim, eles seguiram pela Rua Dr. Salles de Oliveira, pelas avenidas João Jorge e Moraes Salles, Rua Irmã Serafina, até chegarem na sede da administração municipal, por volta das 12h20. O trânsito foi desviado pela pista internada Avenida Anchieta.

Taxistas se reúnem na região central de Campinas (Foto: Robson Costa)
Taxistas se reuniram em frente ao sindicato para
carreata até Prefeitura (Foto: Robson Costa)
Para o presidente do sindicato, Jorge Pansani, a administração precisa conter a entrada dos motoristas do Uber, que já tem sido percebida pelos taxistas, apesar da empresa afirmar que não é possível ter carros Uber pegando passageiros na cidade.
"É sobre a Uber e os 'placas brancas' de Campinas. Tem muito clandestino. Estamos abrindo um processo civil público pra proibir a entrada do Uber na cidade, pra mostrar para as autoridads que estamos vivos", afirma. Os "placas brancas" são motoristas que atuam em porta de hotéis, segundo Pansani.
O advogado do sindicato, Ricardo Marreti, informou que deverá distribuir a ação na próxima segunda-feira (3). O processo se baseia em uma lei municipal contra o transporte clandestino.
"Os taxistas são a segurança jurídica para os passageiros, porque têm seguro, cadastro. O Uber transforma qualquer pessoa num condutor de pessoas", afirma Marreti.
Campinas tem 981 táxis convencionais, 50 táxis executivos e 20 carros adaptados com acessibilidade, segundo a entidade.

Táxis formam fila pelas ruas de Campinas em protesto (Foto: Reprodução / EPTV)Táxis formam fila pelas ruas de Campinas em protesto contra aplicativo (Foto: Reprodução / EPTV)

Transporte seria clandestino
 

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) informou, em nota, que o "transporte remunerado de passageiros intermediado pelo aplicativo é clandestino. Táxi é um serviço de utilidade pública que necessita autorização do órgão competente.O Poder Público deve planejá-lo, gerenciá-lo e fiscalizá-lo, definindo inclusive o tipo de veículo e o valor da tarifa. As permissões são outorgadas por meio de licitação".
De janeiro a maio deste ano, a entidade registrou sete autuações de motoristas que cobram pelo transporte clandestino de passageiros na cidade. A multa é de R$ 2.794,10, com apreensão do veículo.
Taxista denunciou suposto motorista Uber
No início desta semana, Robson Costa, taxista há 10 anos, contou ao G1 que denunciou para a Emdec a presença de um carro suspeito da Uber que estaria transportando pessoas clandestinamente. "São carros de São Paulo que vêm trabalhar pra cá. Estão rodando", diz.

Segundo Costa, um evento em um dos hotéis da cidade teria concentrado alguns veículos identificados como Uber no fim da semana passada.

Carro foi apreendido por suspeita de transporte clandestino em Campinas (Foto: Robson Costa)
Carro foi apreendido por suspeita de transporte
clandestino em Campinas (Foto: Robson Costa)
"Acompanhamos e pegamos um na Avenida Norte-Sul e era a terceira corrida do rapaz. O passageiro que ele estava levando tinha gastado R$ 100 nesse dia com corrida. Chamamos a Emdec. Ele não tinha documentação, permissão pra trabalhar como táxi", relata. O veículo foi apreendido pelos agentes municipais, segundo ele.
"Já soube de outro caso na rodoviária de Campinas. São aqueles carros pretos, com adesivo da Uber no vidro", afirma. A Uber informou que os carros cadastrados não usam identificação.
A Emdec informou que carros de outras cidades, táxis ou não, que estiverem transportando passageiros para Campinas podem desembarcar mas não podem iniciar uma nova corrida, prestar o serviço dentro da cidade. A fiscalização é constante e se baseia, também, por denúncias.
No entanto, a empresa municipal disse que não existe uma abordagem focada nos carros que vêm de fora para verificar se estão fazendo ou não transporte clandestino. Somente em caso de flagrante o agente pode constatar a irregularidade.
Posição da Uber
Por telefone, a empresa Uber informou que não opera em Campinas e que os carros não são identificados com placas do aplicativo. São somente carros pretos, modelo sedan, que precisam cumprir pré-requisitos, assim como os condutores, para entrar no sistema.

O aplicativo funciona em quatro cidades do Brasil: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília e informou que não há plano de expansão para qualquer outra cidade, por enquanto. Os usuários que estiverem fora dos locais de cobertura não têm como solicitar um carro pelo aplicativo, segundo a empresa.
O passageiro cadastra o cartão de crédito e o pagamento só pode ser feito por meio do sistema. Se o motorista cadastrado não mantiver a qualidade esperada e cobrada pela Uber e pelos próprios usuários, ele pode ser descastrado do aplicativo.
Segundo a empresa garantiu, em nota, "antes de aprovar um motorista como parceiro da Uber, é feita uma checagem de antecedentes nas esferas federal e estadual para verificar a idoneidade do aplicante. Ele precisa ser um motorista profissional, ou seja, deve possuir carteira de motorista com licença para exercer atividade remunerada (EAR)".

Táxis circulam no Centro de Campinas (Foto: Robson Costa)Táxis participam de carreata no Centro de Campinas contra aplicativo Uber (Foto: Robson Costa)

 
Via G1


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Sanasa pede a juiz revisão de liminar que barra 2º reajuste na tarifa este ano

A Sanasa enviou uma petição à 10ª Vara Cível de Campinas (SP), na terça-feira (28), para pedir "reconsideração" da liminar que suspendeu o aumento de 15% nas contas de água previsto para agosto. O processo foi movido pela Defensoria Pública do estado de São Paulo, com base em artigo da Lei Federal que determina intervalo mínimo de 12 meses para novos reajustes. Em fevereiro, a empresa já havia elevado a tarifa do serviço em 11,98%.
Reservatório da Sanasa no Alto Taquaral em Campinas (SP) (Foto: Manoel de Brito)

 Os defensores da Sanasa, que tem a Prefeitura como principal acionista, alegam que a alta no preço é uma "revisão extraordinária" e está fundamentada em diretrizes nacionais para o saneamento básico. Além disso, lembram que a crise hídrica impactou no caixa da empresa e que o aval da agência reguladora (Ares-PCJ) para reajuste foi concedido após estudos.


"A agência reguladora realçou que a Sanasa vem acumulando e absorvendo os impactos financeiros decorrentes da crise hídrica, que culminou com a queda no volume faturado de água e a consequente redução da receita associada ao aumento dos custos operacionais, apontando o índice de reajuste extraordinário das tarifas de água e esgoto de 36,26% [...] Entretanto, com o intuito de reduzir o impacto junto a população, ao tempo que a Sanasa tenha condições de ampliar suas gestões para equilíbrio econômico-financeiro, foi proposto um reajuste extraordinário de 15%", explicam os advogados da Sanasa no texto da petição. O pedido será avaliado pelo magistrado Maurício Simões de Almeida Botelho Silva.

Contradição

O defensor José Moacyr Doretto Nascimento frisou que a instituição permanecerá contrária ao novo reajuste. "A fundamentação não é apenas de que o reajuste não pode ser em prazo inferior a 12 meses. Discute também a conduta contraditória e outros pontos", explicou.
Por meio de assessoria, a Sanasa alegou, contudo, que ainda não foi notificada oficialmente sobre a liminar. Além disso, resumiu que avalia a possibilidade de recursos no processo. O juiz Carlos Ortiz Gomes, da 9ª Vara Cível, concedeu a liminar na segunda-feira (27).

Economia 'excessiva' A alta da tarifa foi publicada em 17 de julho no Diário Oficial e começaria a valer 30 dias após a publicação. Entre as justificativas para o reajuste também está o aumento no custo com energia elétrica. O caso teve repercussão nacional, veja no vídeo ao lado.

Caso entre em vigor, este será o quarto aumento na conta de água no governo Jonas Donizette (PSB). Em 2014, houve uma alta de 6,63% em janeiro; e em fevereiro foi criada taxa adicional de esgoto. Já neste ano, também em fevereiro, passou a ser aplicado mais um reajuste, de 11,98%; agora, a Sanasa planeja elevar em 15% o preço dos serviços. Em 2013, houve redução nos valores da tarifa social.

Quem pagava R$ 72,72 por 15 m³ de água por mês em 2012 passou a desembolsar R$ 96,83 após o aumento de 11,98% deste ano. De acordo com a Sanasa, apesar da crise hídrica foram investidos R$ 275 milhões no período de janeiro de 2013 a junho de 2015.

Ministério Público e OAB no caso


 O Ministério Público pediu explicações para a Sanasa sobre a sequência de reajustes na conta de água. Segundo o órgão, a empresa de saneamento tem 30 dias para responder o ofício enviado segunda-feira (27) pelo promotor substituto da 9ª Promotoria de Justiça, Luís Felipe Delamain Buratto. A representação foi feita por um morador de Campinas.
Na semana passada, a regional Campinas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também pediu informações para a Sanasa sobre o plano de aumento. Segundo o presidente da entidade, Daniel Blikstein, a empresa se comprometeu a encaminhar detalhes técnicos relacionados ao aumento, que serão avaliados em 20 dias a partir do recebimento.


Via G1


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Prefeitura de Campinas começa a regularizar áreas sem documentação



A prefeitura de Campinas (SP) começou nesta quarta-feira (29) um processo para regularizar as regiões do município que não possuem documentação. O trabalho teve início pelo Parque Residencial Shalon. Sete áreas devem ser beneficiadas pelo projeto até o final do ano, segundo a administração.
 
Depois de oito anos, Marcelo Chaves, morador do Residencial Shalon, vai ser dono da própria casa. “É uma sensação de vitória, né. Há muitos anos que a gente vem lutando e nada vem dando certo”, conta.

O Parque Residencial Shalon, onde ele mora, nunca foi regularizado na prefeitura. Por isso, nenhum morador tem escritura do imóvel. “A gente não tem documento e fica inseguro, né. Não dá financiamento, não dá pra vender, a casa fica menos valorizada, dificulta tudo", reclama Chaves.

Campinas começa a regularizar áreas sem documentação (Foto: Reprodução/EPTV)
Campinas começa a regularizar áreas sem
documentação (Foto: Reprodução/EPTV)

Termo de reconhecimento

No entanto, a situação do Residencial Shalon, assim como a de outros bairros irregulares, pode mudar, já que a prefeitura e a Companhia de Habitação, a Cohab, vão entregar o termo de reconhecimento de posse às famílias. Até o fim do ano, sete áreas devem ser regularizadas na cidade.
Até dezembro, a prefeitura e Cohab estimam entregar mais de 1,4 mil termos de posse. É o primeiro passo para a formalização da escritura, que acontece depois da documentação registrada no cartório. A meta é regularizar 234 áreas e para isso, está sendo feito até um mapeamento aéreo.
"Como nós já temos um cadastro de dez anos atrás esse trabalho vai favorecer para que a gente tenha uma celeridade maior no processo de regularização. Então, assim que nós tivermos esse levantamento, ele vai nos dar exatamente a quantidade de unidades habitacionais, divisa de lotes", explica a secretária de Habitação, Ana Maria Amoroso.
Área de preservação permanente

 O fato é que parte dessas regiões não podem ser regularizadas como as áreas de preservação permanente. A prefeitura diz que tem solução, só não estipula prazo.

É o caso de 300 famílias que vivem no Cidade Jardim. Segundo a prefeitura, o local não pode ser regularizado porque as casas foram construídas próximas à linha do trem, o que é proibido, e tem um projeto para passar os trilhos do BRT pela região.

Para quem vive em áreas de proteção ambiental, em Campinas, a alternativa é o Minha Casa, Minha Vida. A EPTV, afiliada TV Globo, solicitou do governo federal um prazo para que uma nova etapa do projeto seja implementada na cidade, mas a assessoria disse que não tem como dar uma resposta nesta quarta-feira sobre o caso.


Via G1


Polícia recupera carga de celulares roubada em rodovia de Campinas, SP

Uma carga de celulares foi recuperada em Sumaré (SP), nesta quarta-feira (29), após um motorista ser roubado por uma quadrilha no km 4 da Rodovia Adalberto Panzan (SP-348), em Campinas (SP), na pista sentido capital paulista. O caminhão que levava os aparelhos foi localizado quase três horas após o crime, porque a carga era monitorada por satélite.
 
Caixas dos aparelhos roubados estavam em caminhão localizado em Sumaré (Foto: Reprodução / EPTV)

A Polícia Militar estima que os produtos estejam avaliados em pelo menos R$ 1 milhão. Não houve feridos durante o crime e nenhum integrante do grupo foi identificado e preso.
 
De acordo com o chefe dos investigadores da DIG de Campinas, Marcelo Hayashi, o roubo ocorreu às 8h30 desta quarta, quando condutor e vigilantes de uma empresa de escolta foram rendidos por quadrilha armada possivelmente com fuzis.
A carga, segundo Hayashi, está aparentemente intacta e completa. "Vamos apurar para qual loja seria levada antes do roubo", disse o policial.
Caminhão com a carga de celulares foi encontrado em Sumaré  (Foto: Reprodução / EPTV)
Caminhão com a carga de celulares foi encontrado
em Sumaré (Foto: Reprodução / EPTV)
Caminhão localizado


Os vigilantes, informou a Polícia Militar Rodoviária, estavam em dois carros quando também foram abordados pelos ladrões. "Eles [suspeitos] passaram a carga para um caminhão menor. Depois, trancaram todo mundo no baú do caminhão roubado", explicou o policial militar Maxwel Marti. Os funcionários, explicou, foram liberados após chegada da corporação.

 A polícia informou que a empresa responsável pelo transporte da carga entrou em contato com a PM e passou as informações sobre o roubo. O veículo foi localizado próximo ao km 5 da rodovia.

Já o caminhão carregado com os celulares foi perseguido pela PM e parou perto de uma plantação, em Sumaré. O motorista estava sozinho e conseguiu fugir. A polícia não soube informar até a publicação se a carga estava completa ou era parcial.
 
A DIG planeja ouvir as vítimas para saber quantos suspeitos participaram do crime, embora relatos deles à PM indiquem pelo menos dez integrantes em cinco carros. Durante a ação na rodovia, os bandidos também roubaram coletes e armas da equipe de vigilância da carga.


Via G1


terça-feira, 28 de julho de 2015

Colisão entre ônibus do transporte público deixa feridos em Campinas



Uma colisão entre dois ônibus do transporte público na tarde desta terça-feira (28), no Jardim Londres, deixou 12 feridos em Campinas (SP). Segundo informações da Empresa Municipal de Desenvolvimento (Emdec), as vítimas tiveram ferimentos leves e foram encaminhadas por equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu para unidades de saúde.

O acidente entre os veículos, ambos da linha 241 (Vila Padre Manoel da Nóbrega), ocorreu na rua José Amâncio Cucati por volta das 13h15. O trânsito precisou ser bloqueado entre as vias Pelicano e José Carlos Pace, de acordo com a Emdec.

Segundo o Samu, as vítimas foram encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Centro e para o Hospital Ouro Verde. Já o Corpo de Bombeiros encaminhou outros feridos para os pronto antedimentos do Padre Anchieta e São José. Os demais passageiros foram realocados em outros veículos.
Uma equipe de perícia foi encaminhada para o local do acidente, mas ainda não há informações sobre as causas.


Via G1


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Crise provocará demissões em 30,6% das indústrias da região, diz Ciesp

O balanço do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) referente aos primeiros seis meses do ano aponta uma previsão de mais demissões no segundo semestre na região de Campinas (SP). O estudo mostra que 30,6% das indústrias planejam redução no quadro de funcionários, por conta da crise na economia.
 
De janeiro a junho, a perda de funcionários já foi uma realidade em 31,6% das indústrias, segundo levantamento do Ciesp divulgado na semana passada. Em uma metalúrgica de Campinas, voltada para a área de produção de peças para a indústria aeronáutica de óleo e gás, a redução foi de 30% no número de empregados nesse período.
"Com a baixa das vendas nesse primeiro semestre, os custos aumentaram e a empresa teve que equalizar os custos com a folha de pagamento, com a baixa demanda", explica o gerente comercial Edson Silva.

As saídas para a indústria
 

No primeiro semestre, de acordo com o estudo, 23,7% das empresas ampliaram os esforços de eficiência produtiva, 12,8% aumentaram o endividamento e 18,4% utilizaram esquemas alternativos de jornada de trabalho para driblar a crise, como entrar em férias coletivas, por exemplo.
 
Já no segundo semestre, a previsão da entidade aponta que 19,4% das indústrias planejam esforços de eficiência produtiva, 13,9% devem ter redução de linhas de produção e 11,1% declararam que fizeram as mudanças mais significativas entre janeiro e junho.
"O investimento vive de expectativa e a expectativa é muito ruim, em função da grave crise política que se criou no país agora, da crise ética, moal e econômica. É um conjunto de fatores que tiram um pouco a expectativa do empresariado", afirma o diretor do Ciesp, José Nunes Filho.
 
O índice de confiança do empresário na economia caiu de 51%, uma média histórica, para 32%, segundo o Ciesp.
 
Indústria é a primeira a sofrer as consequências da crise econômica (Foto: Reprodução / EPTV)
Indústria é a primeira a sofrer as consequências da
crise econômica (Foto: Reprodução / EPTV)
A entidade conta com 500 empresas associadas, sendo 58 multinacionais e 442 nacionais, em 19 municípios da região, são eles: Campinas, Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Conchal, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Paulínia, Pedreira, Santo Antonio de Posse, Serra Negra, Sumaré, Valinhos, outras localidades.

Efeito dos custos com água, luz...
 

Para o professor em finanças de Campinas Eli Borochovicius, devido ao aumento nos custos de água, energia e combustível, as empresas precisaram reduzir o quadro de funcionários para se manter.
"Uma indústria é uma coisa muito grande e, aí, eu gasto muito com energia, eu gasto muito com água, eu gasto muito com o transporte. Como nós vivemos hoje uma inflação por custo e não por demanda, normalmente é a indústria quem sente primeiro", afirma o professor.

Via G1


Ciclistas ignoram ciclovias e ampliam o risco de acidentes em Campinas,SP

Depois de lutar pela demarcação de faixas exclusivas, ciclistas de Campinas (SP) estão desrespeitando a legislação de trânsito no entorno da Lagoa do Taquaral. Muitos deles, que usam a via para se exercitar ou para deslocamentos, acabam invadindo a faixas destinada a veículos motorizados, aumentando o risco de acidentes.
A equipe de jornalismo da EPTV, afiliada da TV Globo flagrou imagens nos arredores da Lagoa do Taquaral onde ciclistas em grupo utilizam uma faixa inteira de automóveis para se exercitar. A produção ainda flagrou pessoas de bicicleta entrando na frente dos carros.

Ciclistas fora de ciclovia em Campinas (SP) (Foto: Reprodução/ EPTV)
"Eu procuro não invadir a pista dos ciclistas, se eles também respeitarem os pedestres tudo fica em harmonia" conta o empresário Hilário Cecarelli. Para o especialista em trânsito, José Almeida Sobrinho, os ciclistas se arriscam no trânsito ao não optar pelo uso de ciclofaixas ou ciclovias mesmo quando elas existem.
Fiscalização
"A forma de fiscalização e aplicação desta penalidade é que não existe. Os veículos, via de regra, não têm emplacamento, nem uma outra forma de identificação para que possamos individualizar e aplicar a penalidade", explica o especialista.

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) afirma que não existe um acompanhamento em relação à fiscalização dos ciclistas, porque as bicicletas não estão sujeitas à fiscalizações de trânsito. Apesar da falta de penalidades, a Emdec dizm realizar ações educativas no trânsito, que incluem as pessoas de bicicleta.

Ciclista utiliza via de carros para trafegar em Campinas (SP) (Foto: Reprodução/ EPTV)Apesar de ciclovia, ciclista utiliza faixa de carros para se exercitar em Campinas (Foto: Reprodução/ EPTV)

Via G1


quinta-feira, 23 de julho de 2015

Interior de SP quer mais água do sistema Cantareira

O consórcio que representa cidades e empresas da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) quer ficar com 31% da água do sistema Cantareira nos próximos dez anos. A associação da região de Campinas defende que a divisão do estoque com a Grande São Paulo na próxima outorga seja proporcional ao número de habitantes que dependem do manancial. Pelas regras atuais, o interior tem direito a captar 14% do sistema.

Rio Capivari-Mirim, uma das principais fontes de abastecimento de Indaiatuba (a 103 km de São Paulo)
Rio Capivari-Mirim, uma das principais fontes de abastecimento de Indaiatuba (a 103 km de São Paulo)


Na proposta, o consórcio pede que os 4 milhões de pessoas da região diretamente dependentes do Cantareira tenham direito a uma captação máxima de 10 mil litros por segundo, enquanto que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) ficaria com 24 mil l/s para atender cerca de 9 milhões de moradores da região metropolitana.

A divisão, segundo o consórcio, já leva em conta a redução da capacidade de regularização da água do Cantareira apontada em estudo feito para o consórcio pelo diretor do Departamento de Recursos Hídricos da Unicamp, Antônio Carlos Zuffo. De acordo ele, a vazão máxima de retirada do manancial é de 34 mil l/s, com 95% de segurança.

"Os valores de vazão propostos pelo Consórcio PCJ levam em conta que o aumento populacional das duas regiões durante o período da outorga, que deve ser aprovado para o máximo de 10 anos, serão supridos por outras fontes de abastecimento, como o Sistema Juqueri, a transposição do Rio Paraíba do Sul e a construção dos reservatórios nas Bacias PCJ", afirma o consórcio.

Pelas regras da outorga, de 2004, a Sabesp tem direito a 31 mil l/s de retirada do sistema, e o interior, a 5.000 l/s. A proposta do consórcio foi apresentada ao comitê das Bacias PCJ, responsável por levar a proposta da região para a Agência Nacional de Águas (ANA) e para o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE). Em 2013, o comitê havia pedido 8.000 l/s para o interior.

Pedido


A outorga do Cantareira deveria ter sido renovada em 2014, mas foi adiada para outubro deste ano por causa da crise hídrica. A Sabesp já encaminhou aos órgãos reguladores o pedido para manter o direito de captar 31 mil l/s dos reservatórios do interior, além de 2.000 l/s da Represa Paiva Castro.

A estatal afirma que é possível manter a retirada máxima de água do sistema, mudando as regras de operação dos reservatórios. A companhia sugere que um modelo que "antecipa reduções gradativas de retirada de água com base em um indicador do estado do sistema". Ou seja, se a entrada de água nas represas cai, a retirada para o abastecimento da Grande São Paulo e interior também é reduzido. A Sabesp quer ainda que a nova outorga seja por 30 anos.

Neste mês, o Estado mostrou que, se consideradas as duas propostas feitas antes do adiamento da outorga, a quantidade máxima de água a ser retirada do Cantareira supera em 12,6% o volume médio que entrou no sistema nos últimos dez anos. Segundo dados atualizados pela ANA e pelo DAEE, entre 2004 e 2014, o manancial recebeu apenas 36,4 mil l/s, volume 18,7% menor do que o registrado na série histórica de 1930 a 2003: 44,8 mil l/s.

As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


Gestante perde bebê em Hospital da Unicamp

O Hospital da Mulher (Caism) da Unicamp em Campinas (SP), unidade de referência nacional, abriu sindicâncias para investigar dois possíveis erros médicos no atendimento a gestantes. Uma das mulheres estava grávida de nove meses e perdeu o bebê. A outra teve a bolsa rompida durante um procedimento no 5º mês de gestação. As vítimas registraram boletins de ocorrência na Polícia Civil.

O Hospital do Caism, da Unicamp, firma parceria internacional para pesquisa  (Foto:  Luciano Calafiori/G1)
O Hospital do Caism, da Unicamp, apura erros médicos em gestantes (Foto: Luciano Calafiori/G1)


As apurações começaram nesta quarta-feira (22). A direção do hospital informou, em nota, que lamenta profundamente o ocorrido e determinou a instauração de investigação para apurar os dois casos e tomar as medidas cabíveis, inclusive reforçar os protocolos já existentes para casos como esses. As ocorrências foram na semana passada.

Feto morreu
 

De acordo com a direção do hospital, no dia 15 de julho, a mulher no final da gestação recebeu atendimento pois se queixava de dores abdominais e cefaleia.
 
Após a realização de exames, a paciente foi medicada e dispensada. No entanto, no dia seguinte ela retornou, fez mais exames e foi constatado o óbito do feto. A mulher precisou ser internada para indução do parto.

1º caso no Caism
 

O segundo caso, segundo a diretoria do Caism, ocorreu no dia 14 de julho com uma jovem no 5º mês de gestação que buscou o pré-natal no hospital de referência. Ela foi examinada e os médicos constataram lesões no colo do útero, que foram submetidas a uma biopsia. O hospital confirma que durante o procedimento a bolsa se rompeu e informou que essa situação nunca havia acontecido na unidade.
 
A paciente foi internada, medicada e está em observação. Exames avaliam o estado clínico da mãe, que manteve a gravidez. Mas, segundo a diretoria da unidade, se for constatado risco para a saúde da gestante, será necessária a interrupção da gestação, mediante autorização da família.

Hospital de referência
 

O Caism é um hospital de referência nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e assistência especializada à saúde da mulher e do recém-nascido. A unidade atende exclusivamente através do SUS e está preparado para dar suporte a casos de gestações de alto risco por doenças maternas e fetais.


Via G1


Câmeras flagram quadrilha armada com fuzis e explosão a caixas

Uma quadrilha de ao menos oito pessoas, armadas com fuzis, pistolas e encapuzadas, invadiu um centro educacional de Indaiatuba (SP) para explodir caixas eletrônicos na madrugada desta quinta-feira (23). Toda a ação durou cerca de cinco minutos, segundo a polícia, e foi flagrada por câmeras de monitoramento do local. Os criminosos fugiram com o dinheiro.
Assaltantes que explodiram caixa estavam encapuzados e armados com fuzis (Foto: Reprodução/EPTV)
Assaltantes estavam encapuzados e com fuzis
(Foto: Reprodução/EPTV)
O ataque aconteceu no Centro Integrado de Apoio à Educação (Ciaei), que fica a poucos metros da Prefeitura, por volta das 5h. O estabelecimento possui 70 câmeras, que possibilitaram o registro da ocorrência em vários ângulos. O alvo da quadrilha eram os caixas do banco Santander.
No vídeo acima, é possível ver o momento em que um carro prata, modelo SUV, bate no portão e, em seguida, sete homens encapuzados segurando fuzis entram no centro. Os criminosos vão até os caixas eletrônicos e, com a ajuda de lanternas, instalam os explosivos. Todos se afastam e esperam pela explosão. Logo depois, eles entram no caixa, roubam o dinheiro e fogem em alta velocidade.
Durante a manhã foi possível ver a destruição no local. A cabine de vidro ficou em pedaços, assim como os cofres e computadores.
Câmera mostra caixa eletrônico sendo explodido por quadrilha em Indaiatuba (Foto: Reprodução / EPTV)
Câmera mostra caixa eletrônico sendo explodido
em Indaiatuba (Foto: Reprodução / EPTV)
Vigilantes estavam no local

 A Guarda Municipal foi acionada por vigilantes do centro educacional, que trabalhavam em uma sala interna e conseguiram acompanhar a ação pelas câmeras. Segundo a administração municipal, eles não reagiram porque não trabalham armados.

"O vigia chamou o 190 e a primeira viatura chegou quatro minutos depois da saída deles [criminosos] do prédio", diz o secretário de segurança da cidade Alexandre Guedes.
Ninguém foi preso e não se sabe a quantia exata que foi roubada. O banco Santanter confirmou a explosão dos caixas e informou ao G1 que está colaborando com as investigações policiais.
Caixas eletrônicos ficaram destruídos após explosão em Indaiatuba (Foto: Reprodução / EPTV)Caixas eletrônicos ficaram destruídos após explosão em Indaiatuba (Foto: Reprodução / EPTV)
 
 
 
Via G1


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Morador de Campinas relata que está sem água em casa há 3 dias

O internauta Claudemir Della Porta, de Campinas (SP), denunciou ao VC no G1 uma situação de falta de abastecimento de água no bairro Residencial Nova Bandeirante nesta quarta-feira (22). Segundo ele, os moradores da região estão sem água desde a segunda-feira (20) por conta do rompimento de uma adutora em rua próxima.


O consumidor afirmou ter acionado a Sanasa logo no primeiro dia e recebeu a resposta de que a água voltaria no mesmo dia (20) às 23h. Ao ver que não havia voltado, ligou novamente e foi avisado de que o abastecimento voltaria às 15h30 do dia 21. Ao chegar nesse horário ainda não havia água e ele voltou a ligar. Desta vez, segundo seu relato, a empresa afirmou que o reparo da adutora havia sido rompido e que não havia previsão para o problema ser resolvido.
O morador afirmou que não é a primeira vez que ocorre o rompimento dessa adutora. Pelo contrário, é um problema que acontece frequentemente. Ele pede pela solução definitiva dessa situação que causa transtorno aos moradores.
Nota da redação: A Sanasa informou o G1 que o problema realmente começou no dia 20 e que foi rompida a subadutora DIC-São Bernardo. Disse ainda que os funcionários fizeram o reparo, mas que o registro se rompeu devido à pressão da água. Nesta terça (21), a empresa esteve fazendo reparos no local durante o dia e disse que será preciso trocar um tubo de 12 metros. Por esse motivo, afirmou que o abastecimento voltará à normalidade nesta quarta (22) a partir das 16h.


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Vagas para eletricistas na CPFL Campinas

Foram abertas em Campinas vagas para eletricistas, para trabalhar na CPFL ( Companhia Paulista de Força e Luz). A empresa atua em projetos e construções de subestações, linhas de transmissão e redes de distribuição aérea e subterrâneas e manutenção elétricas. Os candidatos devem ter mais de 18 anos, Ensino Fundamental (completo ou a concluir) e possuir Carteira de Motorista (CNH) nas categorias B, C, D ou E, disponibilidade para morar na cidade de trabalho, curso de NR10 Básico e Complementar (preferencialmente).As oportunidades são para trabalhar na construção de redes de energia na cidade. Além de salário compatível ao da posição no mercado, a empresa oferece benefícios como Plano de Saúde e odontológico, Seguro de Vida, Participação nos Lucros e Resultados e Vale-refeição.          Os interessados devem enviar currículo atualizado para o e-mail:recrutaservicos@cpfl.com.br, com o assunto 'CV' Campinas. Mais informações pelo telefone (19) 3756 8213.O período para se candidatar segue até agosto, sem data determinada. A empresa não informou o salário médio nem o número de vagas. 

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 102 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,5 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.2435 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil.

Via Portal Paulínia



sexta-feira, 17 de julho de 2015

Área da antiga rodoviária em Campinas terá hospital São Luiz




A Rede D’Or São Luiz comprou a área da antiga rodoviária de Campinas do grupo Cem Empreendimentos, que havia adquirido o local da Maternidade de Campinas. A área fica na Avenida Andrade Neves, onde funcionou durante 35 anos a Estação Rodoviária Dr. Barbosa de Barros. O terminal foi desativado em 2008 e implodido em março de 2010.


rodrigo capela PMC

A Rede D’Or deve construir no terreno o Hospital São Luiz, com 400 leitos. A obra terá duas fases: na primeira serão construídos 250 leitos e, na segunda, mais 150 leitos, além de UTIs. A expectativa é a criação de cerca de 2.500 empregos diretos quando o hospital estiver funcionando. O investimento previsto na construção é de R$ 200 milhões.

A Prefeitura intermediou a negociação, garantindo incentivos fiscais, com redução de Imposto Sobre Serviços (ISS) e Imposto Predial Territorial e Urbano (IPTU) para que o hospital construa a sua unidade em Campinas. “Quando o hospital estiver funcionando, vai se beneficiar da lei de nossa iniciativa que reduziu o ISS para toda a área médica e hospitalar de 5% para 2%”, disse Jonas Donizette (PSB), ao anunciar o investimento.

Fundada em 1977 com a abertura da primeira unidade Cardiolab do Grupo Labs, a Rede D’Or São Luiz vem tendo nos últimos anos uma forte de expansão com compra de hospitais pelo Brasil.
A entrada no mercado paulista se iniciou em 2011, com a obtenção dos Hospitais e Maternidades São Luiz, localizados nos bairros do Morumbi, Itaim e Anália Franco, na capital paulista.
Em 2012 adquiriu os hospitais Santa Luzia e Coração do Brasil, em Brasília, e no estado de São Paulo, assumiu o controle dos Hospitais ViValle, em São José dos Campos, do Hospital Nossa Senhora de Lourdes e do Hospital da Criança.
Em 2013, a Rede inaugurou duas unidades no Rio de Janeiro: o Hospital e Maternidade Oeste D’Or, no bairro de Campo Grande, que possui UTI Neonatal e atendimento de emergência pediátrica e adulto 24h.
Via Carta Campinas


Agente penitenciário do CDP de Campinas é morto a tiros

Um agente penitenciário foi morto a tiros no começo da noite de quinta-feira (16), no entroncamento da rodovia Anhanguera com a Dom Pedro, na altura do km 103, no sentido capital, em Campinas (SP).

De acordo com a Polícia Rodoviária, a vítima estava dirigindo quando uma moto se aproximou e efetuou vários disparos.A vítima era funcionária do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Campinas.
De acordo com a Autoban, concessionária que administra a via, às 22h30 o trecho permanecia interditado para perícia, mas não havia congestionamento.De acordo com a polícia, até a publicação da reportagem, ninguém havia sido preso.


Outro caso


Um agente penitenciário foi baleado ao estacionar em frente à própria casa na noite de 9 de julho no Jardim Adelaide, em Hortolândia (SP). A vítima tem 48 anos e contou à polícia que um veículo parou ao lado dele e fez os disparos. Foram pelo menos 10 e um deles atingiu o agente nas costas. Ele foi hospitalizado e continua em observação. 




Via G1


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Agência avalia até a próxima semana pedido de reajuste d'água da Sanasa

A Agência Reguladora de Saneamento das Bacias PCJ (Ares-PCJ) confirmou ao G1 nesta quarta-feira (15) que avalia um pedido de reajuste extraordinário feito pela Sanasa e define, até semana que vem, se a conta de água vai subir em Campinas (SP). A nova solicitação ocorre cinco meses após o aumento de 11,9% - índice acima da inflação - aplicado aos consumidores.


Em geral, o reajuste é feito anualmente, entretanto, a Ares considera que há uma motivação especial este ano por causa do aumento da energia elétrica, além das campanhas para redução de consumo por causa da crise hídrica, e já autorizou mudanças tarifárias fora do calendário para as cidades de Piracicaba e Jundiaí.
A resolução 20 da Ares define que os responsáveis por fazer a solicitação de reajuste tarifário são as empresas de saneamento. Contudo, se houver aumento, o índice é definido pela agência e passa a valer 30 dias após a publicação. Para fazer o pedido, a Sanasa teve de enviar documentos com informações financeiras da empresa.


De acordo com informações da agência, atualizadas em 3 de julho, Campinas já tem, entre as 42 cidades associadas à Ares, o maior valor por m³ de água (R$ 5,03) para consumo mínimo na categoria residencial - sem levar em conta a tarifa social. Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Sanasa preferiu não comentar o novo pedido de reajuste.


Reajuste de 11,9%
 

Na época do reajuste de 11,9%, a Sanasa justificou que precisava minimizar os efeitos da crise hídrica, como a queda no consumo e o aumento o uso de produtos químicos necessários para o tratamento da água de qualidade inferior, captada no Rio Atibaia - então com vazões muito baixas.
 
Segundo a assessoria de imprensa da Sanasa  informou à época, que haviam sido  gastos R$ 11,4 milhões a mais no tratamento da água no ano passado em relação a 2013.
 
Outro motivo alegado foi a necessidade de manter "o equilíbrio financeiro" da empresa, que havia fechado o ano de 2014 com um prejuízo de R$ 18,7 milhões. Na oportunidade, o reajuste foi aplicado em todas as faixas de consumo, exceto nas categorias "Residencial Social" e "Residencial com Ligação Coletiva".


Via G1


Servidores do CS Centro param após agressão a enfermeiro em Campinas

Paralização do Centro de Saúde do Centro de Campinas (SP) (Foto: Gabriel Nunes)


O atendimento no Centro de Saúde Mario de Campos Bueno Júnior, no Centro de Campinas (SP) foi paralisado no início da tarde desta quarta-feira (15) em um protesto para pedir mais segurança. Segundo Afonso Basílio Júnior, diretor do Sindicato dos Servidores Municipais de Campinas, por volta das 13h um paciente agrediu um enfermeiro plantonista e quebrou uma parte da parede da enfermaria com um chute.

A paciente foi atendida pelo acolhimento da enfermagem, mas precisava aguardar no local para receber instruções sobre o uso de medicamento. Segundo Basílio Júnior, ela foi até um enfermeiro, pediu que o atendimento fosse imeditado, o empurrou, tentou dar um tapa e o arranhou no rosto. O profissional de saúde precisou entrar em uma sala, que teve a parede danificada após um chute dela.




Parede danificada no CS do Centro de Campinas (Foto: Gabriel Nunes)
Parede de centro de saúde ficou danificada após
chute, segundo sindicato (Foto: Gabriel Nunes)
 Os funcionários decidiram parar o atendimento para pedir à prefeitura o reforço na segurança do centro de saúde. De acordo com o sindicalista, foi registrado um boletim de ocorrência. A Guarda Municipal e Polícia Militar chegaram a encaminhar equipes para o local.
Ainda segundo o sindicato, o serviço de atendimento do CS Centro deve continuar fechado até o fim do expediente nesta quarta-feira. Os pacientes que já estavam no local serão atendidos.

Uma reunião entre o sindicato e a prefeitura deve discutir o assunto nesta quinta-feira (16). Pelo menos até o resultado do encontro, o atendimento no CS Centro ocorre normalmente, informou Basílio Júnior.

Prefeitura responde
Por meio de nota, a Secretaria de Saúde lamentou o episódio no CS Centro. Segundo a prefeitura, todas a providências cabíveis em relação ao caso já foram tomadas.

A Secretaria de Saúde garantiu, ainda, que o local conta com segurança durante todo o horário de funcionamento e que os funcionários foram orientados para a reabertura imediata da unidade.



Centro de Saúde do Centro de Campinas tem atendimento paralisado (Foto: Gabriel Nunes)Atendimento no CS Centro será retomado nesta quinta-feira em Campinas (Foto: Gabriel Nunes)



Via G1


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Reitor diz que Unicamp vai divulgar salários com os nomes de servidores



O reitor da Universidade  Estadual de Campinas (Unicamp), José Tadeu Jorge, anunciou  que vai divulgar os salários dos servidores com a respectiva identificação nominal  do funcionário. Na semana passada, ele havia feito a divulgação parcial dos dados, ao disponibilizar uma lista onde constava apenas o salário e o número de matrícula do servidor. A lista mostrou que pelo menos 700 funcionários ganham acima do teto constitucional. De acordo com o reitor, a decisão atende à Lei da Transparência. Ele disse ainda que a divulgação vai seguir o modelo adotado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).


O reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge (à direita,) e o professor Edmundo Capela durante entrevista (Foto: Fernando Pacífico / G1 Campinas)


“Nós queremos aperfeiçoar a maneira de tornar pública essa informação. Na verdade, nossa orientação sempre foi a de fazer a divulgação nos moldes do adotado pelo TCE. Foi por isso, aliás, que divulgamos da forma como fizemos (salário + número da matrícula). Mas, há cerca de dois meses, o tribunal passou a fazer a identificação nominal", justificou.
"Por causa disso, determinei ao Departamento de Recursos Humanos que tomasse as providências para divulgar a folha com os salários e os nomes”, disse. Segundo ele, a expectativa é a de que as informações estejam disponibilizadas já na próxima folha de pagamento.O TCE divulga o número da matrícula, nome, remuneração bruta, indenizações, redutores, descontos e vencimentos.


O reitor disse ter recebido manifestações de preocupação de servidores quanto a aspectos de segurança e privacidade, mas ponderou que esse procedimento vem sendo adotado por muitos órgãos público. “O governo federal, estadual e mesmo a Justiça têm divulgado, de modo que eu não acho que estejamos incorrendo em algum erro”, afirmou.


Com 10.322 funcionários - 1.795 professores e 8.527 empregados em setores administrativos -  a Unicamp tem hoje 95,91% do seu orçamento anual de R$ 2,2 bilhões comprometidos com a folha de pagamento. Há cinco anos, esse comprometimento era de 83%.
O reitor garantiu que não há inchaço na máquina administrativa.  Diz que em 1989, a Unicamp contava com 2.150 docentes e 9 mil funcionários. “Hoje não temos nem dois mil professores e cerca  de 8,5 mil trabalhadores”, argumenta. “Com uma diferença: antes éramos uma boa universidade. Hoje somos referência mundial”, afirma.



Portaria da Unicamp é fechada por funcionários em greve no campus Campinas  (Foto: Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
Portaria da Unicamp é fechada por funcionários
em greve no campus Campinas (Foto: ST Unicamp)



Na lista, existe o caso em que um servidor recebeu no mês de junho, o salário de R$ 60.349,17 – ou seja, quase três vezes o limite definido por lei. O nome do reitor aparece na lista como inscrito em duas matrículas: numa delas recebe salário bruto de R$ 14.938,99. Noutra, o salário é de R$ 35.055,81. Há, ainda, dezenas de casos em que salário superam os R$ 30 mil e centenas acima dos R$ 20 mil por mês.
O reitor descartou a possibilidade de reduzir os vencimentos de servidores que estão recebendo acima do teto constitucional.  Há quatro dias, o G1 Campinas mostrou que pelo menos 700 servidores da Unicamp recebem remuneração bruta acima do teto constitucional, que é de R$ 21.631,05 –  o equivalente ao salário do governador.
O reitor diz que neste momento, não há o que se possa fazer para tentar reduzir os salários que estão acima do teto. “Existe uma liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que nos impede de propor qualquer ação no sentido de reduzir até o limite. A decisão diz que não poderá haver recurso até que o mérito seja julgado”, explica.
Tadeu Jorge conta que os docentes reivindicam tratamento isonômico com os colegas das universidades públicas federais. O teto das federais é estabelecido com base nos salários do Supremo Tribunal Federal (STF), o que hoje daria algo em torno de R$ 30 mil. No Estado de São Paulo, o teto é salário bate em R$ 21,6 mil. “Eles (os docentes) alegam que a lei estabeleceu critérios diferentes para carreiras praticamente idênticas. E o desembargador aceitou a tese”, afirma. Os servidores que recebem acima do teto alegam ainda, que têm direitos  adquiridos antes da Emenda de 2003, quando o limite foi definido.
Ele sustenta que os gastos com os que ganham acima do teto não chegam a afetar a saúde financeira da instituição. “Nós temos 93% dos nossos servidores abaixo do limite constitucional. O nosso problema é que os repasses estão abaixo das nossas necessidades”, argumenta.
Ele diz que em 1989, o índice repassado pelo estado era de 8,4% do ICMS. Em 1992 esse índice subiu para 9,2% e, em 1995 foi para 9,57%. “E,desde então, não houve mais nenhum reajuste”, reclama. Ele diz que a situação ainda foi agravada pela crise econômica, que desde o ano passado, produziu queda na arrecadação do ICMS entre 3% e 4%.
O reitor vê efeitos colaterais indesejáveis com adequação dos salários ao teto. “Corremos sério risco de perder quadros importantes, além de deixar de atrair novos talentos”, argumenta. “A pessoa não terá motivo algum em escolher a Unicamp para ganhar nove mil a menos”, argumenta. “Isso e uma séria ameaça à qualidade da universidade”, acrescenta.
STU
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Estadual de Campinas (STU), Marcílio Ventura, disse que a entidade defende a redução do salários para o limite constitucional.  “Primeiro achamos que as pessoas precisam explicar como chegaram a um salário que em determinados casos chegam a quase três vezes o teto. Depois, queremos que todo mundo que ganha acima, que volte a receber o teto”, acrescentou.
A Associação dos Docentes da Unicamp (Adunicamp) foi procurada pela reportagem para falar sobre a divulgação dos nomes na folha de pagamento e sobre o teto salarial, mas até o final da tarde não havia respondido ao pedido de entrevista.



Funcionários da Unicamp decidem manter greve em Campinas  (Foto: Beeroth de Souza )
Funcionários da Unicamp em assembleia em 2014,
quando se decidiu por greve (Foto: Beeroth de Souza )


Reserva

 Com redução nos repasses por conta da queda na arrecadação do ICMS, a Unicamp tem enfrentado grave crise financeira e prevê déficit orçamentário de R$ 83 milhões em 2015.
O reitor revelou que desde o ano passado tem usado parte do fundo de reserva de R$ 1,1 bilhão. Em 2014 disse que usou perto de R$ 40 milhões e, neste ano, vai utilizar pelo menos R$ 100 milhões.
Ele garantiu que os problemas financeiros não afetam as pesquisas – que em geral são custeadas por agências de fomento como o CNPq e Finep, ou mesmo por entidades internacionais. “O problema é que a gente perde a capacidade de investimento, em especial na criação de vagas de graduação”, lamenta.
“Em Limeira temos capacidade física para mil vagas, mas conseguimos operar com apenas 480. Para disponibilizar essas vagas, teríamos de contratar novos professores e isso não podemos”, argumenta. O mesmo, segundo ele, ocorre com as vagas noturnas na Unicamp.




Via
G1