terça-feira, 14 de abril de 2015

Acordo adia para esta quarta votação de emendas a projeto da terceirização


Após aprovar uma emenda que excluiu do texto as empresas públicas, a Câmara decidiu deixar para esta quarta-feira (15) a análise das demais propostas de alteração do projeto de lei que regulamenta a terceirização. A decisão ocorreu depois de acordo entre líderes partidários, que querem negociar mudanças no texto.O líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), disse que os destaques (propostas de alteração do texto) só foram divulgados no início da manhã desta terça-feira.

"Precisamos reunir a bancada para um melhor encaminhamento dos destaques, para que possamos votar amanhã [quarta] com clareza do tema", disse o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP).

O líder do governo, deputado José Guimarães (CE), disse que o acordo demonstra a necessidade de uma discussão mais aprofundada do projeto. Na semana passada, o PT tentou adiar para maio a votação da proposta, mas teve o pedido negado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).



“Houve uma pressa na votação de uma matéria complexa. Não atenderam ao nosso pedido de dez sessões para discutir. As centrais precisavam de mais tempo para discutir a matéria. Acho que tudo isso somou [para adiar a votação para esta quarta]. Ainda bem que estamos acordando enquanto ainda é tempo”, afirmou Guimarães.

Antes do encerramento da sessão, o plenário aprovou com 360 votos favoráveis, 47 contrários e 4 abstenções,
emenda que exclui as empresas públicas e sociedades de economia mista das regras previstas no projeto que regulamenta os contratos de terceirização. A exclusão ocorreu com a aprovação de um destaque de autoria do PSDB, também apoiado pelo PT.

O destaque vale para empresas públicas e sociedades de economia mista controladas por União, estados, Distrito Federal e municípios.

O projeto já exclui das regras de terceirização as fundações, autarquias e a administração pública direta, tanto no âmbito da União, quanto dos estados, Distrito Federal e municípios.

O
texto-base do projeto que altera as regras para a terceirização foi aprovado na quarta-feira passada, mas a análise das propostas de alteração do projeto ficou para esta semana.

De acordo com o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), a exclusão das empresas públicas, entre as quais Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, busca valorizar o concurso como forma de ingresso na carreira.

“Queremos que o concurso público seja a porta de entrada não só na prefeitura, mas também no Banco do Brasil. Se acabarmos com o concurso como porta de entrada, abriremos caminho para o apadrinhamento”, argumentou.

O PMDB defendeu a manutenção do texto original. Para o vice-líder do partido, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), a retirada das empresas públicas das regras que flexibilizam a terceirização vai prejudicar a competitividade e a “otimização” de recursos.

“É um retrocesso. Significa engessar a máquina pública indireta. A direta, sim, tem que ter concurso, mas na indireta não. Vamos engessar num momento em que temos que racionalizar e otimizar recursos”, afirmou.

O projeto
Criticada pelo PT e por parte das centrais sindicais, mas defendida por empresários e outros sindicatos, a proposta que regulamenta a terceirização permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função.

Atualmente, esse tipo de contratação é permitida somente para as chamadas atividades-meio – como, por exemplo, equipes de segurança e limpeza – e não para as atividade-fim da empresa.

O texto sob análise da Câmara põe fim a essa limitação, permitindo que qualquer funcionário seja terceirizado, mesmo os que exercem funções relacionadas à atividade principal da empresa.

Uma emenda de autoria do PT, que será analisada nesta quarta-feira, propõe a exclusão da possibilidade de terceirização de atividade-fim.





Alterações

 Outro ponto do texto que contraria o governo e o PT é o modelo de contribuição previdenciária nos contratos de terceirização.

O relator do projeto de lei, Arthur de Oliveira Maia (SD-BA), rejeitou proposta do governo para que as alíquotas de contribuição ao INSS fossem de 11% ou 5,5% sobre o faturamento das empresas terceirizadas.

Atualmente, conforme Maia, empresas que terceirizam mão-de-obra, ou seja, que trabalham com cessão de profissionais, e não de maquinário, pagam uma alíquota de 11% sobre a receita bruta para a Previdência.

Já empresas que terceirizam outros serviços, como transporte de carga e valores, pagam ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) uma alíquota de 20% sobre a folha de pagamento.

O governo inicialmente queria que fosse estendida para todas as empresas a cobrança da alíquota de 11% sobre o faturamento. No entanto, diante da resistência do relator, o Planalto propôs manter os 11% para terceirização de mão-de-obra e cobrar das demais empresas 5,5% sobre o faturamento.

O relator rejeitou essa proposta por acreditar que o percentual, ainda que menor, poderá representar aumento de tributos, já que incide sobre o faturamento, e não sobre a folha de pagamento.

“Eu não estou convencido de que essa alíquota de 5,5% não representa aumento na tributação. Diante da dúvida, eu não quero ser responsabilizado por isso. Então, vai ser mantido como é hoje, e não haverá aumento de impostos. Se o governo convencer os senadores de que não haverá aumento da carga tributária, que os senadores fiquem à vontade para mudar”, declarou.

Apesar de rejeitar a proposta do governo, Maia aceitou fazer uma modificação para vetar a contratação para serviços terceirizados de cooperativas e empresas beneficentes. Segundo ele, essas categorias recebem incentivos fiscais e teriam vantagem na competição com empresas que trabalham com terceirização.

"Não seria justo ela atuar, tendo tributação menor, concorrendo com empresas que têm tributação maior", ponderou.

Na semana passada, o relator já havia aceitado proposta do Executivo para repassar à empresa contratante a responsabilidade pelo pagamento de tributos e contribuições previdenciárias relativas aos contratos de terceirização.

Pelo texto, a empresa que contrata os serviços deverá reter do valor do contrato o montante relativo a impostos e pagamentos ao INSS, para efetuar o pagamento na fonte.


Via G1


Concurso MAPA (INMET) 2015: Edital e Inscrição


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) divulgou finalmente a retificação do edital 1/2015, sobre o aguardado concurso público para provimento de cargos do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A responsabilidade é da organizadora CONSULPLAN e as 242 oportunidades oferecidas se distribuem entre as carreiras de Pesquisa em Ciência e Tecnologia e Gestão, Planejamento e Infraestrutura em Ciência e Tecnologia, nos níveis médio e superior.
Inscrições
As inscrições começam às14h do dia 20 de abril e terminarão às 23h59min do dia 19 de maio de 2015, podendo ser feitas no site www.consulplan.net. Será permitida ao candidato a realização de mais de uma inscrição, desde que seja para para cargos/especialidades e turnos distintos de aplicação das provas.

As taxas de inscrição cobradas são de R$ 45,00 para os cargos/especialidades de nível superior; e, de R$ 22,50 para os cargos/especialidades de nível intermediário. Atenção: o pedido de isenção da taxa de inscrição deverá ser realizado no período entre 20 a 23 de abril de 2015.
Cargos

As vagas para a carreira de Pesquisa em C&T (nível superior) estão distribuídas entre as especialidades de: Meteorologia, Estatística, Hidrologia, Ciência da Computação, Sensoriamento Remoto e Agronomia. Para a carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em C&T de nível superior, as chances são para as especialidades de: Analista Meteorologia, Analista Telecomunicações, Analista Estatística, Jornalista, Advogado, Publicitário, Administrador, Contador, Economista, Meteorologista, Analista TI e Engenheiro. O vencimento inicial para esses cargos pode ser de até R$ 11.993,69.

Já para profissionais de nível médio, são oferecidas vagas nas especialidades de: Auxiliar de Meteorologia, Assistente TI, Técnico em Contabilidade, Técnico Administrativo, Técnico em Meteorologia, Técnico em Informática, Técnico Laboratório, Técnico em Eletrônica e Técnico Operador. O vencimento inicial pode chegar a R$ 3.700,90.

A carga horária de todos os nomeados será de 40 horas semanais e as cidades de lotação serão: Brasília - DF (sede do INMET), Manaus (AM), Belém (PA), Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Cuiabá (MT) e Goiânia (GO).
Provas

O concurso público consistirá de exames de habilidades e conhecimentos, mediante aplicação de provas objetivas de múltipla escolha e discursivas para todos os cargos/especialidades, de caráter eliminatório e classificatório. Também haverá avaliação de títulos, de caráter somente classificatório.

As provas objetivas e discursivas serão aplicadas provavelmente no dia 28 de junho de 2015 (domingo), com duração de quatro horas, em dois turnos, conforme o cargo a que se concorrer. Os candidatos devem ficar atentos, pois as informações referentes à data, ao horário e ao local de realização das provas (nome do estabelecimento, endereço e sala) e cargo/especialidade, assim como orientações para realização das mesmas, estarão disponíveis, a partir do dia 17 de junho de 2015, no site da Consulplan

As etapas seletivas serão aplicadas nas seguintes capitais de lotação mencionadas acima e os locais de realização das provas, para os quais deverão se dirigir os candidatos, serão divulgados a partir de 10 de junho de 2015 no site da organizadora.

O prazo de validade do concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado. O edital completo foi primeiramente divulgado no Diário Oficial da União, em 06 de abril de 2015 e a retificação está no DOU de 09 de abril de 2015. Todas as informações do concurso estão no site da CONSULPLAN.


Via Concursos Brasil


Vendas no comércio têm a maior queda desde agosto de 2003


Depois de crescerem no primeiro mês de 2015, as vendas do comércio varejista brasileiro voltaram a cair. Em fevereiro, em relação a janeiro, o indicador recuou 0,1%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Frente ao mesmo mês do ano passado, as vendas do comércio tiveram queda de 3,1%. Nessa base de comparação, é o pior resultado desde agosto de 2003, quando o varejo registrou baixa de 5,7%.

Considerando apenas os meses de fevereiro, foi a pior baixa desde 2001, quando houve queda de 5%.

“Depois de dois meses positivos, [o indicador] volta a cair. Aí você tem o efeito calendário em algumas atividades como material de construção, veículos e combustíveis. Os preços dos combustíveis em 12 meses cresceram 10,2%", disse Juliana Vasconcellos, gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE.

No primeiro bimestre do ano, o indicador acumula queda de 1,2% e, em 12 meses, alta de 0,9%.

“O comércio reflete o consumo das famílias. O que influencia a gente é renda, preço e crédito, de um modo geral. A massa de rendimento real dos trabalhadores cresceu 4,1% no ano anterior [comparação de fevereiro de 2013 a 2014] e nesses últimos 12 meses caiu 1,5%, comparado com 2014. Então, você tem crédito crescendo menos, renda caindo... E fora que você tem carnaval”.

De acordo com Juliana, o crédito cresceu 5,2% de 2014 para 2015, em contrapartida, ele havia crescido 7,4% de 2013 para 2014.


COMPARAÇÃO ANUAL
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Fonte: IBGE


Por categorias

De janeiro para fevereiro, venderam menos os ramos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%); tecidos, vestuário e calçados e material de construção (-0,7%); móveis e eletrodomésticos, equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%); veículos e motos, partes e peças (-3,5%); e combustíveis e lubrificantes (-5,3%).

Porém, cresceram as vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (1,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,8%).

Na comparação com fevereiro do ano passado, caíram as vendas de móveis e eletrodomésticos (-10,4%); combustíveis e lubrificantes (-10,4%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,8%); tecidos, vestuário e calçados (-7,3%); e livros, jornais, revistas e papelaria (-5,3%).

O resultado negativo nas vendas de móveis e eletrodomésticos exerceu o maior impacto do varejo. Segundo o IBGE, "tal comportamento pode ser atribuído à retirada gradual dos incentivos (redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI) direcionados à linha branca somado ao menor ritmo de crescimento do crédito".

Regiões A maioria dos estados analisados pelo IBGE mostrou vendas menores, com destaque para Goiás (-10,6%); Mato Grosso (-8,9%) e Distrito Federal e Maranhão (ambos com -8,7%).

Na comparação com janeiro, os resultados no varejo foram negativos para 19 estados. As maiores quedas foram vistas em Roraima (-8,0%); no Amapá (-6,7%); em Goiás (-2,5%); e no Ceará (-2,4%).

Varejo ampliado

Incluindo as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o varejo ampliado caiu 1,1%, o terceiro resultado negativo.

"Esse comportamento ocorre em função do desempenho negativo de veículos, motos, partes e peças, cujo resultado interanual foi de -23,7%, acumulando no ano de -19,8% e em 12 meses taxa de -12,8%", afirma o IBGE, em nota.



Via G1


Novo texto de MP abranda mudança no seguro-desemprego


Brasília - O senador Paulo Rocha (PT-PA), relator da MP 665, que altera regras para concessão de benefícios trabalhistas, reduziu em parecer apresentado nesta terça-feira os prazos iniciais estipulados no texto original do governo.

A análise da medida, editada pelo governo para ajudar a fazer um ajuste em suas contas, deve ser retomada na quarta-feira, devido a pedido de vista acordado entre os integrantes da comissão mista que precisará votá-la antes que seja enviada à
Câmara e depois ao Senado.

"Eu me propus a fazer um trabalho de mediação capaz de encontrar uma solução que pudesse ser capaz de ir de encontro aos ajustes que a nossa economia está a exigir, mas que não colocasse por terra as conquistas históricas de todos os trabalhadores", disse Rocha ao apresentar seu relatório a senadores.

"O norte da MP 665 consiste em ajustar as regras à nova realidade brasileira e, de forma complementar, para este ano, no reforço fiscal ao governo, mediante o estabelecimento de critérios mais rigorosos para a sua concessão", diz o documento apresentado pelo senador nesta terça-feira.

Para o seguro-desemprego, o governo pretendia aumentar de seis para 18 meses o período de trabalho para recorrer ao benefício pela primeira vez. O relator propõe em seu texto que essa carência seja de 12 meses.

"Verifica-se que o seguro-desemprego, que deveria ser uma fonte de renda em períodos de desaquecimento da economia do país, não está atendendo ao seu propósito real. O número de beneficiários subiu de 5,1 milhões para 8,9 milhões, enquanto a taxa de desemprego caiu de 12,3 por cento para 5,4 por cento no mesmo período", argumenta o senador em seu parecer.

No caso do abono salarial, Rocha sugere um prazo de três meses ininterruptos de atividade remunerada para o recebimento do abono salarial anual, que terá o valor máximo de um salário mínimo, para beneficiários que trabalhem em empresa que contribua para o PIS/Pasep. A regra atual estipula esse prazo em um mês. O governo, ao editar a MP, pretendia aumentá-lo para seis meses.

"O aumento proposto da exigência do tempo de permanência dos trabalhadores no ano-base para concessão do abono salarial busca valorizar aqueles que permanecem por mais tempo com algum vínculo empregatício e diminuir a pressão nas contas públicas com vistas a direcionar recursos para os demais programas sociais hoje existentes", diz o relatório.

Rocha afirmou que ainda há pontos a serem novamente negociados com o governo, centrais sindicais e parlamentares, razão pela qual não descarta mais mudanças. Foram apresentadas 231 emendas à medida.


Via EXAME


"Velozes e Furiosos 7" segue líder de bilheterias na América do Norte


Uma das estreias mais aguardadas do mês de abril, "Velozes & Furiosos 7" segue emocionando os fãs do falecido ator Paul Walker, e segue também líder de bilheterias na América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo.
Ainda sem concorrência - visto que "Os Vingadores 2: A Era de Ulton" somente esteia no fim do mês - o sétimo filme da franquia conta hoje com uma arrecadação de quase US$ 61 milhões (cerca de R$ 167 milhões).Conforme a empresa Exhibitor Relations, a produção arrecadou mais de US$ 252 milhões em apenas duas semanas na América do Norte.

O segundo lugar ficou com a animação "Cada Um Na Sua Casa", que faturou US$ 19 milhões (cerca de R$ 58 milhões) em sua terceira semana nos cinemas norte-americanos. "A Viagem Mais Longa", mais um romance adaptado de um livro de Nicholas Sparks, estreou em terceiro lugar com US$ 13,5 milhões (cerca de R$ 41,5 milhões). Um dos protagonistas do filme é Scott Eastwood, filho do diretor Clint Eastwood.

O quarto lugar ficou com a comédia "Get Hard", estrelada por Will Ferrell e Kevin Hart, que arrecadou US$ 8,6 milhões. Da Disney e há mais tempo nos cinemas, "Cinderela" aparece em quinto lugar, com US$ 7,2 milhões de arrecadação.



Fonte: Jornal do Brasil.



Rússia enviará homens à Lua em 2029, anuncia agência


A Rússia planeja enviar astronautas do país à Lua em 2029, há exatamente 60 anos do desembarque de norte-americanos.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (14) por Igor Komarov, diretor da agência espacial russa Roscosmos.

— Temos que começar a trabalhar agora para fazer isso.

De acordo com ele, a missão humana, prevista para o biênio 2029-2030, será precedida por um vôo não-tripulado em 2028.

Durante a Guerra Fria, a Rússia e os Estados Unidos protagonizaram uma corrida espacial, a qual servia para demonstrar superioridade tecnológica e ideológica de cada país. A corrida espacial começou com o lançamento do satélite artificial soviético Sputnik 1, em outubro de 1957. Doze anos depois, a missão norte-americana Apollo 11 fez astronautas pousarem na Lua.


Via R7


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Rússia libera envio de sistema de mísseis ao Irã



A Rússia suspendeu, nesta segunda-feira, um veto ao fornecimento de armamentos sofisticados ao Irã, gerando preocupação nos Estados Unidos e em Israel.


Decreto assinado pelo presidente Vladimir Putin autorizou "o envio da Rússia ao Irã" do S-300, sistema de mísseis de defesa antiaérea - envio que havia sido cancelado em 2010 após a ONU ter imposto sanções a Teerã por conta de seu programa nuclear.

O Kremlin recuou do veto após o anúncio de acordo preliminar entre potências internacionais e Irã - em que o país persa concorda com inspeções e restrições ao seu programa nuclear em troca de alívio às sanções internacionais. O acordo, do qual a Rússia faz parte, só será formalizado no final de junho.


O contrato entre Teerã e Moscou envolve US$ 800 milhões (R$ 2,5 milhões), e o governo iraniano entrou com processo judicial pedindo compensação bilionária após sua suspensão.

Israel, forte opositora do acordo nuclear Estados Unidos-Irã, criticou o anúncio.

"Isso é resultado direto da legitimidade obtida pelo Irã com o acordo nuclear emergente", disse o ministro israelense de Inteligência, Yuval Steinitz.

Ele argumenta que isso "prova" que o Irã planeja usar o alívio nas sanções para comprar armas, em vez de investir no bem-estar da população.


'Defensivo'

Mas o chanceler russo, Serguei Lavrov, alega que os mísseis são "totalmente defensivos" e não representam ameaça à segurança de nenhum país.

Entre adversários do Irã, há o temor de que o sistema seja usado justamente para proteger usinas nucleares de eventuais ataques.

O S-300 é um sistema de mísseis que pode disparar contra alvos múltiplos, incluindo jatos, ou para derrubar outros mísseis.

Ainda não está claro quando ele será entregue a Teerã.

O ministro da Defesa do Irã, Hossein Dehgan, elogiou a decisão do Kremlin, dizendo que é um passo "para a estabilidade e a segurança na região", segundo a imprensa estatal.

Nos Estados Unidos, o Departamento de Estado afirmou que o assunto foi levantado pelo secretário John Kerry em conversa com Lavrov, mas o conteúdo da conversa não foi detalhado.


Via BBC


Dilma critica no Facebook proposta de redução da maioridade penal


A presidente Dilma Rousseff publicou nesta segunda-feira, 13, em seu perfil oficial no Facebook - administrado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) - a avaliação de que a mudança da maioridade penal no Brasil para 16 anos de idade em debate no Congresso Nacional seria "um grande retrocesso" para o País. "Há poucos dias, eu reiterei aqui a minha posição contrária a esse tipo de iniciativa. E mantenho minha palavra", disse a presidente na publicação na rede social, sob o título "Sou contra a redução da maioridade penal".



Dilma Rousseff se sentindo determinada
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SOU CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
Nas últimas semanas, intensificou-se o debate sobre a redução da maioridade penal no Brasil de 18 anos para 16 anos de idade. Isso seria um grande retrocesso para o nosso País. Há poucos dias, eu reiterei aqui a minha posição contrária a esse tipo de iniciativa. E mantenho minha palavra.
Reduzir a maioridade penal não vai resolver o problema da delinquência juvenil. Isso não significa dizer que eu seja favorável à impunidade. Menores q...ue tenham cometido algum tipo de delito precisam se submeter a medidas socioeducativas, que nos casos mais graves já impõem privação da liberdade. Para isso, o País tem uma legislação avançada: o Estatuto da Criança e do Adolescente, que sempre pode ser aperfeiçoado.
Acredito que é chegada a hora de ampliarmos o debate para alterar a legislação. É preciso endurecer a lei, mas para punir com mais rigor os adultos que aliciam menores para o crime organizado.
Eu já orientei o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a dar início a uma ampla discussão com representantes das entidades e organizações da sociedade brasileira para aprimoramento do Estatuto da Criança e do Adolescente. É uma grande oportunidade para ouvirmos em audiências públicas as vozes do nosso País durante a realização deste debate.
Mas, insisto, não podemos permitir a redução da maioridade penal. Lugar de meninos e meninas é na escola. Chega de impunidade para aqueles que aliciam crianças e adolescentes para o crime.
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Para Dilma, reduzir a maioridade penal não vai resolver o problema dos crimes cometidos por menores de 18 anos. A presidente, no entanto, considera que o Estatuto da Criança e do Adolescente pode ser aperfeiçoado, e por isso orientou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a começar o debate para o aprimoramento do código junto a entidades representativas da sociedade. "É preciso endurecer a lei, mas para punir com mais rigor os adultos que aliciam menores para o crime organizado", afirmou.

A presidente frisou que ser contra a redução da maioridade penal não significa ser favorável à impunidade, já que menores que tenham cometido algum delito já estão sujeitos a medidas socioeducativas que, em casos mais graves, incluem até mesmo a privação de liberdade. "Lugar de meninos e meninas é na escola. Chega de impunidade para aqueles que aliciam crianças e adolescentes para o crime", completou.


Via Atarde
 
 
 
 
 
 


Agência Fitch muda para negativa a perspectiva de bancos brasileiros


A agência de classificação de risco Fitch revisou nesta segunda-feira (13) a perspectiva da nota dos bancos brasileiros, de estável para negativa. As revisões envolvem diversos grupos financeiros, incluindo Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo a Fitch, as ações de rating seguem a recente revisão da perspectiva da nota de crédito do Brasil, também de estável para negativa, e a análise divulgada no último dia 6 de que os bancos brasileiros enfrentarão "tempos difíceis" este ano e deverão lucrar menos em 2015.

As notas do Bradesco e Itaú permanecem um degrau acima das de bancos controlados pelo governo como Banco do Brasil, BNDES e Caixa.

"A Fitch continua a acreditar que os perfis de crédito, tanto do Bradesco como do grupo Itaú atendam aos critérios para serem classificados acima do rating soberano, devido à sua diversificada e estável captação, à forte lucratividade no Brasil, em comparação com outros bancos em todo o mundo, ao seu diversificado mix de negócios, sólidos e adequados recursos, boas tendências da qualidade de ativos, suportados por forte provisionamento para perdas de crédito e capital suficiente", destacou a agência.

A Fitch ressalva, porém, que os dois bancos [Bradesco e Itaú] deverão continuar sendo afetados pelo desenvolvimento do mercado financeiro brasileiro, "resultando em mudança estrutural de sua lucratividade e tendências de capitalização".

Lucro menor


 Na última semana, a Fitch divulgou um relatório prevendo que os
bancos brasileiros devem lucrar menos em 2015, mas que essa queda será "administrável" e dentro de faixas aceitáveis para os ratings da maioria dos bancos.

Os bancos públicos deverão ser os mais afetados, seguidos pelos de pequeno e médio porte, segundo a agência. A lucratividade menor, disse a Fitch, se deve ao aumento nas despesas de provisionamento (reserva que os bancos guardam para cobrir calotes), em razão do fraco ambiente operacional.

Confira a relação de bancos envolvidos nas ações de rating:

Banco da Amazônia S.A. (BdA)

Banco do Brasil S.A. (BdB)

Banco Votorantim S.A. (BV)

BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. (BV Leasing)

Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB)

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)

Caixa Econômica Federal (Caixa)

Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul)

Banco Société Generale Brasil S.A. (BSGBr)

Banco Cacique S.A. (Cacique)

Banco Pecúnia S.A. (Pecúnia)

Banco Santander (Brasil) S.A. (Santander Brasil)

Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (Santander Leasing)

Banco Safra S.A. (Safra)

Safra Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (Safra Leasing)

Banco Bradesco S.A. (Bradesco)

Bradesco Seguros S.A. (Bradesco Seguros)

Itaú Unibanco Holding S.A. (IUH)

Itaú Unibanco S.A. (Itaú Unibanco)

Banco Itaú BBA S.A. (IBBA).



Via G1


domingo, 12 de abril de 2015

Crise se espalha e coloca em risco conquistas da nova classe média


Um dos méritos dos tempos de crescimento econômico e das políticas sociais do governo foi garantir que a chamada nova classe média pudesse olhar no longo prazo e planejar o futuro. Segundo especialistas em baixa renda, os 35 milhões de brasileiros que saíram da pobreza tiveram acesso não apenas ao iogurte e ao televisor de 42 polegadas. Finalmente puderam almejar o ensino superior, a casa própria em área com infraestrutura básica e assumir gastos fixos com serviços mais sofisticados - como a internet, que amplia a rede de amigos e as oportunidades de trabalho. Mas a recessão que ronda o País pode comprometer a escalada na pirâmide social.

Dois indicadores divulgados na semana passada sinalizaram uma tendência nefasta para essa parcela. De um lado, o IPCA, que mede a inflação oficial do País, passou de 8% no acumulado em 12 meses. A taxa de desemprego da Pnad Contínua, que detalha o mercado de trabalho em 3,5 mil municípios, subiu para 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro. Há um milhão a mais de desempregados. Ou seja, os números atestam a deterioração simultânea do emprego formal e do poder de compra.

"Ninguém duvida de que a fantástica ascensão da classe média vai dar uma brecada", diz Ricardo Paes de Barros, professor do Insper e pesquisador dedicado a temas como desigualdade social, educação, pobreza e mercado de trabalho. "A discussão agora é se a crise será grave o suficiente para reverter seus ganhos." Como esse segmento da população está espalhado pelo País e atua nos mais diversos setores da economia, Paes de Barros acredita que a "brecada" não é homogênea. Neste momento, tende a ser sentida por moradores de grandes centros urbanos. "A parcela urbana é mais conectada à economia de mercado e, por isso, mais sensível às suas variações", diz.

O cenário, porém, é "preocupante", na avaliação de Luciana Aguiar, diretora da Plano CDE, empresa especializada em baixa renda. "As despesas da casa, com aluguel e supermercado, consomem quase 40% da renda, sem incluir luz e água, que também aumentaram. O poder de compra caiu e, se perder o emprego formal, essa parte da população fica refém do curto prazo: volta a administrar a sobrevivência no dia a dia e esquece o futuro."

Segundo a economista Alessandra Ribeiro, da Tendência Consultoria, já é possível identificar arranhões na conquista mais preciosa - a carteira de trabalho assinada. Pela primeira vez desde a eclosão da crise internacional em 2008, as empresas fecham postos de trabalho. Em janeiro e fevereiro, o saldo (relação entre contratações e demissões) foi negativo, indicando extinção de vagas.


 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Aprovação a Dilma continua em 13%, diz Datafolha


A aprovação à presidente Dilma Rousseff (PT), medida pelo número das pessoas que consideram o governo "ótimo" ou "bom", permaneceu em 13%, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11). A taxa é a mesma da pesquisa realizada em março.

Apesar de a avaliação positiva do governo continuar no que é considerado seu ponto mais baixo desde o início do seu primeiro mandato, em 2011, os números mostram, porém, que a popularidade da presidente parou de cair.

O levantamento foi realizado pelo Datafolha com 2.834 pessoas de 171 municípios do país entre nos dias 9 e 10 de abril, e divulgado hoje por meio do site do jornal "Folha de S.Paulo". A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O resultado da pesquisa de avaliação do governo de Dilma feita neste mês é:


- Ótimo/bom: 13%
- Regular: 27%
- Ruim/péssimo: 60%
- Não sabe: 1%

A
pesquisa anterior registrou 13% (ótimo/bom), 24% (regular), 62% (ruim/péssimo) e 1% (não sabe).

De acordo com o Datafolha, a atual taxa de aprovação de Dilma (13%) só é comparável com os piores momentos dos ex-presidentes Itamar Franco (12% em novembro de 1993) e Fernando Henrique Cardoso (13% em setembro de 1999, quando o pais sentia os efeitos da alta do dólar).

Na véspera de ser afastado da Presidência por um processo de impeachment, em 1992, Collor tinha 9% de aprovação, lembrou o Datafolha. Essa foi a pior taxa apurada em toda a série de pesquisas nacionais do Datafolha.

O Instituto Datafolha informou que também seguem estáveis, em patamares recordes, as expectativas dos entrevistados para a economia. Para 78%, a inflação deverá subir "no próximo período". Para 70% dos entrevistados, o desemprego vai aumentar e, para 58%, a situação econômica do país "deve piorar".



Via G1


Troca do RG pela nova identidade com chip começa no próximo dia 17

Daniella Jinkings
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A troca da cédula de identidade (RG) pelo novo cartão do Registro de Identidade Civil (RIC) vai começar no próximo dia 17. As pessoas selecionadas serão convocadas por carta a partir desta semana.

De acordo com o Ministério da Justiça, os habitantes de Brasília, Rio de Janeiro e Salvador serão os primeiros a receber as cartas. As cidades de Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) também fazem parte do projeto piloto, e o início da convocação terá início ainda no primeiro semestre.



A nova identidade foi lançada em dezembro, mas o período de transição de governo atrapalhou o início do processo de troca. Segundo o Ministério da Justiça, os cartões das pessoas selecionadas já estão prontos, pois foram feitos com base nos cadastros repassados pelos estados.


O ministério também informou que os cidadãos escolhidos para a troca do documento foram escolhidos aleatoriamente pelos estados. A estimativa é que este ano 2 milhões de brasileiros façam a substituição.


O RIC é um cartão magnético, com impressão digital e chip eletrônico, que incluirá informações como nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade e assinatura, entre outros dados. O Ministério da Justiça estima que a substituição da carteira de identidade será feita, gradualmente, ao longo de dez anos.


A emissão do RIC em 2011 será custeada pelo Ministério da Justiça, por isso, a pessoa não precisará pagar pela troca. Segundo o ministério, o investimento no primeiro ano será de cerca de R$ 90 milhões.


Edição: Nádia Franco




Argentina emite mandado de prisão contra Justin Bieber e dois guarda-costas


A Argentina emitiu um mandado internacional de prisão contra a estrela pop Justin Bieber e dois guarda-costas do jovem cantor canadiano, segundo a rede peruana de notícias RPP.

O pedido de detenção remetido à Interpol está relacionado com o processo de uma alegada agressão a um fotógrafo, numa discoteca, em novembro de 2013 e apropriação indevida da câmara fotográfica do queixoso.

O mandado de captura internacional é assinado pelo juiz de instrução Alberto Baños, contra Justin Bieber e dois colaboradores, identificados como sendo Hugo Alcides e Terrence Reche Smalls, tendo como fundamento o facto de terem expirado os prazos para que os pretensos acusados prestassem declarações de modo voluntário no âmbito do processo judicial.



Avião da Germanwings é evacuado após ameaça de bomba


BERLIM (Reuters) - Um avião da Germanwings que faria um voo da Alemanha para a Itália foi evacuado na noite de domingo, devido a uma ameaça de bomba, disse a companhia.

A Germanwings, uma unidade de baixo custo da companhia aérea alemã Lufthansa, tem estado no centro das atenções depois que um de seus aviões caiu em uma montanha nos Alpes franceses este mês, matando todos a bordo.

A companhia aérea disse que o piloto do vôo 826 4U para Milão estava taxiando a aeronave antes da decolagem quando recebeu uma chamada da torre de tráfego aéreo no aeroporto de Colônia/Bonn para abortar o vôo.

Os passageiros e a tripulação desocuparam o Airbus A320 de forma ordenada, disse a empresa, sem precisar quantas pessoas estavam a bordo. A Germanwings disse que a polícia federal alemã tinha recebido uma ameaça de bomba, mas não forneceu mais detalhes.

O porta-voz do aeroporto de Colônia/ Bonn não pude ser imediatamente contatado para comentar o assunto. A polícia federal não atendeu imediatamente o pedido de comentários.

A Germanwings disse que estava tentando oferecer aos passageiros voos alternativos enquanto o A320 estava sendo vistoriado por cães farejadores.


(Por Andreas Cremer)



Turquia classifica de infundadas declarações do papa sobre genocídio de armênios



O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Mevlut Cavusoglu, considerou hoje "infundadas" e "longe da realidade histórica" as declarações do papa Francisco, que classificou de "genocídio" o massacre dos armênios pelas forças otomanas durante a 1ª Guerra Mundial.

"A declaração do papa, que está longe da realidade jurídica e histórica, não pode ser aceita", afirmou Cavusoglu, numa mensagem na
rede social Twitter.

"As autoridades religiosas não são para incitar ressentimento e ódio com alegações infundadas", acrescentou o governante turco.

O papa Francisco utilizou hoje (12) a palavra “genocídio” para falar do massacre dos armênios há 100 anos.

“No século passado, a humanidade passou por três tragédias sem precedentes. A primeira, que foi largamente considerada como ‘o primeiro genocídio do século 20, atingiu o povo armênio”, declarou Francisco numa missa na Basílica de São Pedro, em Roma, durante a qual citou um documento assinado em 2000 pelo papa João Paulo II e pelo patriarca armênio.

“As duas outras [tragédias humanas]
foram praticadas pelo nazismo e pelo estalinismo. E mais recentemente [houve] outros extermínios de massa, como no Camboja, em Ruanda, Burundi ou na Bósnia”, acrescentou, citado pelas agências internacionais de notícias.

As declarações do papa foram feitas na abertura de uma missa em memória dos armênios massacrados entre 1915 e 1917, concelebrada com o patriarca armênio e na presença do Presidente da Armênia, Serzh Sargsyan.

Segundo a agência France Presse, mesmo que o papa João Paulo II tenha usado o termo “genocídio” no documento assinado em 2000 com o patriarca armênio, trata-se da primeira
vez que um papa o utiliza publicamente ao falar do massacre dos armênios no início do século passado.

A Armênia estima que 1,5 milhões de armênios tenham sido mortos entre 1915 e 1917, no final do império otomano, com vários historiadores e muitos países tendo reconhecido o genocídio.

Via JB