terça-feira, 29 de abril de 2014

Google convoca professores brasileiros para dar aula no YouTube

O YouTube EDU, canal brasileiro dedicado a promover a educação, ganha hoje três mil vídeos e agora soma 11 mil conteúdos sobre temas exclusivos do currículo do Ensino Fundamental. Mas o Google não está satisfeito: a empresa lança esta semana campanha a fim de atrair mais professores para dar aula online.

Os canais cadastrados desde o lançamento da iniciativa, em novembro de 2013, ganharam visibilidade. Dos 26 canais parceiros desde o início, 90% observaram aumento significativo em suas taxas de visualização, segundo o Google.

“A plataforma já se mostrou uma ferramenta poderosa e com capacidade para ajudar a elevar a educação em todo o Brasil. Nesta nova etapa, estamos confiantes que atingiremos um público ainda maior e um conteúdo ainda mais rico”, explica Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann, que submete os vídeos a curadoria para garantir precisão e relevância das informações ensinadas em cada um deles.

O Google avalia que ainda há oportunidades de expansão do conteúdo gerado por professores de todo o Brasil. “Sentimos uma carência de vídeos das disciplinas de Humanas – Língua Portuguesa, História e Geografia, por exemplo - para o ensino médio e ainda mais abrangente para o ensino fundamental”, afirma Flavia Simon, diretora de Marketing no Google e responsável pelo YouTube Edu no Brasil. “Queremos que os professores explorem seu lado criativo e empreendedor", finaliza ela.


Com a iniciativa, as duas instituições pretendem estimular a produção de conteúdo educacional por professores brasileiros e aproveitar o alcance da internet para levar conhecimento a estudantes de todas as idades, lugares e classes sociais.
 
Olhar Digital


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Greve suspende cirurgias eletivas no Hospital Ouro Verde em Campinas


Em meio à maior epidemia de dengue da história de Campinas (SP), com 14 mil casos confirmados, os funcionários da área de enfermagem, recepção e apoio do Hospital Municipal Ouro Verde entraram em greve na manhã desta segunda-feira (28). Eles reivindicam melhores condições de trabalho.

A cidade enfrenta uma crise na saúde, com superlotação e falta de funcionários nas unidades médicas que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Com a paralisação, a administração do hospital suspendeu as cirurgias e exames eletivos, aqueles que não são consideradas de urgência e emergência. Ao todo, a unidade conta com 1,3 mil funcionários.

Esquema de plantão
De acordo com a vice-presidente do Sinsaúde, Leide Mengatti, os funcionários trabalham nesta segunda em esquema de plantão. "Temos falta de funcionários em todos os segmentos, mas principalmente na enfermagem", conta. A categoria acusa a Prefeitura de um déficit de 200 trabalhadores na unidade que, no sábado (26), registrou uma espera de aproximadamente dez horas por atendimento.

Além da contratação de novos trabalhadores, a categoria pede segurança, adequação dos materiais básicos, regularização das horas-extras e fim do assédio moral. O presidente do Sindicato dos Médicos de Campinas, Casemiro dos Reis Junior, explica que apesar dos médicos não aderirem à paralisação, os serviços ficarão comprometidos. "Sem o pessoal da enfermagem é difícil trabalhar. A equipe médica tem que se adaptar à situação", explica.


A administração do hospital alegou, por meio da assessoria de imprensa, que faltam 174 funcionários, de todos os setores, na unidade. Segundo a previsão apresentada pela Prefeitura, os cargos abertos devem ser ocupados em 30 dias, sendo 64 preenchidos no dia 2 de maio e os outros 110 em até um mês.

Outra proposta apresentada pelo hospital é a separação dos dois prontos-socorros, infantil e adulto, que deve começar a ser feita a partir desta segunda. A administração do Ouro Verde disse ainda que pede o aumento do patrulhamento da Guarda Municipal na região.

Mediação
Uma audiência de mediação entre o Sinsaúde e administração do hospital foi agendada no Ministério Público do Trabalho (MPT), às 13h30, desta segunda. O encontro é para tentar um acordo que encerre a paraliasção.

Crise na saúde
No sábado, a espera por atendimento no Hospital Ouro Verde chegou a cerca de dez horas, devido ao número de pessoas que procuraram a unidade com sintomas de dengue e pela prioridade dada aos casos mais graves, segundo a Prefeitura.

Na sexta-feira (25), o Hospital e Maternidade Celso Pierro, da PUC-Campinas, emitiu nota pedindo para os pacientes procurassem outros hospitais devido à superlotação. Eram 47 pessoas internadas, sendo que a capacidade é para 20. Ainda na sexta, pacientes que procuraram o Pronto Atendimento São José foram dispensados, caso o diagnóstico deles não fosse considerado grave.

G1


Feira do emprego em Campinas oferece vagas e inscrição para cursos



A Prefeitura de Campinas (SP) realiza entre esta segunda (28) e quarta-feira (30) uma feira do emprego, com diversos serviços ao trabalhador, como cadastramento e encaminhamento para vagas e inscrições para cursos de qualificação profissional, emissão de carteira de trabalho, recrutamento e seleção, formalização de microempreendedor individual, atendimento para jovens em busca do primeiro emprego, entre outros. O espaço montado na Praça Rui Barbosa, no Centro, funciona as 8h às 17h.

Até quarta-feira, a feira do emprego também vai oferecer atendimentos com unidades móveis do Porta Aberta, Bilhete Único, Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa), Procon e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Na primeira edição do evento, realizada em 2013, 25 mil pessoas foram atendidas em cinco dias.

Dia do Trabalho
Já na quinta-feira (1º), Dia do Trabalho, a partir das 12h, a Praça João Amazonas (região Campo Grande) receberá programação especial com shows de artistas como Belo, Art Popular, Banda Pollo, Cezar e Paulinho, Mato Grosso e Matias, Melanina Carioca, entre outros, além de apresentações de bandas locais.

O encerramento da festa será com o espetáculo "Em busca da Triple Volta" dos Irmãos Sabatino, com trapezistas e a subida de um balão com performances acrobáticas. 

G1



Mortes por obesidade triplicam no Brasil em 10 anos

O número de brasileiros mortos por complicações diretamente relacionadas à obesidade triplicou em um período de dez anos, revela levantamento inédito feito pelo Estadão Dados com base em informações do Datasus. Em 2001, 808 óbitos tiveram a doença como uma das causas. Em 2011, último dado disponível, o número passou para 2.390, crescimento de 196%.

O aumento também foi significativo quando considerada a taxa de mortos por 1 milhão de habitantes. No mesmo período de dez anos, a taxa dobrou. Foi de 5,4 para 11,9, segundo informações do Ministério da Saúde. Os dados levam em consideração as mortes nas quais a obesidade aparece como uma das causas no atestado de óbito. Segundo especialistas, como o excesso de peso é fator de risco para diversos tipos de doenças, como câncer e diabetes, o número de vítimas indiretas da obesidade é ainda maior.

"As causas mais comuns de morte relacionadas à obesidade são as doenças cardiovasculares, como o enfarte e o acidente vascular cerebral (AVC). Sabemos, porém, que ela também está relacionada a muitos outros problemas, como apneia do sono, insuficiência renal e vários tipos de câncer", afirma o endocrinologista Mario Carra, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Segundo o Ministério da Saúde, o aumento das mortes é um reflexo da "epidemia de obesidade" registrada hoje no país. "Outros países viveram isso primeiro, com alto consumo de alimentos industrializados e sedentarismo. O Brasil, ainda que mais tarde, está vivendo agora. Pesquisas feitas anualmente pelo ministério mostram que a obesidade e o sobrepeso têm aumentado muito", afirma o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Magalhães. O último levantamento da pasta mostrou que mais da metade dos adultos brasileiros tem sobrepeso e pelo menos 17% da população está obesa.

Hábitos – Para especialistas, não é só a mudança de hábitos dos brasileiros que aumentou a mortalidade por obesidade. De acordo com Marcio Mancini, chefe do grupo de obesidade e síndrome metabólica do Hospital das Clínicas de São Paulo, as políticas públicas de prevenção e tratamento devem ser aprimoradas. "Não se faz prevenção em unidades básicas de saúde. Há o tratamento para diabetes, colesterol, hipertensão, mas pouco se faz para barrar o ganho de peso. Essa mesma preocupação deveria existir nas escolas", afirma ele.

De acordo com o especialista, quanto mais cedo se instala a obesidade, mais cedo a pessoa pode morrer. "Se uma pessoa já tem obesidade mórbida com 20 anos e permanece assim, a doença vai encurtar a vida desse paciente em 12 anos", diz ele. Para Maria Teresa Zanella, endocrinologista da Unifesp, é preciso mudar os hábitos desde a infância. "As crianças vivem em apartamento, jogam videogame e comem produtos industrializados. São alimentos que têm um sabor agradável e as crianças vão se acostumando, mas isso deve ser evitado", diz ela.

Além da prevenção falha, os médicos apontam estrutura insuficiente para o tratamento da obesidade. "O SUS não oferece o tratamento medicamentoso, e os centros de referência para cirurgia bariátrica não dão conta da demanda", diz Mancini. Em março, pelo menos 3.000 obesos de várias regiões do Brasil lotaram o ginásio da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para passar por triagem em busca de cirurgia bariátrica. A fila de espera tem 2.000 pessoas.

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Egito condena à morte mais de 680 ligados à Irmandade Muçulmana

O líder da Irmandade Muçulmana, Mohamed Badie, e outros 682 réus islamitas considerados leais ao presidente destituído Mohamed Morsi foram condenados à morte nesta segunda-feira (28) por um tribunal egípcio. Todos foram acusados de atos de violência.

As sentenças serão encaminhadas à Mufti, a autoridade religiosa mais alta do Egito, que irá confirmar ou não a decisão do Tribunal. A decisão final deve ser divulgada em 21 de junho.
Os condenados foram julgados por participação em manifestações violentas em Minya em 14 de agosto de 2013, mesmo dia em que mais de 700 partidários de Morsi morreram em protestos violentamente reprimidos no Cairo.Várias mulheres que aguardavam o veredicto nas proximidades do tribunal desmaiaram ao tomar conhecimento da sentença.

Entre os 683 condenados nesta segunda-feira, apenas 50 estão detidos. Os demais estão em liberdade sob fiança ou são considerados foragidos.
Mohamed Badie, líder da Irmandade Muçulmana, tem outros julgamentos abertos, nos quais também pode ser condenado à pena de morte.Também nesta segunda-feira, um tribunal do Cairo declarou a proibição do Movimento de 6 de Abril, o principal grupo de jovens que liderou a revolta contra o presidente Hosni Mubarak, destituído em 2011.

O grupo critica atualmente o regime comandado pelo exército. As forças de segurança mataram 1.400 manifestantes desde o golpe de Estado de 3 de julho que destituiu o presidente islamita Mohamed Morsi, o único eleito democraticamente na história do Egito.
A turbulência no Egito se aprofundou desde julho de 2013, quando o Exército depôs Morsi. As forças de segurança já mataram centenas de manifestantes da Irmandade nas ruas e prenderam milhares de outros - atualmente, mais de 15 mil partidários de Morsi e militantes da Irmandade Muçulmana estão detidos.

Condenações confirmadas
Em outra decisão nesta segunda, o Tribunal de Minya confirmou a sentença de morte para 37 outros integrantes da Irmandade que foram condenadas em março.
Neste julgamento, 529 integrantes da organização foram condenados. A sentença de morte foi recomendada para todos. Entretanto, 492 sentenças foram transformadas em prisão perpétua.

Os 37 condenados à morte do primeiro julgamento devem aguardar agora que o grande Mufti do Egito, a principal autoridade religiosa do país, confirme ou anule a sentença, como determina o procedimento jurídico egípcio.A decisão judicial de condenar à morte esse número tão elevado de pessoas não tem precedentes na história do Egito e despertou a críticas de países ocidentais e de organismos de direitos humanos.

Irmandade Muçulmana
A Irmandade Muçulmana, um grupo fundamentalista muçulmano, foi fundada há 85 anos no Egito, e atuou na clandestinidade até o início de 2011, quando houve a queda do ditador Hosni Mubarak. O grupo logo se organizou em um partido e venceu as primeiras eleições seguintes, colocando Mohamed Morsi no poder.

A plataforma do partido político da Irmandade convoca o Egito a ser um "estado civil democrático, com uma base islâmica", dizendo que aceita os preceitos da democracia liberal, como a existência de eleições livres, a transferência de poder e a soberania dos órgãos eleitos no estabelecimento de leis. Mas o grupo, juntamente com outros muçulmanos, colocou cláusulas na Constituição pós-Mubarak prevendo que as leis aprovadas pelo parlamento não deve contradizer a sharia, ou lei islâmica.

Um ano após sua eleição, entretanto, Morsi foi retirado do poder pelos militares, por ele "não ter cumprido as expectativas" do povo. Desde então, seus seguidores passaram a ser perseguidos e centenas de integrantes da Irmandade Muçulmana foram presos e julgados.

G1


Ministro da Fazenda diz que Brasil conseguiu reduzir desemprego mesmo com crise internacional

Para Mantega, país conseguiu manter o estado de bem estar social, gerando emprego e reduzindo a desigualdade de renda.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o Brasil foi um dos poucos países que conseguiu reduzir o desemprego em meio à grave crise da economia internacional. “Mesmo durante os cinco anos da crise, conseguimos manter o estado de bem estar social, gerando emprego e reduzindo a desigualdade de renda”, ressaltou ao participar da 4ª edição do Seminário Revista Brasileiros, em São Paulo.

Ao avaliar a atual situação da economia brasileira, nesta segunda-feira (28/04), Mantega frisou que o Brasil se saiu melhor da recente crise financeira, iniciada em 2008, que das anteriores. “Hoje o Brasil está preparado para a retomada do crescimento da economia, que já está ocorrendo. O que tem puxado a economia para baixo são os fatores externos”, justificou.

O ministro voltou a dizer que o grande objetivo da política econômica é melhorar o padrão de vida da população. “O Brasil é um dos poucos países onde a qualidade de vida vem melhorando para a grande maioria da população. Entre 2003 a 2013, por exemplo, a renda per capta cresceu 29,3%”.

Solidez Fiscal

Durante sua apresentação sobre Rumos da Economia Brasileira, Mantega reafirmou o compromisso do governo em manter a solidez fiscal neste e nos próximos anos. De acordo com ele, o país mantém sólidos os fundamentos fiscal e monetário. “Na parte fiscal, mantivemos os superávits primários para continuar com a trajetória de queda das dívidas bruta e liquida”.

Com relação à inflação, o ministro disse que ela permanece sob controle e que isso é fundamental, pois inflação alta “prejudica tanto trabalhadores quanto investidores”. Ele ainda apontou os alimentos e as bebidas como os principais vilões da inflação. “No momento, a inflação sofre o efeito do choque dos alimentos, mas fechará o ano dentro dos limites da meta”, garantiu.

Investimentos

Para Guido Mantega, o aumento dos investimentos, principalmente em infraestrutura, também é prioridade da política econômica. “Os investimentos serão a locomotiva do novo ciclo de expansão. A projeção é que eles cresçam em média 7% ao ano, entre 2014 e 2022”.

Entre 2003 e 2013, os investimentos cresceram 6,1%. De acordo com o ministro, essa é uma bela taxa de expansão. “E tem gente que acha que nós descuidamos dos investimentos em favor do consumo. Isso é um equívoco. Em 2013, por exemplo, os investimentos cresceram 6,2%, enquanto o consumo, 2,3%”, comentou.

Mantega ainda falou sobre a importância do programa de concessões em infraestrutura, que nos próximos cinco vai movimentar cerca de R$ 700 bilhões. “Esse é um programa que vai dinamizar os investimentos do Brasil, reduzir custos e ampliar a oferta”.
Fonte:


domingo, 27 de abril de 2014

Israel inicia homenagem as vítimas de Holocausto em cerimônia solene

Ao acender seis tochas em memória dos seis milhões de judeus exterminados pelo nazismo, Israel iniciou nesta noite a comemoração do Dia em Lembrança dos Mártires e Vítimas do Holocausto, de marcado luto nacional.

Sob o lema este ano de "No abismo: 1944 entre a Aniquilação e a Libertação", os atos oficiais foram iniciados no Museu do Holocausto (Yad Vashem) de Jerusalém, com a presença de importantes personalidades políticas, militares e religiosas, e de convidados locais e estrangeiros.

O presidente do Estado de Israel, Shimon Peres, afirmou no ato que a existência do moderno Estado israelense "dissuade contra qualquer tentativa de um novo Holocausto".

"Uma Israel forte é nossa resposta aos horrores do anti-semitismo, mas não desculpa o resto do mundo de sua responsabilidade por não ter impedido que esta doença retornasse aos seus lares", discursou.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ressaltou a necessidade de "lembrar uma ameaça existencial", e se perguntou se "os dirigentes mundiais não puderam advertir do perigo" que significava o nazismo no século passado.

Reiterou que o Irã procura um acordo com a comunidade internacional que permita a ele continuar com seu programa nuclear ao mesmo tempo em que consegue que se aliviem as sanções internacionais contra ele, e advertiu da ameaça que isso representa.

A cerimônia aconteceu na Praça do Gueto de Varsóvia, onde seis sobreviventes acompanhados por familiares prenderam as tochas, intercaladas por apresentações musicais e a leitura de suas experiências.

Proeminentes rabinos recitam salmos, a oração fúnebre judaica do "Kadish", e o Male Rajamim, em memória das almas desaparecidas durante o Terceiro Reich.

Yad Vashem é a instituição pública que conserva a memória deste obscuro episódio e preserva os "Testemunhos de vida" de três milhões de vítimas que foram identificadas até agora.

Amanhã, segunda-feira, tanto na Sala da Lembrança do museu, como no parlamento (Knesset), serão lidos os nomes das vítimas e às 10h (locais, 04h de Brasília) durante dois minutos será paralisada toda atividade em estradas, ruas, comércios e instituições, quando serão ouvidos pelos alto-falantes e meios de comunicação as sirenes antiaéreas.

As televisões transmitem documentários e filmes sobre o Holocausto e acontecem atos institucionais e religiosos em lembrança dos desaparecidos como consequência da "Solução Final", a política nazista destinada a exterminar o judaísmo europeu.

Israel fixou o Dia do Holocausto uma semana antes da data de fundação do Estado judeu de acordo com o calendário hebreu, uma comemoração que nos países ocidentais acontece em 27 de janeiro, data da libertação do campo de Auschwitz pelas tropas soviéticas.

Em Israel vivem atualmente 193 mil sobreviventes do Holocausto, que sofreram na própria pele as consequências das políticas racistas dos guetos e campos de concentração e extermínio construídos pelos nazistas e os regimes colaboracionistas, sobretudo no centro e leste da Europa.

A idade média dos sobreviventes é de 85 anos, e cerca de 13 mil deles morreram no último ano, segundo as estatísticas mais recentes.

O Ministério da Educação israelense lançou recentemente um novo programa curricular para estender o ensino do Holocausto desde o pré-escolar, apesar de alguns críticos advertirem que os menores de seis anos são pequenos demais para compreender o episódio.

Em outra prática iniciada há 15 anos, milhares de israelenses e judeus de todo o mundo viajaram no fim de semana à Polônia para participar da "Marcha da Vida", que imita, mas ao contrário, o percurso feito pelos internos em seu caminho às câmaras de gás de Auschwitz, desde os barracões do campo de Birkenau.

Um relatório anual da Universidade de Tel Aviv divulgado hoje mostra que os ataques violentos no mundo contra judeus diminuíram 19% em 2013 em relação ao ano anterior, embora alerta que o anti-semitismo está se expandindo pela Europa especialmente entre os setores da extrema direita.


Sismo de 3,2 sentido no arquipélago dos Açores sem registo de danos

Um sismo de magnitude 3,2 na escala de Richter foi sentido, esta madrugada, no arquipélago dos Açores, sem que haja registo de danos ou pedidos de intervenção.

O epicentro do abalo, registado nas estações da Rede Sísmica do Arquipélago dos Açores às 01:28 (02:28 em Lisboa), foi localizado na ilha do Faial, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Fonte do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores disse à agência Lusa, cerca de quatro horas depois, não terem sido registados danos nem pedidos de intervenção.

Diário Digital / Lusa


Aplicativo permite identificar pessoas procuradas pela justiça

Por meio do aplicativo lançado pelo Ministério da Justiça nesta quinta-feira (24), qualquer pessoa pode saber se um cidadão está sendo procurado pela justiça e pela polícia por meio de um cadastro com 352 mil mandados de prisão, por diversos delitos, que aguardam cumprimento.

Como utilizar

A consulta é gratuita. Basta baixar o aplicativo Sinesp Cidadão, escolher o módulo Consulta a Mandados, e digitar dados da pessoa: nome, nome da mãe (ou genitora, como o software sugere) e os números de algum dos seus documentos: RG, CPF, título de eleitor, passaporte, certidão de nascimento ou casamento, carteira profissional, PIS PASEP, entre outros.

Caso haja nomes iguais ou semelhantes, é possível refinar a busca, com detalhes como órgão expedidor do documento consultado, ou o número do processo ou mandado referente àquela pessoa.

Quando o nome da pessoa é localizado entre a relação de mandados de prisão em aberto, o aplicativo informa mais detalhes, como apelido do cidadão procurado, sua nacionalidade ou data de nascimento.

Quando alguém identificar um mandado referente a alguém, basta acionar a polícia para que ela localize a pessoa e cumpra o mandado.

O aplicativo foi desenvolvido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, com suporte do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e banco de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O Conselho Nacional do Ministério Público é parceiro do Sinesp.

O novo módulo já está disponível para Android e estará disponível para iOS em 10 dias.

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Naufrágio leva a demissão do primeiro-ministro

O primeiro-ministro sul-coreano apresentou hoje a demissão, numa intervenção televisiva transmitida em direto, assumindo pessoalmente a responsabilidade pelo naufrágio do navio 'Sewol' a 16 de abril, que causou mais de 300 mortos e desaparecidos.
"Peço desculpa por ter sido incapaz de impedir este acidente de ter acontecido e de ter sido incapaz de gerir corretamente as suas consequências", disse Chung Hong-won que afirmou, em seguida, que, por isso, "devo assumir as minhas responsabilidades e pedir a demissão".

A Presidente Park Geun-hye já aceitou a demissão, mas esta só se tornará efetiva após a conclusão das operações de busca, indicou o seu porta-voz.
O Governo, assim como a maior parte das instituições oficiais relacionadas com o caso, têm sido alvo de fortes críticas das famílias das vítimas que acusam as autoridades de terem exagerado, nas suas declarações, a dimensão dos meios envolvidos em relação àqueles realmente presentes no local do acidente.

O número de mortos confirmados é agora de 188, mas 114 pessoas continuam desaparecidas, muito provavelmente no interior do navio que naufragou a 16 de abril, com 476 pessoas a bordo, das quais 325 estudantes liceais.

Onze dias após a tragédia, as equipas de salvamento perderam qualquer esperança de encontrarem sobreviventes e as famílias denunciam o ritmo a que, segundo estas, foram levadas a cabo as operações de recuperação dos corpos.

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Lula diz que julgamento do mensalão teve 80% de decisão política

Em entrevista a TV portuguesa, ex-presidente negou existência do esquema.
Ele também disse que 'não tem problema' se povo protestar durante a Copa.

Em uma de suas poucas manifestações públicas após o fim do julgamento do mensalão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que as decisões do Supremo Tribunal Federal no processo foram, em sua maior parte, políticas e não jurídicas. A afirmação foi feita numa entrevista realizada na última sexta (25) à TV portuguesa RTP e publicada neste domingo (27) no site da emissora.

Lula falou sobre o caso quando indagado sobre o impacto do escândalo sobre a campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff e sua própria popularidade. Ele negou a existência do esquema, que segundo o STF, consistiu na compra de apoio político no Congresso no início de seu governo, entre 2003 e 2005.

"O mensalão, o tempo vai se encarregar de provar, que o mensalão, você teve praticamente 80% de decisão política e 20% de decisão jurídica", disse. "O que eu acho é que não houve mensalão. Eu também não vou ficar discutindo a decisão da Suprema Corte. Eu só acho que essa história vai ser recontada. É apenas uma questão de tempo, e essa história vai ser recontada para saber o que aconteceu na verdade", afirmou o ex-presidente.

Lula disse que embora haja "companheiros do PT presos", disse que "não se trata de gente da minha confiança". Entre os petistas presos, estão o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, todos quadros históricos do partido fundado por Lula.

Ele também disse que o "processo foi um massacre que visava destruir o PT, e não conseguiram". Na ação penal, Lula não foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República, que não encontrou indícios para acusá-lo de qualquer crime.

O PT sempre negou a existência de distribuição de dinheiro para políticos em troca de votos e alega que os pagamentos eram para honrar dívidas de campanha de partidos aliados não contabilizadas.

Eleições e Copa
Na entrevista, que durou quase 40 minutos, embpra questionado, o ex-presidente evitou falar sobre as atuais dificuldades da presidente Dilma Rousseff no governo. Voltou a negar que será candidato do PT e demonstrou convicção de que sua sucessora será reeleita.

Ele também comentou sobre a possibilidade de protestos durante a Copa do Mundo, que poderiam abalar a popularidadede Dilma, a exemplo do que ocorreu em junho do ano passado.

"Deixa o povo ir para a rua, não tem nenhum problema. É um povo indo para a rua protestando e outro povo indo para a rua para ver o jogo <...> O que importa é que nós temos que garantir tranquilidade para os jogadores. Não é em qualquer momento que a gente pode receber no Brasil um Cristiano Ronaldo, um Leonel Messi, um Neymar. Não é em qualquer momento que a gente pode receber essas figuras importantes", disse.

Num dos momentos em que foi mais enfáticos na entrevista, Lula rebateu críticas relacionadas ao custo da Copa e à deficiência do país em infraestrutura, educação e saúde que motivaram as manifestações de junho do ano passado. Ao enumerar uma série de conquistas do governo petista, explicou que o "povo quer mais".

"Nós não vamos conseguir em 11 e nem 15 anos resolver as mazelas e as responsabilidades de cinco séculos. O dado concreto é que nós conseguimos evoluir de maneira extraordinária", disse. Disse achar "ótimo" o povo querer mais, "porque quanto mais as pessoas reivindicam, mais nós temos que fazer".
Disse também que a não se faz a Copa do Mundo "pensando em dinheiro", em relação aos gastos. "A Copa é um encontro de civilizações. É a oportunidade que o Brasil tem de mostrar sua cara, do jeito que o Brasil é, com pobreza, com tudo o que o Brasil tem, mas com beleza também. É hora do mundo ver o Brasil como é, colocar os pés no chão do Brasil".

Economia e política internacional
Mais da metade da entrevista focou a situação econômica de Portugal e da União Europeia, ainda em crise. Ao falar sobre a relação comercial entre o Brasil e Portugal, Lula considerou uma "vergonha" o valor das transações entre os dois países, de cerca de 2 bilhões de euros, "muito pouco", segundo ele.

"Eu acho que o Brasil tem que olhar com muito mais carinho para Portugal e Portugal olhar com muito mais carinho para o Brasil", afirmou o ex-presidente, que também lamentou o fato de empresários chineses, e não brasileiros, terem comprado estatais portuguesas privatizadas.

Questionado sobre a atual política externa brasileira, Lula negou que ela tenha deixado o "protagonismo" e uma "visão política global", como sugerido pela entrevistadora.

"A política do governo é a mesma. A Dilma tem a mesma convicção e a mesma força que eu tinha para a política internacional. Acontece que quando a Dilma assumiu a Presidência houve um fortalecimento da crise econômica", justificou, dizendo que a preocupação da presidente passou a ser mais interna.


Fonte: Portal G1


Autarca "apalpa" traseiro da rainha Máxima da Holanda

Um vídeo que dá a ideia de um autarca holandês aproveitar uma cerimónia para apalpar o traseiro da rainha Máxima da Holanda está a gerar furor naquele país. O responsável local justificou-se dizendo não se lembrar de o ter feito, pelo menos de uma forma consciente.

No passado sábado, a Holanda comemorou o Dia do Rei, ocasião

em que o país celebrou o 47.º aniversário do rei Guilherme Alexandre.

Os meios de comunicação social holandeses "online" divulgaram um vídeo em que se vê o autarca da cidade de Amstelveen, Fred Graaf, aparentemente a acariciar as nádegas da monarca argentina, de 42 anos, na presença do próprio rei. Inclusivamente, no vídeo ouve-se a voz de um homem a gritar: "Ele está a tocar-lhe no traseiro!".

Confrontado com as imagens, o autarca recusou as acusações. "Não me recordo, mas de nenhum modo tê-lo-ia feito de uma forma consciente. Sei muito bem que aquilo não ficou nada bem", disse Fred Graaf à televisão holandesa.

O presidente da Câmara de Amstelveen fez notar que as imagens não permitem ver se estava realmente a tocar na rainha. "Podia ter havido uma distância de um centímetro entre nós", referiu.

Veja o vídeo.


http://www.jn.pt/


sábado, 26 de abril de 2014

Seguranças do COL ficarão dentro da Arena Pantanal no segundo jogo teste

O jogo entre Luverdense e Vasco neste sábado (26), segundo evento teste da Arena Pantanal, em Cuiabá, deverá ter a presença de 300 'stewards', seguranças do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo da Fifa, que ficarão dentro do estádio. As informações são da Secretaria da Copa (Secopa).

Esses profissionais, capacitados para atender os torcedores, também estarão presentes durante os jogos do Mundial, que começa no próximo dia 12 de junho, e do qual Cuiabá vai sediar quatro jogos.

A partida de sábado é válida pela Série B do Campeonato Brasileiro e deverá contar ainda com a presença de mais de 1,4 mil profissionais entre policiais civis, militares, federais, policiais rodoviários federais, bombeiros, e servidores do Juizado Especial, Secretaria de Transportes Urbanos da capital (SMTU), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Defensoria Pública, Promotoria e Agência Brasileira de Inteligência para garantir a segurança dos torcedores.

Conforme a Secretaria de Segurança do estado (Sesp), a presença dos 'stewards' na arena vai permitir que mais policiais sejam colocados do lado de fora do estádio. Os veículos do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel, assim como a Plataforma de Observação Elevada, que captam as imagens em tempo real de toda a movimentação na parte interna e externa da arena, também estarão no estádio. O confronto está marcado para as 15h20.

O primeiro jogo teste da Arena Pantal foi realizado entre Mixto e Santos, no dia 2 de abril, pela Copa do Brasil.

CenarioMT


Obama vai consultar líderes europeus sobre novas sanções contra Moscou

BRASÍLIA - Os Estados Unidos vão consultar os principais dirigentes europeus nesta sexta-feira (25) sobre a possibilidade de novas sanções contra a Rússia, anunciou o presidente Barack Obama.

Durante visita a Seul, o presidente informou que pretende coordenar uma aproximação com os aliados europeus, depois de os Estados Unidos terem concluído que a Rússia não fez nada para cumprir o acordo firmado na semana passada em Genebra, a propósito da crise na Ucrânia.

"Vou falar com os europeus outra vez, esta noite, não com todos, mas com os principais, para assegurar-me de que partilham a minha avaliação sobre a situação desde as negociações de Genebra", disse Obama em entrevista.

Washington tem definidas várias sanções contra a Rússia, "que estão prontas para ser decretadas", acrescentou.

Ontem à noite, o secretário norte-americano, John Kerry, lembrou que Moscou "não cumpriu a iniciativa mínima" para pôr em prática o acordo concluído em Genebra, com o objetivo de diminuir a tensão na Ucrânia.

DCI


A Copa no Rio terá equipes especializadas para combater hackers

 Hackers
O Exército brasileiro montará 12 equipes para atuar na defesa cibernética das cidades sede da Copa do Mundo, que começa em junho.

O objetivo é trabalhar no combate a ataques de hackers a sistemas e serviços que, se comprometidos, afetarão a segurança do Mundial.

A seleção vem sendo realizada desde dezembro entre militares das três forças (Marinha, Aeronáutica e Exército). As equipes funcionarão 24 h e se reportarão a um comando central, em Brasília.

A PF (Polícia Federal) e o Exército têm informações de que grupos ou hackers solitários de diferentes pontos do mundo aproveitarão a Copa para atacar. Além dos sites do evento, o esquema de vigilância engloba desde o sistema de telecomunicações do país até sinais de trânsito.

Por: Isaias Lima dos Santos / Newstechbrasil.com.br