quinta-feira, 9 de julho de 2015

Começam em Toronto os Jogos Pan-Americanos 2015

Trinta e seis esportes, 52 modalidades, aproximadamente 61 mil atletas representando 41 países. Os números são indicativos da grandiosidade dos Jogos Pan-Americanos de 2015. Entre 10 e 26 de julho, a cidade canadense de Toronto, além de outras 17 regiões metropolitanas da província de Ontario, receberão a 17ª edição do evento.O Time Brasil, marca da delegação brasileira em Jogos Olímpicos, da Juventude, Pan-americanos, Sul-americanos e da Lusofonia, será representado por 590 atletas, sendo 314 homens e 276 mulheres, mais 230 integrantes de equipes técnicas (como treinadores, médicos e fisioterapeutas), totalizando 820 credenciados. A eles, somam-se algumas dezenas de não credenciados, chegando a cerca de mil brasileiros envolvidos no evento.A cerimônia de abertura do Pan será na sexta (10), mas algumas competições começaram na terça-feira. No polo aquático, a equipe brasileira feminina empatou com a do Canadá (7 a 7). No mesmo esporte, a equipe brasileira masculina venceu os anfitriões por 11 a 9.Organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), a delegação brasileira no Canadá será a maior que já deixou o país. Em 2011, nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, o Brasil foi representado por 515 atletas. O número só não supera a participação brasileira nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, que contou com 660 atletas.Ex-jogador de vôlei, medalhista olímpico em Los Angeles 1984 e membro do Comitê Olímpico Internacional, Bernard Rajzman será o chefe da missão brasileira no Pan 2015.“O COB levará a Toronto uma grande estrutura a fim de dar total apoio aos atletas brasileiros. Sair do Brasil com uma delegação tão grande é um imenso desafio, mas estamos confiantes de que nossos atletas representarão muito bem o país. Certamente essa competição motivará ainda mais a todos para os Jogos Olímpicos Rio 2016”, afirmou Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB.Colocar o Brasil entre os três principais medalhistas do Pan 2015 é uma das metas do COB. Em Guadalajara 2011 foram conquistadas 141 medalhas: 48 de ouro, 35 de prata e 58 de bronze. O melhor resultado do Brasil em Jogos Pan-Americanos foi em 2007, no Rio de Janeiro, com 157 medalhas (52 de ouro, 40 de prata e 65 de bronze).InvestimentoMais de 70% dos atletas brasileiros que participarão no Pan são beneficiados com recursos do governo federal: 290 das categorias nacional, internacional e olímpica do Programa Bolsa Atleta e mais 80 da Bolsa Pódio – a categoria mais alta, para aqueles que estão entre os melhores do mundo em seu esporte e com chance de conseguir medalha nos Jogos Olímpicos Rio 2016.As categorias do Bolsa Atleta são: Atleta de Base (R$ 370), Estudantil (R$ 370), Nacional (R$ 925), Internacional (R$ 1.850) e Olímpico/ Paraolímpico (R$ 3.100). Em 2014, o programa teve 6.570 atletas de esportes e modalidades olímpicas e paraolímpicas beneficiados, mais 558 de outros esportes e modalidades não-olímpicas e não-paraolímpicas. Os investimentos no ano passado foram de cerca de R$ 100 milhões.A categoria Bolsa Pódio é para atletas indicados pelas respectivas Confederações, que estejam ao menos entre os 20 primeiros do mundo. Em junho de 2015, o Bolsa Pódio contava com 144 atletas de esportes olímpicos e 84 de paraolímpicos. O investimento do governo federal é de cerca de R$ 29 milhões por ano.O Brasil competirá nos seguintes esportes:Atletismo, basquete, boxe, canoagem velocidade, ciclismo estrada, ciclismo pista, esqui aquático, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, hóquei sobre grama, karatê, lutas, natação, patinação artística, polo aquático, rúgbi, squash, taekwondo, tênis de mesa, tiro esportivo, vela, vôlei de praia, badminton, boliche, canoagem slalom, ciclismo BMX, ciclismo MTB, esgrima, futebol, ginástica trampolim, golfe, hipismo, levantamento de peso, maratona aquática, nado sincronizado, pentatlo moderno, remo, saltos ornamentais, softbol, tênis, tiro com arco, triatlo e vôlei.

Fonte: Portal Brasil,



Câmara aprova projeto que limita gastos de campanhas eleitorais

Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira o texto-base do Projeto de Lei (PL) 2.295/15, que regulamenta pontos infraconstitucionais da reforma política. A votação dos destaques ficou para a próxima terça-feira.O substitutivo apresentado limita o gasto de campanhas eleitorais de candidatos à Presidência da República, governos estaduais e prefeituras municipais, com base no valor declarado na eleição anterior à entrada da lei em vigor. Para o primeiro turno, o limite estabelecido é 70% do gasto declarado para o cargo, na circunscrição eleitoral em que houve apenas um turno e 50% do maior gasto para onde houver dois turnos. Caso haja segundo turno, o limite de gasto será 30% superior ao previsto anteriormente.No caso das eleições para senador, deputados estaduais, distrital e vereador, o limite será 70% do maior gasto declarado para o cargo, na circunscrição eleitoral. Para os deputados federais, o projeto limita o valor da campanha a 65% do maior gasto efetuado para o cargo no país."Procuramos colocar um teto nos gastos de campanha acima do teto dos gastos que temos hoje. Por exemplo, hoje um partido coloca R$ 1 milhão de teto para os seus deputados e outro coloca R$ 15 milhões, então há disparidades enormes. Então, colocamos um teto que será corrigido daqui para a frente pela inflação%u201D, disse o relator. Maia estimou que, no caso das eleições para deputados federais, o teto deve ficar entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões.O projeto determina ainda que uma empresa pode contribuir com até 2% do faturamento bruto no ano anterior à eleição, sem poder exceder o limite de R$ 20 milhões. Pela proposta, esse será o valor máximo que um partido poderá receber de uma única empresa. Também proíbe que pessoas jurídicas, que mantenham contratos de execução de obras com órgãos da administração direta e indireta, façam doações para campanhas eleitorais na circunscrição em que têm o contrato. Antes a restrição abrangia também as empresas com contratos de prestação de serviços ou fornecimento de bens. Mas essa restrição foi retirada a pedido dos líderes partidários.Assim, se uma empresa tem compromissos contratuais com a prefeitura de uma cidade, não poderá doar para campanhas de candidatos do município. Se tiver contrato com o governo federal, estará impedida de doar para eleição de presidente da República. %u201CNosso objetivo específico com esse limite é dar uma resposta a tudo que vem acontecendo no país em razão da Lava Jato%u201D, disse Maia.O tempo das campanhas também fica reduzido para 45 dias, permitindo a propaganda a partir do dia 15 de agosto. Na TV e no rádio, o horário político inicia 35 dias antes do pleito. Se o projeto apresentado for aprovado, as legendas definirão, entre o fim de julho e o início de agosto, quem vai concorrer. O projeto também reduz o tempo das campanhas no rádio e na TV. Atualmente, os partidos têm até 30 de junho para escolher seus candidatos, com a campanha começando na rua e na internet a partir de 6 de julho.O projeto cria ainda uma cláusula de barreira para os candidatos a cargos majoritários e proporcionais participarem de debates televisivos, assegurando a participação daqueles cujos partidos tenham mais de nove representantes na Câmara dos Deputados. Também limita a presença de apoiadores nos programas eleitorais a 10% do tempo total da campanha.Outra mudança, determina o registro impresso de voto na urna eletrônica. Além disso, a proposta ainda reserva, nas três eleições que se seguirem à aprovação da lei, no mínimo de cinco a 15 por cento do montante do Fundo Partidário de cada partido, para o financiamento de campanhas nas eleições proporcionais das mulheres candidatas.Deputados do PT, PSOL, PSB e PCdoB criticaram o modo como o texto, um substitutivo do relator Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi apresentado. Segundo eles, a matéria só poderia ter sido colocada em apreciação após a conclusão das votações da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma política.%u201CA proposta apresentada legitima o financiamento empresarial das campanhas. Na verdade, o que a proposta faz é respaldar uma proposta constitucional de uma matéria que ainda passa por avaliação de sua redação final. O que está acontecendo aqui nem é uma reforma política, nem uma reforma eleitoral verdadeira%u201D, disse o deputado Glauber Braga (PSB-RJ).Mesmo com as críticas, o texto foi aprovado em votação simbólica. Antes, o relator, a pedido de líderes partidários, admitiu todas as 96 emendas apresentadas à proposta.

Via Agência Brasil



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Senado aprova estender regra de ajuste do mínimo para aposentadoria

O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) a medida provisória que prorroga até 2019 o atual modelo de reajuste do salário mínimo e estende a regra para as aposentadorias. Como foi votada sem mudanças em relação ao texto aprovado pela Câmara, a matéria segue agora para sanção presidencial.Pela medida provisória, o mecanismo de atualização do salário mínimo continuará a ser calculado com a correção da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores.A MP foi editada em março pela presidente Dilma Rousseff, mas não incluía a extensão da regra para aposentados, o que foi incluído na Câmara por meio de emenda. O governo é contra a mudança porque alega que extensão da norma para aposentados pode comprometer as contas previdenciárias. Segundo o ministro Carlos Gabas (Previdência), a alteração gera R$ 9,2 bilhões em gastos extras por ano – sendo R$ 4,6 bilhões em 2015.A votação nesta quarta no Senado foi marcada por diversas tentativas de governistas para impedir a aprovação da matéria com o trecho que contraria o governo. Inicialmente, os senadores José Pimentel (PT-CE) e Cristovam Buarque (PDT-DF) tentaram aprovar uma emenda para alterar o texto, o que faria com que o projeto voltasse à Câmara e não seguisse direto para sanção. A mudança, no entanto, foi rejeitada.A emenda de Cristovam propunha que, ao invés de levar em conta o INPC, o índice para a correção do mínimo fosse o IPC-C1, relativo às famílias com renda mensal entre um e dois salários mínimos e meio. Cristovam discutiu com o senador Paulo Paim (PT-RS) de forma acalorada sobre a emenda. Paim acusou o pedetista de "trair" os trabalhadores, já que se a emenda fosse aprovada, o texto voltaria para nova análise da Câmara. (veja vídeo)Polêmica sobre redação finalDepois da rejeição da emenda, o texto principal acabou sendo aprovado, conforme a Câmara votou e diferente do que o governo pretendia. Com esta derrota, o líder do governo, Delcídio do Amaral (PT-MS), tentou uma manobra regimental para adiar a análise da redação final da matéria. A votação da redação final é parte do trâmite no Senado, e ocorre sempre após a aprovação do texto principal e da análise das emendas.De acordo com senadores ouvidos pelo G1, a manobra do líder do governo de adiar a análise da redação final visava dar mais tempo para o governo negociar saídas para o impacto que a extensão do reajuste para a Previdência pode causar.Delcídio explicou, no entanto, que o pedido para adiar a votação foi para que os senadores soubessem como o texto final ficou após a aprovação de algumas alterações de redação pelo plenário.A expectativa de Delcídio era que a redação final fosse votada apenas a partir da sessão desta quinta (9). Apesar disso, Renan Calheiros decidiu colocar o texto final em votação e rapidamente a votação foi concluída.Após a votação, ao ser questionado se Dilma vai vetar o trecho que estende a regra de reajuste para a aposentadoria, Delcídio afirmou que o "governo vai tomar as providências devidas". "Com todo respeito, essa proposta de corrigir a aposentadoria com o reajuste do salário mínimo, nós sabemos como ela acaba", complementou.

Via G1



Deputados aprovam reforma política em 2º turno




Deputados aprovam reforma política em 2º turno Gustavo Lima/Câmara dos Deputados/ Divulgação
O plenário da Câmara aprovou há pouco, em segundo turno, por Por 420 a favor, 30 contra e 1 abstenção, o texto-base da proposta de reforma política. Entre os temas aprovados estão o fim da reeleição, a possibilidade de empresas doarem a partidos políticos, o voto obrigatório, a manutenção do sistema proporcional e das coligações para o Legislativo.

Um acordo de líderes deixou a votação dos destaques ao texto para a próxima terça-feira (14). Os destaques, de caráter supressivo, podem retirar do texto temas aprovados em primeiro turno.

Amanhã (8), a Câmara deve analisar o texto infraconstitucional para regulamentar alguns pontos da reforma, como o que trata do financiamento de campanhas por empresas. A Constituição não tem regra sobre o financiamento de campanhas.

Pela matéria aprovada, essas doações ainda estão permitidas, mas só podem ser endereçadas aos partidos. Pessoas físicas podem doar para a legenda e para o candidato. Ficou mantida a distribuição de recursos do Fundo Partidário e serão ainda definidos os limites de gastos e de doações.

A votação da reforma política começou no fiml de maio e foi concluída, em primeiro turno, no dia 16 de junho. Entre os pontos mantidos está a manutenção do sistema proporcional. Pelo modelo, deputados e vereadores são eleitos de acordo com a votação do partido ou da coligação. É feito um cálculo para que cada legenda ocupe as vagas entre as mais votadas. Também foi aprovado, por uma maioria de 452 deputados, o fim das reeleições para prefeitos, governadores e presidente da República.


Além da Câmara, o Senado está também debatendo a reforma política. Um ponto de divergência entre deputados e senadores é o que muda para cinco anos a duração de todos os cargos, inclusive de senador, a partir de 2020.

De acordo com o texto aprovado em primeiro turno, os eleitos em 2016 e em 2018 terão mandatos de quatro anos. A transição prevê ainda mandato de nove anos para senadores eleitos em 2018.

Hoje, após reunião com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), relator da reforma na Câmara, e Romero Jucá Jucá (PMDB-RR), o relator no Senado, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que há a possibilidade das duas Casas do Congresso terem entendimentos diferentes sobre os mesmos temas. “Há propostas do Senado que vão tramitar em separado e que virão para cá, para ser apreciadas à parte da nossa emenda constitucional. A nossa emenda, eles podem escolher parte ou total; a parte que eles acolherem será promulgada e a outra parte vai tramitar em separado” disse.





Via EBC


Jovens terminam ensino médio sem aprender o básico, mostra pesquisa





Pesquisa feita com jovens que terminaram o ensino médio mostra que há uma desconexão entre o que é ensinado nas escolas e os conhecimentos e habilidades exigidos na vida adulta. A pesquisa Projeto de Vida – O papel da Escola na Vida dos Jovens, da Fundação Lemann, foi apresentada nesta quarta-feira (8) em seminário que debate a base curricular nacional comum para a educação básica.

A análise dos resultados mostra que falta aos jovens competências básicas em comunicação, raciocínio lógico e tecnologia. Também foi constatado que há dificuldades de interpretar o que leram, de se expressar oralmente e de construir argumentos consistentes. Além disso, os entrevistados sentem dificuldades para
escrever textos do dia a dia como um e-mail e enfrentam problemas com a concordância e ortografia.
A pesquisa constatou problemas de comunicação, raciocínio lógico, tecnologia e interpretação de texto, por exemplo
A pesquisa constatou problemas de comunicação, raciocínio
 lógico, tecnologia e interpretação de texto, por exemplo

Foram entrevistados jovens que concluíram o ensino médio – 80% de escolas públicas – que ingressaram recentemente no mercado de trabalho, na faculdade, além de professores, empregadores, especialistas em educação e organizações não governamentais que atuam na formação e orientação de jovens.

No campo do raciocínio lógico, a pesquisa mostra que os jovens não dominam conteúdos básicos da matemática, têm dificuldades com estimativas de valores, com cálculos de descontos e reajustes e para ler planilhas e gráficos.

Jovens ouvidos relataram que já erraram ao passar troco a clientes e que saíram da escola sem noções básicas de
informática, o que dificultou a entrada no mercado de trabalho. “Apesar de extensos, ainda falta aos currículos conteúdos e habilidades que são essenciais para a vida adulta”, diz a pesquisa Projeto de Vida.

Ela aponta que a base curricular nacional comum para a educação infantil, fundamental e média, em discussão no Ministério da Educação, é uma oportunidade de diminuir a desconexão entre o que é ensinado na escola e o que o jovem realmente precisa aprender.

O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, avalia que a base comum pode contribuir para que a escola abandone o papel de ser apenas um transmissor de conteúdo e prepare o estudante para que ele tenha bom desempenho nas atividades da vida cotidiana. “Nosso grande desafio na construção da base comum é escolher o que é essencial, não o mínimo, e não se limitar a listagens, mas ir além e mostrar como as disciplinas se conectam, como agregar a isso as habilidades do século 21, ser mais investigativo, mais crítico”, disse.

O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Manoel Palácios, explicou que o MEC criou um grupo de trabalho responsável pela redação de uma proposta preliminar da base nacional comum curricular. A proposta é estabelecer um amplo debate para a elaboração do documento, ouvindo professores, estudantes, secretários de Educação, especialistas e organizações envolvidas com o tema.

“Colheremos as opiniões de professores e de estudantes que também devem participar desse debate. Especialmente, os estudantes que estão no ensino médio e tem a expectativa de ingresso na universidade e de profissionalização, para se manifestarem sobre os objetivos de aprendizagem que integrarão a base comum”, disse Palácios.

A pesquisa recomenda que a base comum contribua para tornar o estudo mais atrativo ao aluno, inclua habilidades socioemocionais, respeite as diversidades regionais, correlacione as habilidades e ensine o que é fundamental aos alunos aprenderem.

As discussões sobre a base curricular nacional foram feitas em Brasília, no Seminário Internacional Base Nacional Comum: o que Podemos Aprender com as Evidências Nacionais e Internacionais. O evento foi organizado pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).





Via JB


Reajustes de luz, água e esgoto devem impactar inflação de julho, diz IBGE

Em São Paulo, conta de energia elétrica ficou 17% mais cara no dia 4.
Inflação oficial ficou em 0,79% em junho, a maior taxa para o mês desde 1996.


Reajustes na conta de energia elétrica e na taxa de água e esgoto devem pressionar a inflação oficial do país em julho, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), informou Eulina Nunes, coordenadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (
IBGE). De acordo com ela, o resultado pode elevar ainda mais o IPCA de doze meses, que ficou em 8,89% em junho.

Os
brasileiros não enfrentavam um mês de junho com uma inflação tão alta desde 1996. O IPCA do sexto mês ficou em 0,79%, segundo o IBGE. No mês anterior, o indicador havia acelerado 0,74%. Com esse resultado, o primeiro semestre fechou em 6,17%, depois de encerrar os seis primeiros meses de 2014 em 3,75%. Esse é o maior resultado para o período desde 2003.

“Em julho de 2014, o IPCA ficou praticamente em zero [ficou em 0,01%], então, partindo da taxa de doze meses que se verificou em junho, que foi de 8,89%, o julho do ano passado, ao ser retirado, pouco vai mexer na taxa. Por outro lado, já está constatado que nesse mês de julho, há ocorrência de alguns reajustes importantes. Com isso, a taxa de doze meses tende a não ficar no mesmo lugar, porque o zero vai sair de julho do ano passado e outros itens vão entrar”, explicou.

Segundo a coordenadora, entre os aumentos que poderão impactar o índice que mede a inflação, está o reajuste contratual de 17% da energia elétrica em
São Paulo, a partir do dia 4 de julho. Curitiba teve aumento de 14,39% na conta de luz no dia 24 de junho.

“A maior peso são taxa de água e esgoto e energia, especialmente em São Paulo, que tem peso grande. (…) A própria energia elétrica em alguns estados já foi reajustada ou vai ser, com destaque para São Paulo, que tem um peso muito grande. Então, no mês de julho, deverá ter impacto de alguns itens administrados importantes”, completou Eulina Nunes.

Água e esgoto
Em São Paulo, a partir do dia 4 de junho, houve ainda reajuste contratual na taxa de água e esgoto de 15,64%. Em
Porto Alegre, o reajuste também foi contratual, de 7,6% na mesma tarifa, no dia primeiro de julho. Já em Recife, o aumento extraordinário foi de 3,51%.

“Para recompor as tarifas por conta da energia elétrica, em várias capitais, já ocorreu reajuste na taxa de água e esgoto. Alguns deles, provocados pela energia elétrica”, afirmou a especialista do IBGE.

Em
Fortaleza, o reajuste ocorreu no dia 6 de julho, de 7,3%, enquanto em Salvador, a taxa de água e esgoto ficou 9,98% mais cara a partir do dia 6 de junho. Já em Goiás, houve reajuste de 20% no dia primeiro de julho. E em Campo Grande, 8,35%, no mesmo dia.

Gás encanado, ônibus e táxi
No
Rio de Janeiro, no dia primeiro de julho, houve reajuste de 1,37% no gás encanado, informou o IBGE.

Já em Fortaleza, a partir do dia 12 de junho, o táxi ficou 6,50% mais caro, enquanto em
Recife, no dia 30, o reajuste foi de 11,39% no ônibus intermunicipal. Em São Paulo, o ônibus intermunicipal aumentou 10,53% no dia 5 de julho. E no país, os ônibus interestaduais aumentaram 7,70% no dia primeiro de julho.






Via G1


Inflação oficial no 1º semestre é a mais alta desde 2003, diz IBGE

A inflação medida pelo  Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 8,89%, nos últimos 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o mais elevado índice acumulado em 12 meses desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,30%.O IPCA é o indicador oficial do governo para aferição das metas inflacionárias. O índice mede a variação do custo de vida das famílias com chefes assalariados e com rendimento mensal compreendido entre um e 40 salários mínimos mensais.Em junho, ficou em  0,79%, acima da taxa de 0,74% registrada no mês de maio. Com este resultado o primeiro semestre do ano fechou em 6,17%, mais do que os 3,75% do primeiro semestre de 2014, registrando a taxa mais elevada para o período de janeiro a junho desde 2003 (6,64%).

Via JB



Smartphone feito com material mais forte que titânio



Para algumas pessoas, resistência é um fator a ser considerado na escolha de um novo smartphone. Pensando (também) nesse público, a Turing Robotics anunciou que vai disponibilizar no mercado o Turing Phone, aparelho que tem uma carcaça feita com Liquidmorphium, material mais forte que titânio.

Com pré-venda agendada para iniciar em 31 de julho, o Turing Phone também conta com um processador exclusivo para encriptação conhecido Turing Imitation Key, que, como no processo comum, codifica dados no próprio aparelho e não permite que informações sejam repassadas para um servidor.

Esse, aliás, não é o único ponto no que diz respeito à segurança, já que o aparelho apresenta um leitor biométrico que, diferente do que é visto no iPhone 6 ou no Samsung Galaxy S6, por exemplo, está localizado na lateral do smartphone.

Somado a isso, ele também traz um revestimento à prova d’água e o Binnacle Oceano Master, permitindo que ele fique submerso a até 30 pés de profundidade.

Conhecendo o aparelho por dentro

No que diz respeito às especificações técnicas, o Turing Phone tem características capazes de agradar ao público mais exigente – cortesia do processador Snapdragon 801 de 2,5 GHz, dos 3 GB de RAM, possibilidade de até 128 GB de armazenamento interno e câmeras traseira e frontal de 13 megapixels e 8 megapixels, respectivamente.

Confira as especificações técnicas do aparelho a seguir:

Especificações técnicas

Tela: 5.5 polegadas, com resolução Full HD Processador: Snapdragon 801 de 2,5 GHz Memória: 3 GB de memória RAM Armazenamento: 16 GB, 64 GB ou 128 GB de espaço para armazenamento interno Câmera: frontal de 13 megapixels e traseira de 8 megapixels Bateria: 3.000 mAh Conexões: WiFi 802.11ac e Bluetooth 4.0, além de NFC Sistema operacional: Android 5.1

E quanto fica a brincadeira?

Caso esteja coçando a mão para saber quanto vai precisar desembolsar para ser o dono de uma das 10 mil unidades do aparelho, a Turing Robotics já divulgou os preços do smartphone, que variam de US$ 610 (aproximadamente R$ 1.900) para o modelo de 16 GB a US$ 870 (algo em torno de R$ 2.720) para a versão de 128 GB.

O que achou da proposta do Turing Phone? Ficou tentado a comprar um ou os preços são relativamente altos para fazê-lo mudar de ideia? Deixe a sua opinião no espaço destinado aos comentários.



segunda-feira, 29 de junho de 2015

Dívida externa do Brasil pode voltar a subir


Dívida externa pode ultrapassar as reservas internacionais do Brasil. Em 2015, a projeção das reservas internacionais brasileiras é de US$ 367 bilhões e a expectativa para a dívida é de US$ 368 bilhões.

Uma notícia bastante preocupante para a economia brasileira surgiu recentemente: pela primeira vez depois de 8 anos, a dívida externa do
Brasil pode ultrapassar as reservas internacionais do país. É importante destacar que essa especulação é dado oficial do boletim do banco Credit Suisse. Segundo o banco, a projeção das reservas internacionais brasileiras em 2015 é de US$ 367 bilhões, sendo que para a dívida a expectativa é de US$ 368 bilhões.

Um dos grandes vilões quando o assunto é o crescimento da dívida externa do Brasil tem sido os empréstimos adquiridos pelas empresas, haja vista os mesmos estarem contribuindo para o avanço da referida dívida. Vale ressaltar que o montante total devido em 2015 será de US$ 95 bilhões referente às esferas de governos e US$ 273 bilhões no caso das companhias privadas. Uma das explicações para o crescimento da dívida privada está no custo de captação paras as grandes empresas, haja vista o mesmo ser bem mais vantajoso no exterior em alguns casos.

A dívida externa do setor público não apresentou uma grande variação, se comparado com o avanço do setor privado. O
aumento da mesma se deve em grande parte aos empréstimos que foram adquiridos pelos governos juntamente com organismos multilaterais como é o caso do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento com o objetivo de auxiliar o financiamento de obras.

Além disso, especialistas afirmam que o ajuste fiscal em andamento, promovido pelo
governo federal, deve forçar o setor público a adquirir mais empréstimos como o citado anteriormente. O Credit Suisse destaca que a expectativa das reservas para 2016 será US$ 372 bilhões, porém, a dívida também deve subir: US$ 393 bilhões. Em relação a esses US$ 393 bilhões, US$ 100 bilhões do setor público e US$ 293 bilhões do setor privado.

Já em relação à confiança na economia brasileira, o Brasil vem tendo boa relação entre as reservas internacionais e a dívida externa e o grande motivo disso foi a grande entrada de recursos. O ganho de credibilidade da economia brasileira se deu após a adoção do modelo de tripé macroeconômico na gestão de Fernando Henrique Cardoso e manutenção do mesmo durante a gestão Luiz Inácio Lula da Silva.


Por Bruno Henrique



Dólar





Índice que reajusta contratos de aluguel tem alta de 5,59% em 12 meses



O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que reajusta os contratos de aluguel, registrou alta de 5,59% nos últimos 12 meses. Em junho, a variação foi 0,67% e, em maio, foi 0,41%. A variação acumulada do começo do ano até junho foi 4,33%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,41%. No mês anterior, a taxa foi 0,3%. O índice relativo aos bens finais variou 0,6%, em junho. Em maio, esse grupo de produtos teve variação de 0,5%.

O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,36%. Em maio, a taxa havia sido 0,81%. O principal responsável por esse movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de 0,92% para 0,3%.

O grupo matérias-primas brutas variou 0,24% em junho. Em maio, esse índice registrou variação de -0,6%. Os itens que mais se destacaram foram: soja (-4,07% para -0,44%), aves (-3,6% para 0,98%) e suínos (-6,18% para 6,98%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,83% em junho, ante 0,68% em maio. Cinco das oito classes de despesa mostraram acréscimo em suas taxas. A principal contribuição partiu do grupo despesas diversas (0,87% para 5,47%). Tiveram também variação positiva alimentação (0,67% para 0,98%), transportes (0,14% para 0,28%), educação (0,44% para 0,82%) e comunicação (-0,04% para 0,25%). Apresentaram decréscimo os grupos saúde e cuidados pessoais (1,48% para 0,79%), vestuário (1,17% para 0,37%) e habitação (0,75% para 0,7%).


TV Globo recebeu R$ 6,2 bi de publicidade federal com PT no Planalto




Levantamento realizado pelo jornalista Fernando Rodrigues, do portal UOL, revela que a Rede Globo e as cinco emissoras de propriedade do Grupo Globo (em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília e Recife) receberam um total de R$ 6,2 bilhões em publicidade estatal federal durante os 12 anos dos governos Lula (2003 a 2010) e Dilma (2011 a 2014).


A se confirmarem esses números, significa que em um ano, a verba foi de R$ 500 milhões; em um mês, R$ 41.666.667; em um dia, R$ 1.388.889; e em uma hora, R$ mais de R$ 57 mil.

O montante pode ser maior, se considerar os valores pagos a emissoras afiliadas. Como a RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, que recebeu R$ 63,7 milhões de publicidade estatal federal de 2003 a 2014, ou a Rede Bahia, afiliada da TV Globo em Salvador, que teve um faturamento de R$ 50,9 milhões de publicidade federal no mesmo período. A TV Tem, maior afiliada da Globo no País, que tem como dono o empresário do futebol J. Hawilla, que está envolvido nos escândalos de corrupção na Fifa, faturou R$ 8,5 milhões de publicidade estatal federal em 2014.

Gastos de publicidade da União em televisão aberta
Gastos de publicidade da União em televisão aberta




O volume total de publicidade federal destinado para emissoras próprias do Grupo Globo é quase a metade do que foi gasto pelas administrações de Lula e Dilma para fazer propaganda em todas as TVs do país. Ao todo, foram consumidos R$ 13,9 bilhões para veicular comerciais estatais em TVs abertas no período do PT na Presidência da República. As TVs da Globo tiveram R$ 6,2 bilhões nesse período.

Apesar do valor expressivo destinado à Globo, há uma nítida
trajetória de queda quando se considera a proporção que cabe à emissora no bolo total dessas verbas.

As emissoras globais terminaram o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, em 2002, com 49% das verbas estatais comandadas pelo Palácio do Planalto e investidas em propaganda em TVs abertas. No ano seguinte, em 2003, já com o petista Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência, a fatia da Globo pulou para 59% de tudo o que a administração pública federal gastava em publicidade nas TVs abertas. Nos anos seguintes, com algumas oscilações, a curva global foi decrescente. No ano passado, 2014, a Globo ainda liderava (recebeu R$ 453,5 milhões), mas chegou ao seu nível baixo de participação no bolo estatal federal entre TVs abertas: 36% do total da publicidade.

Jornais impressos

Ainda de acordo com o levantamento, nos governos Lula e Dilma (2003-2014), os jornais impressos arrecadaram R$ 2,1 bilhões com a publicação de propagandas da administração petista. Desse total, R$ 730,3 milhões (35%) foram destinados a apenas quatro publicações: "O Globo", "Folha de S.Paulo", "O Estado de S.Paulo" e "Valor
Econômico".

Em relação aos jornais digitais, em 2014, o líder das verbas estatais federais em suas edições digitais foi o jornal "O Estado de S.Paulo", que recebeu R$ 2,743 milhões.

Sobre a publicidade para revistas, o levantamento mostra uma grande queda no faturamento com verbas publicitárias federais. A semanal "Veja", líder do
mercado, já chegou a ter R$ 43,7 milhões dessas verbas em 2009 (o seu recorde). Em 2014, desceu para R$ 19,9 milhões.

O
meio internet já é o segundo que mais recebe publicidade estatal do governo federal. Esse dado fica bem visível quando se observam os valores destinados a 4 grandes portais brasileiros.

O UOL, maior portal do país com 39,8 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2014, teve R$ 14,7 milhões de faturamento para veicular propaganda estatal federal nesse ano. O UOL pertence ao Grupo Folha.

O G1 e o portal Globo.com, somados, tiveram uma audiência de 34,1 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2014. Receberam R$ 13,5 milhões de verbas federais de publicidade nesse ano.




Via Jornal do Brasil



segunda-feira, 22 de junho de 2015

Mercado financeiro prevê juros mais altos e retração da economia





Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por inflação e juros básicos mais altos e maior queda na economia, este ano. De acordo com a pesquisa semanal do BC, a projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação, medida pela Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu pela décima semana seguida. Desta vez, a estimativa passou de 8,79% para 8,97%. Para 2016, a estimativa segue em 5,50%, há cinco semanas. A inflação este ano deve estourar o teto da meta, que é 6,5%. O centro da meta é 4,5%.

Para tentar frear a alta dos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC tem elevado a taxa básica de juros, a Selic. No último dia 3, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic, pela sexta vez seguida, para 13,75% ao ano. Com o reajuste, a Selic retornou ao nível de janeiro de 2009. Para as instituições financeiras, a Selic vai chegar ao final de 2015 em 14,25% ao ano. A projeção da semana passada era 14% ao ano. No final de 2016, a Selic deve ficar em 12% ao ano.


A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

Embora ajude no controle dos preços, o aumento da taxa Selic prejudica a economia, que atravessa um ano de recessão, com queda na produção e no consumo.

A expectativa das instituições financeiras para a retração da economia, este ano, passou de 1,35% para 1,45%. Essa é a quinta piora seguida na estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Para o próximo ano, a projeção de crescimento passou de 0,9% para 0,7%. Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve ter uma queda de 3,65%, este ano, e crescimento de 1,5%, em 2016.

A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,08% para 7,31%, este ano. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 6,94% para 7%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) subiu de 8,39% para 8,45%, este ano.

A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 3,20, ao final de 2015, e subiu de R$ 3,30 para R$ 3,40, no fim de 2016.






Via EBC


Procon multa operadoras por corte de internet móvel em planos ilimitados

Celular

A Fundação Procon-SP anunciou, nesta segunda-feira (22), que multou as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo por quebra de contrato e bloqueio de internet móvel nos planos que foram promovidos como "ilimitados". Segundo determinação do órgão, as empresas não podem cortar o acesso à web aos clientes dessas assinaturas, desde que tenham sido contratadas até 11 de maio de 2015.

O valor das multas varia de empresa para empresa. A Claro deverá pagar R$ 4.553.653,00; euanto a Oi pagará, R$ 8.002.807,00; a TIM, R$ 6.648.653,00; e a Vivo, R$ 3.553.986,67. No total, os valores atingem 22,6 milhões de reais. As multas podem ser pagas à vista ou parceladas em 15 vezes, segundo a Portaria 45. Procuradas por INFO, as operadoras não comentaram o caso.

“Estas empresas burlaram e continuam burlando o Artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor que estipula dos direitos básicos do consumidor, principalmente quanto a direito a informação adequada e clara na contratação de produtos e serviços. A informação é imprecisa, consumidor não sabia que durante o contrato haveria mudanças”, afirma, em nota, a diretora-executiva do Procon-SP, Ivete Maria Ribeiro.

As operadoras ainda podem se defender do processo, nos próximos 15 dias, e os valores das multas podem mudar.
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Corte de internet - O corte de internet móvel, em planos do estado de São Paulo contratados até 11 de maio, foi proibido pela Justiça por meio de uma liminar concedida ao Procon. Com isso, as operadoras estavam sujeitas a multas diárias de 25 mil reais a partir da data.





Fonte: Abril


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Administrador da Nasa acredita na existência de extraterrestres e diz que a Área 51 é real




area 51



Existem extraterrestres em algum lugar do universo, mas com certeza eles não estão na Área 51, que realmente existe. Quem disse isso foi ninguém menos do que o administrador da Nasa, o Major Charles Bolden. As declarações foram dadas durante uma conversa com crianças inglesas, promovida por um programa de televisão local.

Perguntado por uma menina de 10 anos se ele acreditava em alienígenas, Bolden foi direto: "Acredito que iremos encontrar um dia outras formas de vida, se não em nosso Sistema Solar, então em outro sistema solar — algum dos bilhões de sistemas solares do universo".

O major Bolden também admitiu que a Área 51, base onde o governo americano supostamente mantém extraterrestres capturados, realmente existe. Mas, segundo ele, o que acontece lá é menos empolgante do que se imagina.

"Existe uma Área 51", Bolden disse. "Mas não é o que muitas pessoas pensam. Já estive em um lugar com esse nome, mas era apenas um centro de pesquisa e desenvolvimento convencional. Eu nunca vi alienígenas ou espaçonaves quando estava lá".

Em 2013, a CIA revelou a exata localização a Área 51 em Nevada, dentro de uma série de documentos divulgados pela agência americana.

Ainda segundo os documentos, a base foi criada na Segunda Guerra Mundial, como estoque de armas para a Força Aérea. Mais tarde, se tornou um depósito de lixo nuclear e base de testes para aviões espiões.

Durante a conversa com as crianças inglesas, o major Bolden também afirmou que uma das principais razões pelas quais os seres humanos ainda não pousaram em Marte foi por causa da ausência de banheiros adequados nas espaçonaves.

"Nossas capacidades técnicas ainda não estão onde queremos. Precisamos de melhores suportes de vida, precisamos de um banheiro que não quebre no caminho e que continue funcionando quando pousarmos em Marte. Banheiros são coisas importantes", disse.

Por fim, as crianças perguntaram se a chegada do homem à Lua foi forjada, como afirma uma das teorias da conspiração mais famosas. "Não tenho dúvidas que fomos para a Lua e não tenho dúvidas que iremos até Marte enquanto vocês estiverem vivos", disse Bolden.






Fonte:
The Independent


Via Abril


Empresa nomeia um gato como gerente de comunicação na Romênia



Uma startup na Romênia nomeou um gato para o cargo de gerente de comunicação. O animal venceu outros 700 candidatos que disputavam a posição.

A empresa é a Catbox, que vende presentes personalizados. O salário do novo gerente de comunicação vai receber um salário mensal - 150 euros (cerca de R$ 527) em dinheiro para o dono e 50 euros (cerca de R$ 175) em ração para gatos.

Entre suas funções está aparecer em vídeos promocionais.







Via G1