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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Uso consciente do cartão de crédito!

Muita gente acha, por exemplo, que o cartão de crédito exclui qualquer tipo de uso do dinheiro, e começa a usá-lo em qualquer lugar para comprar qualquer coisa. No entanto, mesmo parecendo óbvio, tudo aquilo que está sendo gasto… deverá ser pago de alguma forma!

E ai surgem as dívidas… e as bolas de neve.

Um dos conselhos básicos para economizar no cartão de crédito é se programar e saber até quanto você pode gastar, e como você poderá pagar. Não adianta nada, por exemplo, você possuir um limite de compras enorme, e não ter renda o suficiente para pagar pelo que compra.

Outra regra bastante difundida para economizar no cartão é fugir do pagamento do mínimo. Quando as pessoas estão com uma dívida enorme, e encontram um valor reduzido no topo da fatura, é certo que pensarão em pagar esse último. Ao fazer isso, no entanto, você pagará apenas uma parte daquela fatura, o que ficará acumulado na próxima. Além disso, o pagamento do mínimo não está livre dos juros, que variam de acordo com o plano escolhido ao requisitar o cartão.


Outro ponto que vale ficar atento é no que diz respeito à anuidade, o valor anual que você paga por contratar os serviços do cartão de crédito. A regra é simples: quanto maior o limite do cartão, maior será a anuidade paga por ele.


Portanto, não transforme seu cartão de crédito em uma navalha! Você pode utilizar de todos os benefícios e ainda por cima fugir das dívidas eternas.

E você, tem alguma outra dica para economizar no cartão de crédito? Compartilhe com a gente!

aprendaseguros


terça-feira, 29 de abril de 2014

Número de famílias endividadas sobe em abril, diz CNC

 O número de brasileiros endividados cresceu na passagem de março para abril, segundo a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor) divulgada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), nesta terça-feira (29).

A fatia de famílias que relataram ter dívidas alcançou 62,3% em abril, ante os 61,0% de março.

No entanto, o total de endividados ainda foi menor do que o verificado em abril de 2013, quando somava 62,9% das famílias.

 A pesquisa da CNC considera como dívidas as parcelas a vencer entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro.

Inadimplentes

Em abril, cresceu também o porcentual de famílias inadimplentes. A proporção que declarou possuir dívidas ou contas em atraso passou de 20,8% em março para 21% em abril. Em relação a abril do ano passado, o total de famílias inadimplentes ainda foi maior, de 21,5%.

Já o porcentual de famílias que declararam não ter condições de pagar as contas ou dívidas em atraso foi de 6,9% em abril, ante 7,1% em março. Em abril do ano passado, essa fatia que continuaria inadimplente totalizava 6,7%.


R7


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Norte e Nordeste são maiores alvos de fraudes com cartão pela internet

A cada 100 consumidores que fazem compras pela internet, três são vítimas de potenciais fraudadores. As regiões Norte e Nordeste são as mais vulneráveis, apesar de concentrarem o menor número de operações, de acordo com um estudo da ClearSale, empresa especializada em detectar golpes no comércio eletrônico.
O Norte, que representa apenas 4% de todas as vendas online em 2013, obteve o maior índice em tentativas de ataques fraudulentos, com 5,2%, seguida do Nordeste (5%).
Na opinião do coordenador de inteligência estatística da ClearSale, Omar Jarouche, a forte atuação de fraudadores no Norte e Nordeste pode ser explicada pela falta de informação dos usuários destas regiões sobre como se proteger, o que pode aumentar as chances de ser alvo de criminosos.Em contrapartida, o Sul e o Sudeste tiveram a menor incidência de potenciais golpes, com 1,5% e 3% de casos. Ambas responderam por 74% das compras online no ano passado.
“Estas regiões receberam um acesso maior ao crédito e aos meios de pagamento eletrônicos nos últimos anos. Mas acreditamos que ainda possa faltar educação financeira para o uso correto destas ferramentas”, explica o executivo.
Para o especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, Leandro Bissoli, o usuário dificilmente percebe o risco que corre no meio virtual. “Geralmente ele só vai identificar o dano quando chegar a fatura do cartão”.
Muitos golpes eletrônicos poderiam ser evitados se o usuário soubesse resguardar seus dados sigilosos e tomasse medidas simples de precaução, na opinião da coordenadora do Investmania, Aline Rabelo.
“Nenhum banco é autorizado a pedir os dados pessoais e intransferíveis do cliente, especialmente a senha, por e-mail”, diz. Nas compras em lojas virtuais, a regra é a mesma. “Pede-se o mínimo possível de dados pessoais. São eles o número do cartão, nome do titular e código de segurança (quatro dígitos que aparecem no canto)”.
Um terço dos ataques visa roubo de dinheiro
Uma pesquisa divulgada pela Kaspersky Lab no início de abril mostrou que, em 2013, 36% dos ataques virtuais são destinados ao roubo de dados financeiros. A nova prática dos golpistas é obter dados confidenciais por meio de sites falsos de organizações financeiras.
Segundo o estudo, 31,45% dos ataques utilizaram os nomes de grandes bancos, lojas online e sistemas de pagamento eletrônico – quantidade 8,5% maior que no ano anterior. Os fraudadores usam marcas conhecidas e com grande base de clientes para enganar as vítimas, constatou a Kaspersky Lab.
Em torno de 60% das tentativas de roubar dados usando páginas de bancos usam nomes de grandes empresas. Internacionalmente, 88,3% dos ataques que usam sistemas de pagamentos envolviam as marcas PayPal, American Express, Mastercard e Visa, apontou o levantamento.

Fonte: IG


terça-feira, 8 de abril de 2014

Feirão online permite que consumidores renegociem dívidas atrasadas

Consumidores inadimplentes podem negociar, de hoje até o próximo dia 17 de Abril, com os credores por meio do Feirão Limpa Nome Online, serviço da Serasa Experian. São cerca de 90 empresas participantes do feirão.

Para participar, é preciso acessar o site  www.serasaconsumidor.com.br/feirao-limpa-nome-online, em qualquer horário e preencher um cadastro. O consumidor será levado a uma página onde estarão relacionadas todas as empresas do Limpa Nome Online com as quais tenha dívida pendente e que conste da base de dados da Serasa.

De acordo com a Serasa Experian, ao escolher e clicar no nome da empresa, surgirá uma página apresentando as dívidas que o consumidor tem em aberto e os canais de atendimento disponíveis (telefones, e-mail, chat). A partir daí, o consumidor pode entrar em contato diretamente com as empresas para negociar possíveis descontos na dívida. Em alguns casos, o boleto fica disponível a partir de uma proposta feita pela empresa.

“O feirão ocorre no Brasil inteiro. É um processo bem simples”, disse a superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian, Maria Zanforlin. Segundo ela, a expectativa é superar os números do feirão no ano passado. Foram 1,5 milhão de consumidores cadastrados, 300 mil negociações e 80 mil pessoas que limparam completamente o nome. No total, as negociações envolveram R$ 400 milhões.

A Serasa orienta o consumidor a se preparar antes de negociar, colocando na ponta do lápis todas as despesas fixas e as dívidas já assumidas ou previstas. Assim, é possível saber quanto deve sobrar para pagar a dívida que será negociada com a empresa, escolhendo quais as condições e formas de pagamento que melhor se encaixem no orçamento.

Para a assessora do Procon-SP Vera Remedi, é preciso ter cuidado ao fazer uma negociação do tipo. “Tem que analisar com muito critério. As pessoas vão a feirões sem ajuda, sem saber o que está incluído no valor oferecido pela empresa. Não sabem se estão incluídos juros, multas e honorários, por exemplo”, disse. “Além disso, se a pessoa tiver cinco credores, cada um vai tentar tirar o máximo”, acrescentou. Por isso, enfatizou Vera, para participar de feirões, é preciso ter certeza de que a proposta de renegociação é realmente boa.




sexta-feira, 4 de abril de 2014

Governo paulista agora protesta dívida de IPVA

O governo do Estado de São Paulo fechou o cerco contra os devedores do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Iniciativa inédita no Brasil, a ordem é protestar as dívidas em massa nos cartórios. Foram protestados R$ 130,3 milhões em tributos entre dezembro do ano passado e outubro deste ano.
A meta da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) é inscrever na dívida ativa o imposto atrasado no mesmo ano em que ele deveria ser pago. "Quanto mais recente a dívida protestada, maior a probabilidade de recuperação", diz o subprocurador-geral de Contencioso Tributário Fiscal, Eduardo Fagundes. A média de recuperação é de 15,19% das Certidões de Dívida Ativa (CDA) nos cartórios.
Os primeiros protestos de IPVA são de débitos a partir de 2011. O contribuinte deve ser notificado por carta sobre a inscrição no cadastro de devedores (Cadin). Depois, a Fazenda Estadual envia a relação de devedores para a PGE, que lança CDA para fazer protesto eletronicamente nos tabelionatos.
A primeira tentativa de protestar devedores de IPVA ocorreu em 2002, mas foi abandonada por causa de ações judiciais contestando o procedimento. Na época, o modelo era ainda manual. Hoje, o Estado se vale de uma lei federal publicada em dezembro do ano passado que prevê expressamente o protesto de dívidas ativas de tributos.
O projeto-piloto atual começou em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, em 2011, cidade que também é pioneira na cobrança de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por meio de protestos.
Foram registrados manualmente no cartório 50 débitos de IPVA e outros 50 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Os procuradores perceberam que as empresas devedoras de ICMS recorriam à Justiça, enquanto os donos de automóveis, pessoas físicas, estavam mais dispostos a quitar a dívida.
Assim, os donos de veículos com IPVA atrasado foram eleitos o primeiro alvo de protestos em série feito de forma eletrônica por um Estado. A intenção, porém, é protestar também no futuro as empresas de arrendamento mercantil - que têm em seu nome automóveis que são "financiados" aos consumidores por meio de leasing.
Mais cobrança. Além disso, a PGE pretende protestar dívidas de Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), incidente nos inventários, custas judiciárias e multas aplicadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Segundo a PGE, o perfil dos principais devedores são proprietários de um a dois carros e as instituições financeiras que atuam no mercado de automóveis. O protesto é feito sempre em nome do titular do veículo que originou o tributo. Portanto, é importante que os proprietários façam a transferência tão logo vendam o veículo, para que não sejam protestados por dívida de IPVA.
O principal problema para o motorista protestado é ficar sem crédito no mercado ou não poder abrir conta em banco. Para empresas, elas perdem o direito de contratar com o Estado ou receber subsídios do governo. O protesto não impede que o devedor seja cobrado judicialmente pelo Estado. 



terça-feira, 1 de abril de 2014

Entenda as diferenças entre compromisso, dívida e inadimplência

Alguns termos já fazem parte do cotidiano, contudo, a definição exata ainda é um mistério para boa parte da população. Isso ocorre com os termos dívidas, inadimplência e compromissos; mas quais a real diferença entre eles?

Vamos começar com o mais simples que são os compromissos. Esses são obrigações que se tem mensalmente, como aluguel, telefone, internet, pois são despesas que se sabe que terá, mas ainda não se tornaram uma dívida, uma vez que a mensuração do valor só ocorrerá ao fim do período. Os consumidores que possuem compromissos devem ter uma planilha com tudo anotado, data de pagamento e uma estimativa do valor.

Já os termos dívidas e inadimplência se confundem muito, porém, dívidas é muito mais amplo. Funciona da seguinte forma: inadimplência ocorre depois que o consumidor se compromete com o pagamento de algum valor em uma data, contudo, não consegue realizar dentro do prazo. Em função disso, ocorrem cobranças, tendo até o risco de o consumidor ter seu nome em lista de devedores de alguns órgãos, como Serasa e SPC.

Dívidas englobam os consumidores que estão inadimplentes, mas abrange um número muito maior de pessoas; nesse grupo, também estão as pessoas que compram um produto e parcelam, quem financiam carro ou casa, distribuem cheques pré-datados, pagam a parcela mínima do cartão, pegam dinheiro emprestado e tem que pagar parcelas desse empréstimo, dentre outros. Em resumo, essas são as pessoas que já se comprometeram com um valor a ser pago, caso contrário, a pessoa se tornará inadimplente.

Para exemplificar, se você financiou um carro, você tem uma dívida; agora, se deixou de pagar as parcelas, além da dívida, também está inadimplente. Nesta situação, infelizmente, se encontra a grande maioria da população, e isso é retrato da facilidade para obtenção de créditos e facilidades de compra.

Para os consumidores inadimplentes e com dívidas, a situação é muito arriscada, podendo refletir em diversos pontos do seu cotidiano, como relação familiar e profissional. Assim, é necessário fazer uma ação de guerra, repensando toda a vida financeira para não agravar cada vez mais a situação.

O inadimplente tem que tomar a ação mais difícil, que é negociar os valores com os credores. É importante ter em mente que as pessoas querem receber esse valor. Tendo isso em mente, é a hora de buscar um consenso. Nunca esquecendo que o valor definido terá que caber dentro do orçamento mensal.

Para quem está endividado, mas não inadimplente, a obrigação é honrar com suas obrigações e, para que isso ocorra, os valores devem estar no orçamento mensal. Pagando tudo dentro do prazo e, se possível, adiantando o pagamento dos valores e eliminando as dívidas o mais rápido possível. Qualquer “bobeada” pode ser muito perigosa, fazendo com que se torne inadimplente, por isso, é fundamental a educação financeira, descobrindo a maneira correta de tratar o dinheiro.


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