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terça-feira, 29 de julho de 2014

Aplicativo do Facebook vai perder função de bate-papo

Usuários mobile terão que utilizar o Facebook Messenger para trocar mensagens instantâneas


Nos próximo dias, o Facebook vai desabilitar o recurso de bate-papo em seu aplicativo para celulares e tablets. Uma notificação já está sendo exibida para que pessoas que utilizam a função não sejam pegas de surpresa.

A ideia é que todos os usuários também usem o aplicativo Facebook Messenger, específíco para a troca de mensagens instantâneas. Segundo a empresa, a medida tem como objetivo deixar o aplicativo principal mais rápido.

Pessoas que usam o Facebook apenas por computadores não perceberão a mudança. Na última quarta, a companhia informou que mais de 1 bilhão de pessoas se conectam ao serviço por meio de smartphones e tablets.


Via ZR Notícias


terça-feira, 15 de julho de 2014

Essa é para os ciumentos: aplicativo FaceBoi avisa se você está sendo traído

Até onde irá a criatividade dos seres humanos? Quando pensamos que já criaram todos os tipos de aplicativos, sejam eles inúteis ou que realmente facilitam a nossa vida, eis que mais uma novidade é lançada - o FaceBoi, um aplicativo que avisa se você está sendo traído.

O app funciona de forma similar ao polêmico Lulu, mas desta vez ele é direcionado exclusivamente para o público masculino, especialmente para aqueles que desconfiam que estão sendo traídos por suas namoradas, noivas e esposas. Além disso, ele também serve para alertar outros amigos que estão desconfiando das suas respectivas.

Para acessar o aplicativo, é necessário primeiramente ter uma conta no Facebook, pois o programa utiliza as informações contidas na rede social. Perfis femininos não conseguem utilizar a ferramenta. Ao iniciá-lo, o usuário deverá informar qual a sua intenção: descobrir uma possível traição contra ele mesmo ou alertar algum amigo.

A partir das informações do Facebook, o aplicativo FaceBoi vasculha o perfil da companheira rapidamente e indica qualquer "atividade suspeita" a partir das informações públicas postadas pela garota. O que significa que, para utilizá-lo, o usuário deve estar marcado em um relacionamento com alguém no Facebook.

Para alertar algum amigo, o usuário seleciona essa pessoa e envia para ele algumas hashtags sobre a companheira dele, como: #olhonopersonal, #melhoramigo, #furaolho etc. Fica a critério da pessoa escolher a hashtag mais apropriada para cada ação suspeita.

O aplicativo está disponível para aparelhos com Android a partir da versão 2.3.3, ocupa 12MB e pode ser baixado diretamente na loja de aplicativos Google Play. Vale lembrar que tudo o que ele faz é analisar algumas postagens públicas que foram escritas pelas "meninas que estão sendo investigadas" e este resultado pode ser bem impreciso. É óbvio também que muitos amigos poderão utilizar o app apenas para zoar uns com os outros.



Via Canal Tech


domingo, 11 de maio de 2014

Seis aplicativos úteis para o dia a dia

Sua mães é daquelas que não desgruda do smartphone e está sempre procurando aplicativos novos e práticos para ajudar no dia a dia? O Portal da RedeTV! separou 6 programas para ajudar as mães na hora de cuidar dos filhos, desde canções de ninar até gerenciador de mesada.

Confira:

- Mom Maps
Esse aplicativo no melhor estilo Google Maps ajuda as mães a encontrarem lugares para levarem seus filhos, como parques infantis e restaurantes. É possível também conferir opiniões de outras mães, compartilhar as suas impressões e ler dicas. Disponível para iOS e custa US$ 2,99.

- Cloud Baby Monitor
O programa para iOS transforma seu iPhone, iPad ou Mac em uma verdadeira babá eletrônica, que transmite vídeos dos seus filhos em tempo real. É preciso utilizar dois aparelhos: um para ficar no quarto com a criança e outro com a mãe. Ele também pode ser usado à distância, através de Wi-Fi ou 3G. Ele custa US$ 3,99.

- Baby Nursing (GRÁTIS)
"A enfermeira dos bebês", esse programa em inglês para iPhone cria uma tabela onde a mãe pode controlar a amamentação, troca de fraldas, banhos e até mesmo as vacinas do bebê. Através dele, ela pode saber a média de tempo consumido na alimentação, banho e etc. É possível ainda marcar qual o último seio usado na amamentação e até mesmo a criação de uma diário, que permite acompanhar o tempo que o bebê dormiu, seu peso e crescimento.

- Moms with Apps (GRÁTIS)
Esse aplicativo em inglês conta com inúmeras sugestões de ideias de pedagagos e até mesmo de grupos de mães que auxiliam no desenvolvimento e educação das crianças. Disponível para iOS.

- Canção de ninar para os bebês (GRÁTIS)
Como o próprio nome já diz, esse aplicativo gratuito para Android ajuda a embalar o bebê antes de dormir. É possível escolher a música e quanto tempo ela vai tocar.

- Gestor de Mesada (GRÁTIS)
Gratuito para Android, o aplicativo pode ajudar os pais e filhos a controlar melhor o dinheiro do mês. E é bem simples de usar: basta digitar os rendimentos e despesas que o programa já coloca o saldo na tela.




domingo, 27 de abril de 2014

Aplicativo permite identificar pessoas procuradas pela justiça

Por meio do aplicativo lançado pelo Ministério da Justiça nesta quinta-feira (24), qualquer pessoa pode saber se um cidadão está sendo procurado pela justiça e pela polícia por meio de um cadastro com 352 mil mandados de prisão, por diversos delitos, que aguardam cumprimento.

Como utilizar

A consulta é gratuita. Basta baixar o aplicativo Sinesp Cidadão, escolher o módulo Consulta a Mandados, e digitar dados da pessoa: nome, nome da mãe (ou genitora, como o software sugere) e os números de algum dos seus documentos: RG, CPF, título de eleitor, passaporte, certidão de nascimento ou casamento, carteira profissional, PIS PASEP, entre outros.

Caso haja nomes iguais ou semelhantes, é possível refinar a busca, com detalhes como órgão expedidor do documento consultado, ou o número do processo ou mandado referente àquela pessoa.

Quando o nome da pessoa é localizado entre a relação de mandados de prisão em aberto, o aplicativo informa mais detalhes, como apelido do cidadão procurado, sua nacionalidade ou data de nascimento.

Quando alguém identificar um mandado referente a alguém, basta acionar a polícia para que ela localize a pessoa e cumpra o mandado.

O aplicativo foi desenvolvido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, com suporte do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e banco de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O Conselho Nacional do Ministério Público é parceiro do Sinesp.

O novo módulo já está disponível para Android e estará disponível para iOS em 10 dias.

http://www.ebc.com.br/


sexta-feira, 25 de abril de 2014

Aplicativos de celular começam a substituir o uso do cartão de crédito

O smartphone se tornou tão vital ao cidadão moderno quanto a carteira e a chave de casa. E, aos poucos, transforma em dispensável pelo menos um desses outros itens. Se o uso de aplicativos para trancar e destrancar a casa à distância ainda é incipiente, a adaptação de celulares como cartões de crédito ou extensões dos bancos já
está disponível.

No Brasil, o chamado mobile payment (pagamento móvel), ou simplesmente M-Payment, o pagamento feito por dispositivos como smartphones e tablets, dá os primeiros passos. O mais comum é o uso de aplicativos capazes de fazer leitura de código de barras em boletos e providenciar o pagamento — dispensando a amargura de digitar número a número. Outra opção cada vez mais usada são apps de lojas para encomendar eletrônicos e roupas. Conforme pesquisa da E-bit, a participação dos dispositivos móveis nas compras online quase dobrou em 2013, passando de 2,5% para 4,8% do total.

— Há fatores que aceleram este movimento, como a venda de 36 milhões de smartphones no ano passado (alta de 123% sobre 2012), que amplia a base de usuários, e o movimento de varejistas para lançar aplicativos para dispositivos móveis — avalia Alexandre Campos Silva, diretor de consultoria da IDC Brasil.

Bancos e operadoras apressam o desenvolvimento de canais para pagamento móvel conforme potenciais usuários se multiplicam pelo ambiente virtual. Surgem no mercado serviços que permitem deixar o cartão de crédito em casa e usar apenas o smartphone para ir às compras. Funciona assim: na hora de acertar a conta, o cliente recebe um torpedo em seu celular e digita a senha para autorizar o pagamento, registrado em um cartão previamente cadastrado. A opção permite, por exemplo, que o usuário faça um pedido de telentrega e autorize o pagamento quando receber a encomenda em qualquer lugar.

— Num futuro próximo, as atividades do dia a dia das pessoas, o que inclui os hábitos de pagamento, irão convergir para o ambiente mobile — projeta Luiz Henrique Didier Junior, diretor de Canais e Inovação da Cielo, que desenvolve programas de pagamento móvel.

Já existem regras para operações sem banco

Conforme as facilidades começam a brotar no comércio brasileiro, o cenário de normas se redesenha. Em novembro do ano passado, o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional editaram regras para transações e pagamentos sem a intermediação de instituições financeiras.

Na prática, se abriu espaço para a implantação de tecnologias que podem facilitar o pagamento móvel, como transferências financeiras entre telefones móveis e opções ligadas ao Near Field Communication (NFC, ou comunicação em área próxima) — já comuns em países desenvolvidos, em que consumidores pagam as compras aproximando o smartphone de uma máquina para capturar transações.

Gradativamente, projetos pilotos começam a levar tecnologias mais avançadas de mobile payment aos grandes centros. A Cielo passou a oferecer o serviço de e-wallet (certeira eletrônica, em que o celular substitui os cartões de crédito) em três cidades, e começa a oferecer nas principais capitais brasileiras. Bancos como Bradesco e Banco do Brasil também ampliam a extensão dos serviços do gênero.

— Os desafios para popularizar o M-Payment são os mesmos de quando surgiram os cartões de débito e crédito: no início, lojistas e clientes não conheciam muito bem as novidades, mas à medida que entenderam a facilidade e a segurança, a base de usuários e de estabelecimentos cadastrados aumentou — explica Marcos Anzai, especialista da área de desenvolvimento de soluções e sistemas da Scopus Tecnologia.

Quando desembarcarem no Brasil, tecnologias como essas deixarão eufóricos usuários como Darcy Buss Neto, 25 anos, especialista em informática. Graças ao smartphone, Darcy passou a dispensar a ida ao banco para pagar contas e fazer transferências, e reduziu consideravelmente as visitas aos shoppings:

compra eletrônicos e itens de informática em aplicativos das lojas.

— Tecnologias como o NFC agilizam filas, dispensam a necessidade de se carregar cartões de crédito e poupam tempo valioso na hora da compra. São funções que só vêm ajudar — afirma.

NÚMEROS

A venda de smartphones no Brasil em 2013 cresceu 123% em relação a 2012

A participação dos dispositivos móveis nas compras online no ano passado passou de 2,5% para 4,8% do total, segundo pesquisa da E-bit

E a segurança?

É prudente usar pagamento móvel?

> Segundo especialistas e desenvolvedores, a segurança é a mesma de fazer transações pela internet. Como nos celulares a instalação de programas passa pelas lojas oficiais, a chance de ser atacado por um vírus é menor.

> Em geral, os bancos e as administradoras de pagamento investem alto na segurança das operações, criando um sistema de criptografia e exigindo senhas para cada operação. Isso reduz o risco de uma cobrança ser feita duas vezes ou a operação não ser concluída, por exemplo.

> Para alguns especialistas, é mais arriscado carregar um cartão de crédito na carteira, que pode ser roubado e expor as informações do cliente.

Como se proteger?

> Como o smartphone pode concentrar informações de vários cartões de crédito, é importante ativar a função de senha na tela de acesso.

> Exija sempre o comprovante da transação nas lojas ou junto ao prestador do serviço — seja impresso, seja por e-mail.

> Fique atento às regras básicas de senha: evite usar números sequenciais e datas de aniversário, por exemplo. Também é recomendada a troca da senha com frequência.

> Se perder ou tiver roubado o celular, avise imediatamente a operadora de cartão e peça para bloqueá-lo.




segunda-feira, 14 de abril de 2014

Aplicativo gratuito permitiu recuperar 33 mil veículos roubados no Brasil

Um aplicativo desenvolvido pelo Governo e que qualquer brasileiro pode baixar gratuitamente em seus celulares, tablets e computadores permitiu recuperar 33 mil veículos roubados em apenas quatro meses, afirmou neste sábado a presidente Dilma Rousseff.
"Em 4 meses de operação, um aplicativo do @JusticaGovBR já possibilitou a devolução de 33 mil veículos roubados em todo o país", afirmou a governante em mensagem em sua conta no Twitter.
Trata-se do "Check Placa", um programa que se atualiza automaticamente e que permite identificar pelo número da placa de um veículo se o mesmo foi roubado ou tem alguma irregularidade.
Segundo a chefe de Estado, desde sua entrada em operação em dezembro, o aplicativo foi baixado por um milhão de pessoas, que fizeram 25 milhões de consultas.
"Basta digitar a placa para saber a situação do veículo", explicou a presidente, que descreveu o programa como um produto gratuito para ter acesso aos dados da maior plataforma tecnológica de segurança pública do país.
O aplicativo "está ajudando a levar mais segurança e agilidade para a vida do brasileiro", acrescentou Dilma. EFE


segunda-feira, 31 de março de 2014

6 apps grátis que vão te ajudar a aprender idiomas

Não importa se você ainda não fala inglês ou se está querendo ousar a aprender a se comunicar em línguas mais improváveis, como sueco, indonésio, turco ou árabe: dá pra sair do zero sem precisa gastar dinheiro. A internet e as lojas de aplicativo estão cheias de produtos e serviços que ensinam idiomas de graça e que podem ser instalados no celular, pra você praticar em qualquer hora ou lugar. A oferta desse tipo de app é tão grande que fica difícil saber quais são os mais legais. Por isso, selecionamos os melhores. Confira:
Plataforma: iOS
Por que é legal: lembra aquele papinho de "você vai aprender brincando"? É mais ou menos por aí. Apesar de ser meio direcionado ao público infantil, nada impede que gente grande aprende com esses apps. São vários, um pra cada idioma, além de disciplinas como matemática e geografia, por exemplo.
O problema: os apps ensinam outros idiomas a partir do inglês, então você já precisa ter alguma noção dessa língua.
Plataforma: web, Android, iOS
Por que é legal: porque é muito completo e está disponível em muitos idiomas. Ensina vocabulário e gramática avançados, além de pronunciação e compreensão do idioma, e ensina inglês, português, francês, alemão e italiano. O mais legal são as áreas de imersão, em que é possível ajudar a traduzir documentos em outras línguas e obter revisões sobre as traduções que você fez.
O problema: nenhum!
Plataforma: iOS, Android, Windows Phone
Por que é legal: é um dos melhores, mais populares apps de ensino de idiomas e tem apps para aprender não apenas as línguas mais populares, como inglês, espanhol, francês e alemão, mas também turco, sueco e até indonésio.
O problema: o método, na minha opinião, é meio devagar pra quem já tem uma noção, ainda que básica, do idioma que quer aprender. Mas se você está partindo do zero, isso não deve ser um problema.
Plataforma: iOS, Android
Por que é legal: é diferente dos outros - funciona melhor pra quem já é estudante de inglês e está procurando material alternativo para aperfeiçoar a habilidade na língua. Tem dicionários, livros e jogos que ajudam a aprender.
O problema: a interface não é tão intuitiva quanto a dos outros.
Plataforma: iOS
Por que é legal: te ajuda a memorizar palavras através de um método que exibe cartões com o vocabulário e está disponível em mais de 18 idiomas diferentes. É excelente para o aprendizado de vocabulário e para aperfeiçoar a pronunciação.
O problema: ele é meio feinho.
Plataforma: iOS, Android
Por que é legal: ele é focado exclusivamente no ensino e fixação de novo vocabulário em inglês. É uma espécie de dicionário que roda no background do celular e exibe automaticamente, na barrinha lá em cima, a definição pra palavra que você copiar pra área de transferência.
O problema: é preciso criar uma conta pra usá-lo, o que é meio estúpido.
Fonte: Galileu